Dieter Rams: 10 mandamentos para um bom design

por Paula Falco
17 de February de 2014
1889568_10152318550917176_1743672616_o

Dieter Rams, é um dos grandes designers da geração Bauhaus, que nos passa uma bagagem muito rica de conhecimento e estudo. Designer e arquiteto, carrega com si um dos ensinamentos de seu avô “Weniger, aber besser”, que melhor se traduz como “Menos, porém melhor”.

No início dos anos 80, Dieter Rams começou a perceber de forma particular o mundo à sua volta – “uma confusão impenetrável de formas, cores e ruídos.” Assim, consciente que seu trabalho era de grande influenciapara o mundo, ele se perguntou – “O meu design, é um bom design?”

O resultado dessa pergunta era muito abstrata, para então conseguir se aprimorar, ele criou 10 categorias ou princípios e mandamentos para um bom design.

1608910_10152318550862176_1103051879_n

1. Um bom design é inovador.

As possibilidades para inovação, não devem de forma alguma ser exauridas. O desenvolvimento tecnológico tem sempre oferecido novas oportunidades para um design inovador. Lembrando que, um design inovador deve sempre andar à tangencia de novas tecnologias para não extingui-las.

 

2. Um bom design faz um produto ser útil.

Um produto é comprado para ser usado. Este tem que satisfazer alguns critérios, não só funcionais, mas também cognitivos e estéticos. Um bom design enfatiza a funcionalidade do produto de forma que qualquer ação contrária a essa função não é possível.

 

3. Um bom design é estético.

A qualidade estética de um produto é integrada à sua funcionalidade pois, produtos que usamos diariamente afetam nossa pessoa e nosso bem estar diretamente. Apenas objetos bem executados podem ser bonitos.

 

4. Um bom design faz um produto ser entendível

Ele justifica a estrutura do produto. Melhor ainda, ele faz o produto falar. No mais, é auto-explicatório.

 

5. Um bom design é discreto.

Produtos que cumprem um propósito são como ferramentas. Eles não são nem objetos de decoração e nem peças de arte. O design desses então deveria ser neutro e restrito, para deixar um espaço para o usuário deixar sua expressão.

 

6. Um bom design é honesto.

Isso não faz o produto ser mais inovador, poderoso ou valioso. Porém, não tenta manipular o consumidos com promessas que não podem ser cumpridas.

7. Um bom design é durável.

Isso evita que seja apenas uma moda, dessa forma nunca parecendo antiquado. Diferente de design de moda, este pode durar anos, até mesmo dentro de nossa sociedade favorável a consumos descartáveis.

 

8. Um bom design é bom até o último detalhe.

Nada deve ser arbitrátio ou deixado para mudanças. Cuidado e precisão no processo do design mostram respeito para com o usuário.

9. Um bom design é sustentável.

O bom design deve ser uma  enorme contribuição ao meio ambiente. Este deve conservar recursos e diminuir a poluição física e visual durante o ciclo de vida do produto.

10. Um bom design é o menos design possível.

“Menos, porém melhor.”  – Porque se concentra nos aspectos essenciais e os produtos não são carregados com inutilidades. Voltado à pureza, voltado à simplicidade.

 

1898969_10152318550897176_165034282_n

Mais sobre Dieter Rams: http://dieterrams.tumblr.com/ ou https://www.vitsoe.com/us/about/dieter-rams

Comentários

User Experience: A base de todo design.

por Paula Falco
29 de January de 2014
1620198_10152282354522176_6351567_n

Mais conhecido como UX, User Experience é cada vez mais encontrado em pesquisas e processos de criação nas áreas de design, marketing, arquitetura e até engenharia. É resumidamente, uma disciplina que ajuda todos a entender como as pessoas se comportam na perante algum objeto ou serviço.

Eu, particularmente acredito que UX deveria ser usado em todas as áreas, afinal, todas lidam com o comportamento humano em algum momento (ou todos os momentos).

Hoje, existem centenas de metodologias de pesquisa em UX, porém tudo começou em  1890 com o “The Principles of Scientific Management”, onde Frederick Winslow Taylor, propôs que otimizar e simplificar processos faria com que a produtividade das empresas aumentasse.

