The Creativity Gap | Pesquisa

2 de May de 2013
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Em um estudo realizado em 2012, com mais de 5 mil pessoas, sendo mil de cada país pesquisado (EUA, Inglaterra, Alemanha, França e Japão), foi criado o infográfico abaixo apontando o gap de criatividade existente no mundo.

Em resumo, o estudo aponta que, para os entrevistados, liberar o potencial criativo das pessoas é visto como a chave para o crescimento econômico e social, porém destas mesmas pessoas menos da metade delas consideram-se criativas. Apenas 1 a cada 4 pessoas sente que está utilizando o seu potencial máximo criativo. A falta de tempo é apontada como grande vilã para a falta de criatividade.

Identificaram também neste estudo que há uma crescente pressão no ambiente de trabalho para que as pessoas sejam mais produtivas do que criativas, sendo que estas pessoas gastam apenas 25% do tempo delas no trabalho em atividades que exijam algum potencial criativo.

Globalmente, o Japão é apontado como o país mais criativo, exceto pelos próprios japoneses. Em oposição, os americanos acreditam que o EUA são os mais criativos, ao mesmo tempo em que os próprios americanos mostram uma forte preocupação de não estarem utilizando seu potencial criativo.

A questão depois desta pesquisa é descobrir se as pessoas realmente não estão utilizando seu potencial criativo, ou se elas apenas acham que não são criativas. Vamos aguardar algum estudo no melhor estilo da campanha Dove Real Beleza e os retratos falados. ;)

Para ter acesso completo aos dados do estudo, faça download da pesquisa clicando aqui.

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*A Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Criatividade com o objetivo de despertar o potencial criativo. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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O declínio da Criatividade

12 de March de 2013
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“Mas eu não sou criativo!”

Se eu ganhasse R$ 1,00 para cada vez que já ouvi essa frase ao longo da minha carreira no mundo da inovação, estaria com o porquinho cheio! :)

Toda sessão de ideação ou de prototipação de projetos, quando pedimos para as pessoas darem ideias, desenharem, ou criarem, é sempre a mesma ladainha: “mas eu não sou criativo!”.

Aí você conversa um pouco com a pessoa, faz uma atividade, explica algumas coisas sobre criatividade, estimula a criação… e o que acontece? As pessoas se re-descobrem criativas, descobrem um potencial adormecido. O que elas se esqueceram é que, um dia na vida, em suas infâncias, foram altamente criativas, colorindo coelhinhos de roxo, árvores de azul, e criando monstros imaginários, histórias completas com seus brinquedos, e um mundo todo novo a cada dia. Quem tem o privilégio de conviver com crianças no seu dia-a-dia sabe do que estou falando. Elas são uma fonte inesgotável de imaginação e criatividade.

E onde vai parar toda essa criatividade quando elas crescem e em que momento exato ela se perde, ou se esconde dentro de nós? Foi o que George Land e Beth Jarman pesquisaram em 1968.

Eles realizaram uma pesquisa com um grupo de 1.600 crianças, nos EUA. Esse mesmo grupo foi avaliado em testes de criatividade aos 5 anos, depois aos 10 anos, e por fim, aos 15 anos. Depois dessas avaliações, os pesquisadores aumentaram a amostra para 200.000 adultos e realizaram os mesmos testes. Os resultados são esses:

 

 O declínio da Criatividade

É notável a curva de declínio do potencial criativo das pessoas ao longo dos anos. Enquanto 98% das crianças pesquisadas foram consideradas altamente criativas, aos seus 5 anos, apenas 2% dos adultos obtiveram o mesmo potencial criativo.

As análises e hipóteses para este declínio são exploradas no livro Breakpoint and Beyond: Mastering the Future Today (1992), por George Land e sua colega Beth Jarman. Entre diversas análises, eles concluíram que, ao longo da vida, aprendemos a ser não-criativos. Esse declínio não acontece apenas pelo aumento da idade mas, sim, acontece devido aos bloqueios mentais que vamos adquirindo ao longo dos anos. Seja em casa, na família, ou depois na escola e ainda depois no trabalho, somos ensinados a seguir diversas regras e padrões (o que, infelizmente, é necessário para o bem da sociedade). Esses padrões criam bloqueios mentais que inibem o pensamento criativo.

A boa notícia é que, ao mesmo tempo que criamos esses bloqueios mentais, também é possível derrubar estes bloqueios e resgatar no nosso interior todo o potencial criativo que algum dia apresentamos e que, pelo caminho comum da sociedade, tivemos que guardá-lo e escondê-lo para não sermos julgados ou criticados.

