Será o fim dos canteiros de obra? | 3D Printer

30 de October de 2013
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Já falamos por aqui sobre o impacto que as impressoras 3D devem trazer para as indústrias e o comércio em geral. Mas agora, o que estamos trazendo aqui é algo que nos deixa maravilhadas e ao mesmo tempo ansiosas quanto ao impacto desta tecnologia.

Imagine uma impressora 3D gigante que pode imprimir paredes de concreto. E você programa um desenho de uma casa completa e ela “imprime” essa casa, parede a parede, linhas retas e curvas, em apenas 20 horas. E não só as paredes, ela também pode construir o sistema de encanamentos, parte elétrica e, claro, pintar a casa toda.

E se, além de poder fazer tudo isso em tão pouco tempo, também fosse possível ter uma economia de 25% a 30% dos materiais gastos na obra, gerar uma menor emissão de CO2 e gastar menos energia?

 

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Parece surreal, não? Mas já é possível!

Behrokh Khoshnevis, diretor do Programa de Graduação de Engenharia de Produção da Universidade da Carolina do Sul, apresentou em um TED talk, na Califórnia, o inovador processo chamado de  Contour Crafting, que utiliza a tecnologia de impressoras 3D para construção de casas inteiras.

Assista ao vídeo:

Essa tecnologia disponível no mercado e em larga escala poderia construir bairros inteiros em poucos dias, resolvendo problemas de falta de habitação e pobreza, de muitas regiões.

Por outro lado, com certeza o impacto para os trabalhadores da construção civil seria grande, já que o número de pessoas necessárias para a obra é bem menor.

Vamos aguardar ansiosas para ver como as coisas irão fluir. Welcome, Future! ;)

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VOCATIV | Conheça o futuro do jornalismo

29 de October de 2013
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Não é de hoje que o jornalismo tem vivido um conflito entre os meios tradicionais de se fazer uma boa matéria e o grande mar de informações disponíveis na internet, que possibilita uma exploração maior dos fatos, ao mesmo tempo que gera uma “caça ao tesouro” por informações que sejam de fato relevantes neste mar da web.

Dentro deste movimento de busca de re-invenção do jornalismo, seguindo as tendências de exploração das informações na web, e intrigado pelo fato de grandes eventos, como a crise financeira dos EUA e os conflitos no Oriente Médio, não terem sido previstos com antecedência, Mati Kochavi criou a startup que promete revolucionar o mundo das notícias e a forma de se fazer jornalismo: o Vocativ.

 

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O Vocativ tem como princípio  explorar a deep web, os 80% de conteúdo que não aparecem nos sistemas de busca mas que estão presentes na grande rede. A partir dos dados encontrados, realizar análises que mostrem conexões, e contar histórias a partir destas análises. É o jornalismo feito de uma forma diferente, contando com uma base crítica de análise de fatos e dados escondidos pela web, a partir da colaboração e informação dadas pelos jovens entre 20 e 30 anos – os grandes abastecedores do social media.

Esse princípio fica claro na auto-descrição da empresa: “a media startup built for – and by – the Crowd. We’re currently hard at work building a series of extraordinary technologies and ideas.”

O vídeo abaixo explica um pouco mais sobre o Vocativ:

 

Para identificar os tópicos interessantes e as tendências mais relevantes para criação de suas matérias, o Vocativ tem contado com uma tecnologia desenvolvida em uma das outras empresas de Kochavi, a Open Mind, baseada em Israel. Os algorítimos do sistema vasculham bancos de dados abertos, como redes sociais e grupos de e-mail, mergulhando na deep web e identificando o que é relevante.

Com este jornalismo sério, recheado de fontes de informações interessantes, a empresa tem atraído talentos de grandes mídias para fazer parte do time que já conta com 40 pessoas em seu escritório em Nova York. Entre editores, jornalistas, especialistas de data-mining, e executivos, encontram-se nomes do The New York Times, CNN e Reuters.

Vale ficar ligado nas notícias trazidas pelo Vocativ e acompanhar os próximos passos desta Startup que veio para mudar as regras do jogo do jornalismo e do mundo das informações.

Para saber mais, leia os artigos: MashableBusinessWeek; FastCompany.

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