Ele também acreditava que empregados e gerencia precisavam criar uma cooperação mútua. Uma ideia de relacionamento profissional muito inusitada para época. A realidade na verdade era, o gerente da fábrica que normalmente tinha pouco tempo e pouco contato com os trabalhadores, acabava os deixando responsáveis pela produção total dos produtos. Não havia nenhum tipo de padronização e nem a menor motivação para os trabalhadores e sua eficiência era muito baixa.

Aí que entra também o papel da empatia, onde deixam de existir os “chefes” e “patrões” e é iniciada uma geração que vem aos poucos (ainda bem), tomando conta do mercado, a geração de líderes.

De acordo com Santosh Basapur, pesquisador e desenvolvedor na área, “o conceito de “user centered design” ainda é e será por muito tempo a forma de se desenvolver bom produtos e serviços”. Afinal, quem melhor que o usuário pra dizer o que é necessário ser feito. Claro que as vezes, nem sempre o usuário consegue repassar a necessidade de mudança e para isso estudos de UX são feitos para reparar esses detalhes que podem fazer pequenos processos defeituosos bem melhores.

Tem olhado para o seu usuário final ultimamente?

Aqui vai uma boa fonte: http://www.allaboutux.org/

Esse site foi desenvolvido por estudiosos e continua crescendo com novos processos e metodologias. Dúvidas sobre o processo? Me mande um e-mail.  :)

Comentários

Happify. Inovando pela felicidade.

por Paula Falco
20 de December de 2013
1486277_10152200716207176_871580726_o

Pra quem ainda não conhece, prazer, Happify. :)

Uma nova ferramenta que mede seu nível de felicidade de uma forma bem diferente.

Desenvolvida por cientistas e designers de games, que traduziram sua últimas pesquisas em atividades e jogos, que ajudam construir a ideia de felicidade e a formar hábitos interativos para uma mudança de vida. Happify funciona com a plataforma S.T.A.G.ETM – Savor, Thank, Aspire, Give e Emphatize – traduzindo: otimismo, autoconfiança, gratidão, esperança, compaixão e empatia.

Ao entrar no site é só preencher um questionário rapidinho sobre sua opinião de como você se relaciona com a felicidade em vários cenários e a partir daí começa o processo de desenvolvimento pessoal.

 

1470519_10152200716222176_881156366_n

1488347_10152200716212176_299776158_n

992259_10152200716217176_298831158_n

Entenda como a felicidade pode alterar seu futuro e seu rendimento (em everything).

Savor: Otimismo (ou… apreciar, saborear algo ao máximo).

Apreciar algo ao máximo é um ótimo jeito de aumentar o otimismo, reduzir o estresse e emoções negativas. É a prática de perceber as coisas boas ao seu redor e tomar o tempo extra para prolongar e desfrutar da experiência, fazendo durar o maior tempo possível.

A pesquisa do Dr. Fred Bryant , professor da Loyola University of Chicago, que criou o termo “Savor”, mostra que aqueles que regularmente e frequentemente “saboreiam” são mais felizes, mais otimistas e mais satisfeitos com a vida. Bryant descreve “Savor” em três tempos, o que significa que podemos apreciar o passado (por relembrar) , apreciar o futuro (por meio de antecipação positiva) ou apreciar o presente (por praticar a consciência).

Thank:Gratidão.

O simples ato de identificar apreciar as coisas que as pessoas fazem por nós é maravilhoso e nos enche de otimismo e autoconfiança. E quando expressamos nossa gratidão a alguém, temos carinho e gratidão em troca. Em estudos conduzidos pelo Dr. Martin Seligman, pessoas escreveram cartas de gratidão a alguém, e foram percebidos aumentos imediatos na felicidade e diminuição nos sintomas depressivos . Bob Emmons , professor de psicologia na Universidade da Califórnia, acredita que todos devem tentar praticar a gratidão: “Primeiramente, a prática da gratidão pode aumentar os níveis de felicidade em cerca de 25%. Em segundo, isso não é difícil de alcançar. Em poucas horas escrevendo um diário de gratidão pode criar um efeito que dura 6 meses, se não mais. Em terceiro lugar, cultivar a gratidão traz outros efeitos sobre a saúde, como melhor tempo e qualidade de sono”.

Aspire:Aspiração (ou.. sentir-se esperançoso).

Sentir-se esperançoso ou ter um senso de propósito. Estudos apontam que as pessoas que criaram significado em suas vidas são mais felizes e mais satisfeitos (Steger, Oishi, e Kashdan 2008). Otimismo genuíno faz seus objetivos parecem atingíveis e seus desafios mais fáceis de superar. Resumindo: você não só vai se sentir mais bem-sucedido, você vai ser mais bem sucedido. Ao acreditar que suas metas estão ao alcance, é formada uma sensação de significado e propósito.