Queremos um mundo de coelhos roxos, árvores azuis e dias mais coloridos e criativos.

E você? Que cor será seu coelhinho? :)

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*A Take a Tip tem um treinamento para ajudar empresas e funcionários a despertarem seu potencial criativo: o Laboratório de Criatividade. Para conhecer entre em contato takeatip@takeatip.com.br. 

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Pesquisa | O Brasil que vive o esporte

8 de November de 2012
box esporte

Em tempos em que Copa do Mundo e Olimpíadas deveriam estar na pauta de investimento de qualquer empresa no Brasil para os próximos anos, imagine o que esses dois temas não estão mexendo com a cabeça dos executivos das empresas de marcas esportivas. Pois é. Se eu fosse um desses executivos enxergaria neste momento a hora de apostar todas as fichas. E parece que é o que a Olympikus está fazendo. E claro que nada melhor do que começar com uma bela e profunda pesquisa para saber aonde e em quem apostar.

Para conhecer mais sobre os caminhos do esporte para os próximos anos no país do futebol, a Olympikus contou com a queridinha das pesquisas (e nossa favorita também) a Box1824 (aquela do Sonho Brasileiro e do We All to Be Young) para auxiliar na missão de descobrir como os jovens estão mudando o país do futebol.

Os dados são impressionantes e já nos dão indícios de que, assim como essa é uma geração plural em seus comportamentos, também é plural na escolha dos seus esportes. No que depender desta geração o Brasil será o país do futebol… e da natação, do vôlei, da dança, da musculação, da corrida, do ciclismo, etc…

Para conhecer esta pesquisa e ter acesso completo a ela (obrigada Olympikus pela generosidade!) basta acessar a página do projeto no Facebook (aqui) e baixar o pdf da pesquisa.

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Educ-ação | Modelos Inovadores de Ensino

2 de November de 2012
Education gap widening

Se é com educação que se muda o mundo, também não será com o mesmo modelo de educação praticado há tantos anos que veremos muitas mudanças acontecendo por aí.

É partindo dessa vontade de ver novos modelos de educação e iniciativas inspiradoras de aprendizagem, que nasceu o projeto Educ-ação.

Este projeto está em busca de 12 modelos inovadores de ensino, que provem que é possível educar e ensinar sem que criemos um exército de pessoas iguais, com as mesmas ideias e pensamentos, mas sim apostando no potencial de cada indívuo em prol de transformar o coletivo. A proposta é buscar modelos de ensino que trabalhem com temas e metodologias atuais como o empreendedorismo, a lógica dos games, a sustentabilidade, entre outros temas não abordados no modelo padrão de educação atual.

 

 

A iniciativa, que não tem fins lucrativos, tem como propósito maior “inspirar pais inquietos, jovens curiosos e educadores empreendedores por meio dessa jornada que será relatada num livro”, segundo os organizadores do projeto. Estes organizadores, de alguma forma, seja pela sua formação, profissão ou vocação, já estão ligados à causas e estudos que visam trazer à tona formas de transformação.

Uma destas pessoas é o André Gravatá, um jovem jornalista conhecido por criar microrrevoluções e pela sua famosa provocação de que “dá para mudar o mundo na hora do almoço”. [logo mais publicaremos uma entrevista que fizemos com o André, aqui no blog] Outra figura, que sua presença no projeto já indica a qualidade das busca e da exploração das informações, é a gaúcha Carla Mayumi, hoje um dos maiores nomes em pesquisa de mercado no Brasil, e sócia da nossa queridinha das pesquisas, a BOX1824 (aquela do Sonho Brasileiro e do We All Want to Be Young, lembra?).

Para compor o livro “Volta ao Mundo em 12 Escolas”, o projeto Educ-Ação já realizou pesquisas em 6 modelos educacionais, até agora: um no Brasil, três na Europa, um nos EUA, um na Indonésia, e mais recentemente, na Índia.

Sala de aula na Green School, escola visitada em Bali, Indonésia. Foto: Educ-ação

É possível acompanhar a jornada através do site do projeto http://educ-acao.com.

Também é possível contribuir com o projeto que está com um crowdfunding rolando na rede Catarse em busca de financiamento para o livro. O apoio vai de R$ 10 até R$ 10.0000, cada contribuição recebendo uma recompensa como forma de agradecimento. Por exemplo, quem contribuir com R$ 50, torna-se um Apoiador Leitor e recebe como agradecimento um exemplar do livro impresso; tem seu nome citado no livro como apoiador; recebe o 1º capítulo dois meses antes da publicação do livro; um adesivo com frase do projeto; e (uma jóia rara) uma  lista com as leituras que marcaram os pesquisadores ao longo da jornada.

