User Experience: A base de todo design.

por Paula Falco
29 de January de 2014
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Mais conhecido como UX, User Experience é cada vez mais encontrado em pesquisas e processos de criação nas áreas de design, marketing, arquitetura e até engenharia. É resumidamente, uma disciplina que ajuda todos a entender como as pessoas se comportam na perante algum objeto ou serviço.

Eu, particularmente acredito que UX deveria ser usado em todas as áreas, afinal, todas lidam com o comportamento humano em algum momento (ou todos os momentos).

Hoje, existem centenas de metodologias de pesquisa em UX, porém tudo começou em  1890 com o “The Principles of Scientific Management”, onde Frederick Winslow Taylor, propôs que otimizar e simplificar processos faria com que a produtividade das empresas aumentasse.

Ele também acreditava que empregados e gerencia precisavam criar uma cooperação mútua. Uma ideia de relacionamento profissional muito inusitada para época. A realidade na verdade era, o gerente da fábrica que normalmente tinha pouco tempo e pouco contato com os trabalhadores, acabava os deixando responsáveis pela produção total dos produtos. Não havia nenhum tipo de padronização e nem a menor motivação para os trabalhadores e sua eficiência era muito baixa.

Aí que entra também o papel da empatia, onde deixam de existir os “chefes” e “patrões” e é iniciada uma geração que vem aos poucos (ainda bem), tomando conta do mercado, a geração de líderes.

De acordo com Santosh Basapur, pesquisador e desenvolvedor na área, “o conceito de “user centered design” ainda é e será por muito tempo a forma de se desenvolver bom produtos e serviços”. Afinal, quem melhor que o usuário pra dizer o que é necessário ser feito. Claro que as vezes, nem sempre o usuário consegue repassar a necessidade de mudança e para isso estudos de UX são feitos para reparar esses detalhes que podem fazer pequenos processos defeituosos bem melhores.

Tem olhado para o seu usuário final ultimamente?

Aqui vai uma boa fonte: http://www.allaboutux.org/

Esse site foi desenvolvido por estudiosos e continua crescendo com novos processos e metodologias. Dúvidas sobre o processo? Me mande um e-mail.  :)

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POP | Prototyping on Paper

27 de May de 2013
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Uma das fases mais importantes no processo de inovação, é a prototipagem (ou prototipação). Essa é a forma mais rápida, fácil, e barata de testar se uma ideia funciona ou não, e realizar ajustes antes de seu desenvolvimento e lançamento no mercado.

Sempre falamos sobre prototipação por aqui (para entender mais sobre prototipação) e já mostramos vários exemplos de como realizar protótipos em papel, principalmente para atender a criação de aplicativos e interfaces tecnológicas para os usuários (leia mais sobre prototipação em papel).

Para quem faz prototipação em papel ou quer experimentar esse processo, encontramos o aplicativo perfeito: o POP – Prototyping on Paper.

 

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Funciona assim: você faz suas telas e seu protótipo em papel, fotografa cada tela, aplica os links para simular botões, e pronto! É só colocar a simulação para rodar e compartilhar com os usuários para teste.

Por enquanto, o aplicativo é gratuito e oferece 5 projetos para ser desenvolvido sem custo. Depois disso, se gostar do aplicativo e quiser continuar o uso, o aplicativo vai oferecer opções de planos.

Até agora, nos projetos que testamos, achamos bem bacana!

Vamos continuar procurando e testando aplicativos que facilitem essa etapa importante nos projetos de inovação, e compartilhando por aqui. Afinal, o importante é testar, testar, e testar! ;)

 

*Quer aprender a prototipar? A Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Prototipação. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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Picture Cook | Culinária para designers

2 de May de 2013
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Cozinhar é para muitas pessoas uma atividade terapêutica, um hobby, um momento de prazer. Mas algumas receitas podem transformar este momento que deveria ser de descontração em um momento de longa leitura e tensão para não se perder entre números, medidas, e letrinhas.

Livros de culinárias e receitas sempre seguiram o mesmo padrão: uma lista de ingredientes e suas medidas, o modo de preparar e, algumas vezes, uma bela foto do prato pronto.

Querendo mudar isso, Katie Shelly, uma designer e ilustradora de Nova Iorque decidiu transformar 50 receitas narrativas em belos infográficos, reunidos no livro Picture Cook: See. Make. Eat. com previsão de lançamento para Outubro deste ano.

 

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A ideia surgiu quando uma amiga passava uma receita por telefone e, assim que a amiga começou a ditar a receita dizendo “pegue 3 vasilhas”, foi natural para Shelly desenhar as 3 vasilhas ao invés de escrever. E assim seguiu anotando, ou melhor, desenhando a receita. Segundo Shelly, em entrevista para Fast Co.Design, assim que foi preparar a receita, pegou o desenho que havia feito e achou realmente mais prático do que uma receita em texto, quando você tem que parar o que está fazendo para ler e re-ler os passos da receita.

A parir daí ela selecionou 50 receitas, transformou os longos textos em infográficos com ícones simples, e iniciou uma série de testes de User Experience com os amigos para saber se os desenhos estavam cumprindo a missão: preparar os pratos de forma fácil, clara, e sem assustar ninguém.

Daí saíram receitas como essas:


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Shelly não deixa de demonstrar uma preocupação quando fala sobre o seu trabalho, dizendo que seu desafio maior não está nos detalhes e na perfeição gastronômica, mas sim em tornar os infográficos claros para todos e convidativos, para que não aconteça, nas palavras da própria autora, o que acontece com os diagramas da Ikea: “(…) uma vez que as coisas fiquem muito sérias, os desenhos começam a deixar de ser convidativos e passam a parecer intimidantes. Assim como as pessoas se sentem oprimidas pelos diagramas da Ikea”.

 

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Que tal testar alguma dessas receitas para sentir a experiência? ;)

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Entendendo o comportamento do consumidor com Kinect

9 de January de 2012

 

Esse vídeo mostra uma nova ferramenta de pesquisa chamada Shopperception, que analisa o comportamento do consumidor e a forma como ele interage nas prateleiras e gôndolas de uma determinada loja, através do Kinect.

Com o reconhecimento espacial dos sensores, os compradores são monitorados quando interagem com os produtos em exposição. Assim é possível medir e analisar quanto tempo eles gastam escolhendo o produto, para onde eles olham, quais produtos tocam, quais produtos eles seguram na mão, como interagem com o produto (já repararam que ao pegar uma caixa de pasta de dente na mão no supermercado, todo mundo sacode a caixa?), e assim vai…

Dessa forma além de ser uma ótima ferramenta para o processo de imersão, ainda é possível comparar a performance de diferentes disposições nas gôndolas para precificar com mais assertividade o espaço à venda.

Hoje, quem oferece esse serviço é a Agile Route, vale dar uma zapeada no site deles.

 

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