Give: Doação.

Ganhar presentes é sempre bom. O que você talvez não saiba é que quem dá e não quem recebe, colhe ainda mais benefícios. Ser gentil, não só nos faz sentir menos estressados​​, menos isolados e com menos raiva, mas também nos faz sentir consideravelmente mais felizes, mais conectados com o mundo, e mais aberto a novas experiências. Dr. Sonja Lyubomirsky, durante uma pesquisa, pediu aos alunos para cometer cinco atos aleatórios de bondade a cada semana durante seis semanas. Considerando que o grupo de controle tiveram uma redução no bem-estar , aqueles que se envolveram em atos de bondade mostraram um aumento de 42% em felicidade. Somos mais felizes quando gastamos dinheiro com outras pessoas do que quando gastamos com nós mesmos. E um estudo de 2006 descobriu que simplesmente refletir sobre coisas boas que fizemos para outras pessoas pode levantar o nosso humor.

Empathize: Empatia.

Empatia é a capacidade de se preocupar com os outros, é a capacidade de imaginar e entender os pensamentos, comportamentos ou ideias de outros, incluindo aqueles que são diferentes de nós mesmos.  Ter empatia nos torna menos críticos, menos frustrados, irritados ou decepcionados e desenvolvemos paciência. Uma pesquisa feita pelo Dr. Kristin Neff, sugere que as pessoas que têm mais auto- compaixão levam vidas mais saudáveis, mais produtivas do que aquelas que são auto-críticas.

Curtiu? Aqui vai o site: http://www.happify.com/

Quer entender mais sobre esses estudos? Clique aqui.

 

Comentários

13 Maneiras de Destruir a Criatividade e o Processo de Inovação

por Paula Falco
4 de December de 2013
Captura de Tela 2013-12-04 às 09.51.24

Estava um dia desses na minha aula final de “Técnicas de Síntese em Design”, incrivelmente elaborada por Peter Zapf, e me deparo com uma situação interessante, que na minha cabeça de designer saiu mais ou menos assim: “13 maneiras de destruir tudo aquilo que você fez até agora e querer esganar seus colegas.”

Esses ensinamentos foram criados por Frank Sonnenberg, autor de “Managing with a Conscience”, “It’s The Thought That Counts”, dentre outros.

Sim, nós designers (vale também para outros profissionais que estão entrando no ramo) estamos sempre usando todas as ferramentas de prototipagem para gerar a ideia que será a solução do universo. Entretanto, esquecemos que o processo será árduo e dolorido. Afinal, nada como uma ideia pulando igual pipoca na sua cabeça e a equipe querendo tomar passos menores… ou passo nenhum… Frustrante? Não mais.

Pela primeira vez, algo me ensinou o que não fazer ou no que não me transformar. Os bons líderes já devem ter parte desse ensinamento resolvido, porém nem todos os egos da equipe estão. Vamos salvar o time e a ideia?

 

Captura de Tela 2013-12-04 às 09.44.34

 

Eis os “Matadores de Criatividade”:

1. Mantendo tudo no escuro.

“Não gostei… Não consigo te explicar o porquê, mas não gostei.”

“Eu sei exatamente o que quero, mas não sei explicar. Quando eu descobrir eu te falo.”

Algumas pessoas adoooram fazer isso, criticar por criticar. Toda crítica é sempre bem vinda, mas para dar certo, que tal uma regrinha? Toda crítica deve vir acompanhada de uma solução. Se a pessoa não consegue se explicar em 1 minuto, a crítica é descartada.

 

2. Ditadores.

“Eis minha ideia! Execute-a!”

“Aqui está minha ideia, cadê a sua?”

Patrões normalmente são assim. Se esse é o caso, ele não está pronto para mudanças.

 

3. Tempo de execução irreal.

“É só uma página. Não deve demorar mais de uma hora para ser desenvolvida.”

“Eu sei que não há motivos para postergar isso para amanhã. Mas eu quero.”

 Antes de qualquer reunião, seja de criação ou desenvolvimento, é bom colocar uma agenda de tarefas em local visível e todos devem estar de acordo.

 

4. Procrastinação.

“Nós realmente queremos sugestões. Mas não é nossa culpa senão temos tempo para executá-las.”