Super vale contribuir para esta grande jornada! Mas corra porque só pode até o dia 09/11, e se eles não conseguirem o valor total do projeto, não recebem o financiamento do Catarse que já arrecadou R$ 34.751 dos R$ 48.000 meta.

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The State of the Internet 2012

8 de October de 2012
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No início do ano (mais precisamente em Maio de 2012) Mary Meeker já impressionou o público em uma palestra que realizava nos Estados Unidos com os “números da internet“.

Menos de 6 meses depois, a Business Insider publicou o material de uma palestra de Henry Blodget e Alex Cocotas, chamada The State of the Internet, que discute a evolução e tendências do comportamento das pessoas e empresas na internet. Os números, agora mais atualizados, são de cair o queixo!

Vale pegar uma caneca de café, chá ou alguns biscoitos e sentar para apreciar os dados dos 138 slides – e, quem sabe, se basear neles na sua próxima reunião. É só clicar na imagem aí de baixo pra ir direto para o estudo:

 Os assinantes do Business Insider podem baixar a apresentação inteira como um PDF ou PowerPoint.

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7 dicas para viajar ao mundo do cliente

11 de September de 2012
operario

Estou de “férias” e, como blogueira que é blogueira não tira férias mas sim viaja para ter pauta (rs), não poderia deixar de escrever algumas coisinhas sobre design research X viagens que não saem da minha cabeça nestes últimos dias, mais especificamente sobre a fase principal do processo: a imersão!

Além de estar passeando por New York (NY) e não existir país mais especializado em user experience do que os EUA, principalmente quando o assunto é encantar/envolver turistas, não me sai da cabeça o quanto viajar para um lugar novo desperta as mesmas sensações, alertas e sentimentos de quando se realiza uma imersão em campo, no mundo do usuário!!!

Há anos venho fazendo as duas coisas, explorando novos lugares em minhas viagens e novos insights no dia-a-dia de clientes dos muitos lugares em que já trabalhei, e fazendo essa comparação agora resolvi criar aqui um guia de 7 dicas análogas que, se não te ajudarem no seu dia-a-dia para inovar, espero que sirvam, ao menos, como dicas para sua próxima viagem! ;)

1- Chave de sucesso: pulando o bla,bla,bla do “tenha um bom planejamento”, começo toda viagem (e imersão, também) pesquisando e tentando descobrir a “chave de sucesso” do local! Em NY, foi decifrar o metrô: tipos de bilhetes, lógica das linhas, apps para celular com rotas e mapas, etc. Isso me garantiu não perder tempo nem dinheiro perdida por aí.  Já para sua imersão, a chave de sucesso pode ser, por exemplo, aprender uma gíria do vocabulário do seu usuário que servirá como senha mágica quando  falar com ele; ou ainda, pode ser descobrir algum hábito específico, local de maior frequência/concentração do seu público, ou pessoas-chaves na relação diária dele com o produto (quem influência ele no consumo, nas escolhas e decisões de compra).

2- Abra os olhos: quando estamos viajando nos atentamos a cada detalhe e reparamos em tudo! Conseguimos descrever em detalhes o banheiro daquela estação central… Assim é o papel de um antropólogo em campo: ele descreve tudo o que vê, sem julgamentos de valores, sem críticas (positivas ou negativas)! Em uma imersão, se atente a cada detalhe e saiba descrever todo o contexto em que seu usuário está inserido! Como dizem por aí: olhe a árvore, mas sem esquecer a floresta!

Adesivo criativo em prédio vizinho ao High Line Park.

3- Fotos, fotos, fotos: Sim, queremos registrar tudo quando viajamos! E quando voltamos, queremos mostrar 1248 fotos para amigos e família e ainda achamos ruim se eles não olham as 1248 fotos com a mesma empolgação que nós, certo?! Dica de sucesso para a viagem e para a imersão: sim, tire as 1248 fotos pois depois de algum tempo, quando você quiser resgatar algum detalhe, estas fotos serão essenciais para resgatar sua memória; mas, na hora de contar a história para outras pessoas, selecione os pontos mais marcantes, apenas as imagens que transmitam alguma mensagem, que levem a alguma conclusão, enfim que tenham um propósito de estarem ali, dessa forma você não deixa ninguém entediado e garante passar a mensagem! ;)