“Acho que é isso. Errr… Só mais uma correção no rascunho #13…”

Esse é o tipo de ocorrência que se vê em agência de publicidade  e estúdios de design. Existem infinitas variações para a mesma ideia. E com essas, se faz uma faculdade de filosofia. Aprenda a dizer não. :)

 

5. Formalidades e Protocolos.

“Coloque por escrito.”

“Esteja certo que suas ideias estejam dentro de nosso formato.”

“Não faça perguntas, apenas siga as normas.”

Esse é outro exemplo que a empresa ou a liderança não está pronta para mudanças.

 

6. Burocracia.

“É uma ótima ideia, agora só pegue os outros dez “okeys” com assinatura e a gente fecha.”

Esse é o que chamo de processo pegadinha. Não mude nada até a última assinatura. Lembre-se, a última é a mais importante.

 

7. Desencorajando novas ideias.

“Eu não vou ter tempo de encontrá-lo. Então porque você não me manda por correio?”

“Eu pessoalmente não o faria… Mas tenta você!”

“Não me venha com ideias, apenas faça o seu trabalho.”

Momento turbo de ser inovador: mande num Carro de Mensagens! Tente você, sim! E sim, esse é seu trabalho, continue e mostre para outra pessoa.

 

8. Processo de Avaliação.

“Prefiro, ao invés de te dar um feedback, terminar tudo sozinho.”

Isso é mais normal do que se imagina. Um diálogo é sempre interessante. Afinal, você faz parte do processo e merece crédito por isso.

 

9. Incentivos.

“Para que dizer obrigado? É o trabalho dele, não é?”

Pessoas rabugentas estão em todo Planeta Terra. Continue a sorrir.

 

10. O medo do fracasso.

“Mesmo você tendo me deixado na mão da última vez, vou te dar uma outra chance.”

“Você aposta seu emprego nisso?”

Confie no seu taco e aposte alto em suas ideias. Faz parte da vida se arriscar.

 

11. Politicagem.

“O que seu chefe achou?”

“Será que minha ideia vai ofender alguém?”

 Gregos, troianos e sua mãe, sempre estarão insatisfeitos. Não se preocupe tanto. A equipe gostou? É o que importa.

 

12. Resistente a mudanças.

“Se é uma ideia tão incrível, por que você não pensou nisso antes?”

“Olha, nunca fizemos dessa forma.”

Esse é o perfil daquele que quer inovar mas não quer perder controle do que acontece na empresa. Converse com carinho sobre o que é inovação.

 

13. O Sistema de castas.

“Por que deveria te dar ouvidos? Você nem é o especialista na área.”

Isso não virá de chefe, mas sim de colegas. Jogo de cintura nessas horas é fundamental. Lembre-se: “Exatamente, e é por isso que estou aqui.”

 

Saiba mais aqui! :)

Comentários

Quando um sistema de ensino muda as regras do jogo

23 de October de 2013
escolas

Há muito tempo atrás, nós viemos aqui divulgar um projeto que havia sido lançado via Catarse e no qual acreditamos de coração. Tratava-se do coletivo Educ-Ação que tinha como objetivo rodar o mundo atrás de modelos de educação com práticas inovadoras.

Ficamos tão encantadas com o projeto e com a dedicação deste grupo que até entrevistamos um dos seus queridos membros, o André Gravatá, que deu um show de simpatia, além de esbanjar sua energia para mudar o mundo. (Confira a reportagem aqui)

Agora é com muita alegria que a gente abre esse espaço para divulgar o belíssimo trabalho que resultou da energia destas pessoas: o livro Volta ao Mundo em 13 Escolas.

Em versão digital gratuita ou versão física, passível de compra, o livro aborda sistemas de ensino inovadores de 13 escolas ao redor do mundo, que estão mudando as regras do jogo. Confira no mapa abaixo as escolas visitadas:

Captura de Tela 2013-10-23 às 10.54.16

Além de contar a jornada incrível passando por cada escola, o livro é cheio de referências e dicas de livros e sites para quem quer se aprofundar em algum assunto apresentado ao longo das páginas.

Para baixar o livro gratuitamente, acesse aqui.

E, instigando um pouco mais a sua curiosidade sobre o livro (que nós já baixamos e estamos lendo com muito carinho), deixamos o trecho final da obra  e uma poesia que dão o tom do projeto.

Nas palavras de André Gravatá, publicadas no livro Volta ao Mundo em 13 Escolas:

“(…) Um dia, minha mãe me perguntou: “Filho, por que você gasta tanto tempo do seu dia nesses projetos de educação?”. A minha resposta mais sensata está na certeza de que a educação é uma ferramenta para nos reen- cantarmos com o mundo e nos reconectarmos com nós e com os outros.

Por fim, gostaria de compartilhar um poema escrito por mim ao final da jornada, com o título “A podência da educação”. Sinto que certas refle- xões são mais bem apreendidas por meio da arte. 

Educação é feita principalmente de gente
Gente é feita principalmente de abundância
Freire disse que se a educação não pode tudo
alguma coisa fundamental ela pode
E a educação pode uma podência
Que surgiu bem antes de método ou ciência

A educação tem a podência do esticamento do olhar
Para que ele se abra enorme
Do tamanho do mar

A educação tem a podência da expansão
Do cultivo de campos de diversidade
Para fertilizar os sertões
Que hoje têm nome de cidade

A educação tem a podência do desafiamento
Passa pelo encontro com nossos redemoinhos internos
Que giram, sem trégua, num movimento de bagunçação
Daquelas entranhas feitas principalmente de emoção

A educação tem a podência de instaurar
Uma catação de horizontes dentro de cada um
Para que as abundâncias sejam descobertas
Lapidadas, expostas, caleidoscopadas
Tocadas, abertas, compartilhadas

A educação tem a podência de conjugar
Um verbo sinuoso, em chamas
O verbo ousadiar
Que é verbo de significância
Verbo de propósito sem demora
Para que nos ousadiemos no agora
E no gerúndio, ousadiando
A qualquer hora.”

Comentários

Inovação como vantagem competitiva

11 de September de 2012
hsm

 

Olá pessoal,

Hoje estou quebrando o protocolo e advogando em causa própria! Estou muito feliz e gostaria de compartilhar com nossos seguidores mais essa conquista, ter um artigo divulgado no Portal HSM, é um motivo prá la de  especial que certamente justifica ter este post. Para quem ainda não leu, segue abaixo na integra o artigo que escrevi e foi divulgado na semana passada:

“Aos olhos do consumidor está cada vez mais difícil de identificar o que diferencia uma marca da outra. É uma sutileza aqui, um toque ali e uma dificuldade gigante em definir qual a melhor solução na aquisição de um novo produto ou serviço.

O uso da inovação como vantagem competitiva tem sido pauta fixa em reuniões das grandes organizações, na busca de constituir benefícios diferenciados aos clientes. Mas a pergunta que não quer calar é: como fazer? Existem no mercado diversas metodologias capazes de proporcionar soluções diferenciadas para as empresas interessadas, mas o principal item que deve ser levado em consideração é a cultura de inovação.

Essa cultura é capaz de transformar um ambiente, desenvolvendo um DNA inovador em que cada colaborador seja capaz de respirar inovação espontaneamente, onde se tenha um verdadeiro exército de pessoas buscando soluções com o foco “do cliente”. Isso sim constitui um diferencial competitivo.

Organizações que realmente utilizam a inovação como vantagem competitiva investem esforços em questões culturais, desenvolvendo suas equipes e indo muito além de ter um “grupo de pensadores” trancados em uma sala diferenciada acreditando ter soluções para virar o jogo no mercado.

O verdadeiro diferencial competitivo está em possuir colaboradores com pensamento diferenciado, com olhar inovador em um ambiente aberto e comprometido em reinventar-se constantemente.”

Públicado no Portal HSM em 04/09/2012

Comentários

Innovation Connections 3M | Um Café Especial

25 de May de 2012
Captura de Tela 2012-05-24 às 23.49.17

Essa semana está recheada de eventos inspiradores!!!! Tem a Redesign que está rolando quinta-feira e sexta-feira, tem também o Dream:in Espm no sábado, e na manhã desta sexta-feira não dá pra perder o Innovation Connections 3M.

“Aaaahhh mas hoje???? Agoraaaa????”, sim! Hoje e agora! Se você não está acompanhando pessoalmente no hotel Unique em São Paulo, pode acompanhar ao vivo pela web mesmo.

Para acompanhar o evento ao vivo pela web é só clicar AQUI.