4- fuja das massas: sempre tento fugir dos passeios de guias de viagem, os passeios de turistas! Não quero conhecer a cidade do mesmo ponto de vista que outra pessoa pensou, quero descobrir uma cidade só minha, com lugares que eu vou poder contar e fotografar e os outros dirão “sério que isso era em NY?!? Eu já fui para lá várias vezes e nunca vi isso!”,  pois é nessa novidade, nesse olhar novo, nesse cantinho não explorado que a mágica acontece! Que você conhece as pessoas mais interessantes, compra os produtos mais legais… E assim é na imersão em campo: falar com as massas só vai te dar os mesmos insights que já estão no guia de alguém (da concorrência, com certeza!). Se você quer uma informação nova, aquela sacada que vai trazer aquele brilho especial, vá nos extremos! Fale com quem não usa seu produto e quem já deixou de usar, por exemplo. Escolha um público específico, e concentre-se nele. Mas assim como em uma viagem é quase um crime fugir dos pontos turísticos comuns, deixar de falar com a massa também pode ser, mas o faça como na viagem e vá contra o óbvio: dê um olhar diferente até ao que é mainstream! Olhe por outro ângulo e se deixe surpreender!!!

Cadeados presos na Ponte do Brooklyn. Ler cada um é um passeio fora do comum e que rende no mínimo boas fotos.

5- viva como eles: descubra um programa bem típico do local e faça como os locais! Só assim para sentir como a cidade funciona de fato. Nesta viagem, levei tão ao pé da letra que, ao invés de um hotel, me hospedei em um apartamento! O morador sai e deixa o apê pronto para te receber. Essa é a proposta (que super recomendo!) do site airbnb. Deste jeito você realmente se sente um pouco mais “morando” do que “passeando” na cidade. Na imersão é a mesma coisa: não tem nada igual, ao invés de apenas perguntar e observar, fazer o mesmo que o seu usuário faz, passar pelo mesmo processo que ele passa. Parece óbvio mas muitas pessoas nunca experimentaram o produto que vendem! Quer um exemplo? Na Whirlpool (fabricante das marcas Brastemp e Consul) os engenheiros que criavam as lavadoras de roupas sabiam perfeitamente a parte técnica e a melhor forma que uma máquina deveria funcionar para lavar melhor, mas nunca haviam lavado roupas! Em uma imersão foram desafiados a lavarem roupas nas máquinas que desenvolviam. A grande maioria não conseguiu operar 100% do processo que vai desde separar as roupas até passá-las e guardá-las; era um tal de “como mede o sabão? E o amaciante? Como colocar com esse galão?!”. Dali saíram ótimas ideias para as novas máquinas como o medidor de nível de água e sabão.

6-Momento esponja: entre um passeio e outro é sempre bom tirar umas horinhas (ou minutinhos) em um café ou parque para você parar, refletir e absorver tudo o que viu e experimentou nas últimas horas, se não acaba o dia cansado com a sensação de que não fez nada, não viu nada, quando na verdade você apenas não absorveu o que viu! Assim é em imersões de campo! Você fala com tanta gente, observa tantas coisas que, no final do dia, se não se colocar essas pausas ao longo do dia, terá a sensação de que não descobriu nada! Então a cada pessoa, atividade, ou fato observado: pare, reflita e absorva o que lhe for mais interessante antes de partir para o próximo. #ficadica: grave um vídeo resumo de 1min depois de cada imersão com suas conclusões; isso ajuda a refletir e absorver, além de manter registrado.

7-Perca-se: e por fim, saia do seu roteiro inicial! Porque sempre que escapamos do nosso roteiro somos surpreendidos pelo acaso que pode nos mostrar novos caminhos! Seja em nossas viagens ou nas pesquisas de campo, de vez em quando deixar-se levar por onde seus instintos estiverem te guiando, mesmo que isso saia do programado, traz ótimos resultados! Mas esteja preparado para ser surpreendido!

Grafite de artista brasileiro, Eduardo Kobra, que tem feito sucesso em NY. É sempre bom se perder e dar de cara com uma de suas artes!

Espero que essas sete dicas dêem um gás a mais na sua próxima imersão, se não na sua próxima viagem! Have a good trip! ;)

 

Obs: Todas as fotos deste post foram tiradas por mim, durante a viagem. Se gostar, pode usar mas não esqueça de citar a fonte.