8h – 9h    Café da manhã (Chef Emmanuel Bassoleil)
9h10 – 9h20    Boas-vindas – José Varela (Presidente 3M)
9h20 – 9h50    Luiz Serafim (3M)
9h50 – 10h20    João Ciaco (Fiat)
10h20 – 10h50    Romeo Busarello (Tecnisa)
10h50 – 11h45    Art Fry (Inventor do Post-it® – Embaixador 3M)
11h45 – 12h    Fechamento – José Varela (Presidente 3M)

Dentro da agenda do evento, o nome mais esperado com certeza é do americano Art Fry, nada mais, nada menos, que o inventor do Post-it®

                 

Estaremos por lá acompanhando este evento, fique ligado no nosso twitter que faremos uma pocket cobertura! ;)

Comentários

Inovando nos negócios | HBR

23 de May de 2012
mjv

Na última semana, rolou um evento quentíssimo com grandes nomes nacionais e internacionais da inovação. Estamos falando do Harvard Business Week, que ocorreu na terça-feira (15/05), em São Paulo – nós adiantamos aqui quais deveriam ser os pontos altos do dia.

Vamos falando um pouquinho a cada dia do que mais gostamos e trazendo detalhes do que vimos por lá! Mas já pra adiantar, gostamos muito do que ouvimos do Professor Roberto Verganti, da Politécnica de Milão; dos cases da Basf e da Mafre; e do workshop da MJV que rolou ao final do dia; entre outros.

E pra começar a trazer mais sobre o assunto, vamos começar pelo que fechou esse dia de inspiração: o workshop “Inovação Estratégica Orientada pelo Design”, conduzido pela consultoria MJV.

Durante todo o workshop os participantes foram estimulados a debaterem em grupo quatro temas constantes na inovação (ambientes, pessoas, prototipação, e gestão da inovação), e, através dos conceitos de Design Thinking, realizaram diversas atividades estimulando a criatividade, gerando ideias e, ao final, prototipando suas ideias para verificarem a eficácia das mesmas.

O processo todo foi trabalhado aliando teoria e  prática, e mostrando de maneira simples como aplicar os conceitos de design thinking no dia-a-dia.  A MJV ainda mostrou seu lado de open innovation compartilhando todo o conteúdo apresentado e gerado no evento em um site criado exclusivamente para este evento.

No site  http://www.culturadeinovacao.com.br/  é possível encontrar as referências mencionadas no workshop,  também as fotos dos grupos de trabalho e, principalmente, as ideias geradas e prototipadas.

O material apresentado durante o workshop está todo no Slideshare, é só clicar AQUI! Se você não teve a oportunidade de participar desse dia de inspiração e conhecimento, aproveite e mergulhe neste conteúdo!!! =)

Comentários

Falsos dilemas nas metas de inovação

13 de April de 2012

No mês passado, o nosso colega José Claudio Terra, da consultoria Terra Fórum, foi entrevistado pela jornalista Patricia Buneker para a HSM Inspiring Ideas para contar um pouco mais sobre alguns conceitos de inovação e o que é preciso para vencer falsos mitos e derrubar velhas ideias, muitas vezes tão cristalizadas que não são nem percebidas.

Vale a pena assistir a entrevista:

Comentários

Pizza em um click!

4 de April de 2012
pizza222

Você acha que é um cliente VIP de sua pizzaria delivery só porque quando liga para fazer um pedido os atendentes já sabem seu pedido habitual? Se sim, é melhor não continuar lendo este post se não quiser acabar com a sua sensação de exclusividade e atendimento personalizado.

Tudo isso perde sentido quando você conhece o botão da pizza! Uma solução simples e mais prática impossível: apenas com um apertar de botão de um imã de geladeira a pizza já chega a sua casa em alguns minutos.

Quer saber como funciona? Você recebe um kit na sua casa, programa ele via bluetooth a primeira vez com a sua pizza favorita, e pronto, quando quiser uma pizza é só apertar. Você recebe um SMS de confirmação. Dá pra alterar o sabor de sua preferência do imã a qualquer momento.

A inovação é da Red Tomato, uma famosa pizzaria de Dubai, e é chamada de Vip Fridge Magnet. O dispositivo possui um localizador que, quando acionado, já mostra o perfil e endereço do cliente.

Mas como o próprio nome já diz, os cobiçados imãs, foram distribuídos apenas para os clientes mais fiéis a rede.

Isso sim é um real conceito de compra em um click! =)

Comentários
Pages:12»

Follow Us!

Realização:

Parceria

Biblioteca