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Você faz o que você ama? | All Work and All Play by Box 1824

19 de June de 2012
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A Box 1824 acaba de lançar uma nova pesquisa chamada All Work and All Play que apresenta um estudo realizado com a Geração Millenial (Y ou whatever) e sua relação com o trabalho.

Nós, jovens, queremos tudo. Tudo junto. Tudo misturado. Queremos ser felizes, trabalhar com o que gostamos, ganhar dinheiro, sair com amigos. Queremos jogar tênis no meio da tarde, ter qualidade de vida, e, ao mesmo tempo, ter uma carreira espetacular. Será que é possível?

O vídeo a seguir tem cerca de 10 minutos e resume a pesquisa:

[youtube=http://youtu.be/F12DAS-ZNDY]

Assistiu? Você faz o que você ama? Não?! Ficou com vontade de pedir demissão?! (rs)

“O que você está fazendo agora? É algo que você realmente ama? Milhões de pessoas, nesse exato momento estão fazendo exatamente o que lhes faz feliz. Mas espera aí! Você passa grande parte do seu tempo… trabalhando!”

A Box1824 é conhecida por seus trabalhos e estudos de comportamento do consumidor, principalmente pelas pesquisas We All Want to Be Young e Sonho Brasileiro. Acompanhe o blog da empresa, Ponto Eletrônico.

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DossYe Geração Y 2012

19 de June de 2012
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Se você acompanha o blog Inovaqui, já viu a gente falando de um monte de pesquisa em relação a geração Y. A gente adora! Principalmente aquelas pesquisas que vêm acompanhadas de vídeos com musiquinhas bacanas, como o We All Want to Be Young da Box1824 (rs).

Recentemente recebemos uma pesquisa sobre esse mesmo tema. Dessa vez, realizada pela Hello Research e pela Boo-Box, o DossYe Geração Y 2012 no Brasil.

Os dados da pesquisa apontam para uma nova relação entre marcas e jovens adultos. Hoje eles esperam um comportamento muito mais próximo das marcas e, na mesma medida em que não medem esforços para prestigiá-las, fazem o mesmo quando querem reclamar. Cabe às grandes corporações entenderem essa realidade e ajustarem seus planos de marketing 2.0 para uma nova era onde a palavra é compartilhar”, conta Guilherme Cavalcante, diretor de novos negócios da Hello Research.

 [youtube=http://youtu.be/4K90ikQK398]

 O estudo foi feito100% online, com mais de 3 mil entrevistados brasileiros, e você pode acessar o relatório através do SlideShare.

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IBM divulga estudo global com líderes de marketing e comunicação

18 de June de 2012
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Todos nós sabemos que a tecnologia tem mudado cada vez mais a relação comprador-vendedor e que os clientes tem cada vez mais influência sobre as marcas, produtos e serviços.

Mas como lidar com a explosão de dados? Como fazer das mídias sociais suas aliadas para o fortalecimento da marca? Como se comportar diante da proliferação dos canais?

Pensando nisso, a IBM realizou uma pesquisa com os principais líderes de marketing de todo mundo para ilustrar as principais mudanças no setor de tecnologia nesses últimos anos. A pesquisa foi batizada com o nome de “Antes pressionados, agora fortalecidos” (estranho, não?! rs).

A pesquisa foi realizada em 64 países, 19 indústrias, com mais de 1700 entrevistados, sendo 56 do Brasil.

 

Para fazer o download e ter acesso ao estudo completo, clique aqui e preencha o cadastro.

Para assistir e/ou fazer download da entrevista sobre a pesquisa com Mauro Segura, diretor de marketing da IBM, clique aqui.

E pra você que está com preguiça de ler o estudo completo ou assistir os 10 minutos de vídeo, poder ver o resumo do estudo neste infográfico:

 

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Conheça o Mister Android | Infográfico

25 de February de 2012

Quantos usuários de Android têm cabeça grande? Quantos usam relógio? Quantos possuem sardas? E quantos usam óculos? Você já pensou sobre isso e quis saber? Bem… o pessoal da BlueStacks (daquele aplicativo de mesmo nome, famoso por rodar aplicativos de Android no Windows 7) sim! E eles fizeram essas e outras mais perguntas para os fãs de sua página  no Facebook durante os dias 12 e 19 de dezembro, no final do ano passado.

E com esses dados eles resolveram construir o Mister Android, aquele que seria o usuário comum de Android com base na maioria das respostas recebidas. O resultado é esse infográfico divertido que possui uma mensagem ao final, no rodapé, que deixa bem clara a intenção deles:  “estes dados não são científicos, mas novamente, assim é o amor”. =)

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