Educ-ação | Modelos Inovadores de Ensino

2 de November de 2012
Education gap widening

Se é com educação que se muda o mundo, também não será com o mesmo modelo de educação praticado há tantos anos que veremos muitas mudanças acontecendo por aí.

É partindo dessa vontade de ver novos modelos de educação e iniciativas inspiradoras de aprendizagem, que nasceu o projeto Educ-ação.

Este projeto está em busca de 12 modelos inovadores de ensino, que provem que é possível educar e ensinar sem que criemos um exército de pessoas iguais, com as mesmas ideias e pensamentos, mas sim apostando no potencial de cada indívuo em prol de transformar o coletivo. A proposta é buscar modelos de ensino que trabalhem com temas e metodologias atuais como o empreendedorismo, a lógica dos games, a sustentabilidade, entre outros temas não abordados no modelo padrão de educação atual.

 

 

A iniciativa, que não tem fins lucrativos, tem como propósito maior “inspirar pais inquietos, jovens curiosos e educadores empreendedores por meio dessa jornada que será relatada num livro”, segundo os organizadores do projeto. Estes organizadores, de alguma forma, seja pela sua formação, profissão ou vocação, já estão ligados à causas e estudos que visam trazer à tona formas de transformação.

Uma destas pessoas é o André Gravatá, um jovem jornalista conhecido por criar microrrevoluções e pela sua famosa provocação de que “dá para mudar o mundo na hora do almoço”. [logo mais publicaremos uma entrevista que fizemos com o André, aqui no blog] Outra figura, que sua presença no projeto já indica a qualidade das busca e da exploração das informações, é a gaúcha Carla Mayumi, hoje um dos maiores nomes em pesquisa de mercado no Brasil, e sócia da nossa queridinha das pesquisas, a BOX1824 (aquela do Sonho Brasileiro e do We All Want to Be Young, lembra?).

Para compor o livro “Volta ao Mundo em 12 Escolas”, o projeto Educ-Ação já realizou pesquisas em 6 modelos educacionais, até agora: um no Brasil, três na Europa, um nos EUA, um na Indonésia, e mais recentemente, na Índia.

Sala de aula na Green School, escola visitada em Bali, Indonésia. Foto: Educ-ação

É possível acompanhar a jornada através do site do projeto http://educ-acao.com.

Também é possível contribuir com o projeto que está com um crowdfunding rolando na rede Catarse em busca de financiamento para o livro. O apoio vai de R$ 10 até R$ 10.0000, cada contribuição recebendo uma recompensa como forma de agradecimento. Por exemplo, quem contribuir com R$ 50, torna-se um Apoiador Leitor e recebe como agradecimento um exemplar do livro impresso; tem seu nome citado no livro como apoiador; recebe o 1º capítulo dois meses antes da publicação do livro; um adesivo com frase do projeto; e (uma jóia rara) uma  lista com as leituras que marcaram os pesquisadores ao longo da jornada.

Super vale contribuir para esta grande jornada! Mas corra porque só pode até o dia 09/11, e se eles não conseguirem o valor total do projeto, não recebem o financiamento do Catarse que já arrecadou R$ 34.751 dos R$ 48.000 meta.

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The People’s Supermarket

31 de January de 2012
peoples-Supermarket

Nós já falamos por aqui várias vezes do poder do coletivo e de como muitas pessoas unidas por uma mesma causa podem mover moinhos! =)

É assim no crowdfunding e no crowdsourcing onde as multidões (crowd) financiam projetos em que acreditam ou ajudam a dar ideias e criar soluções.

Seguindo nessa onda colaborativa, ideias cada vez mais loucas e inovadoras estão surgindo. Desta vez a nova onda vem lá da terra da rainha.

Já pensou em trocar algumas horas de trabalho naquela loja que você adora para poder comprar seus produtos com desconto??!?! Essa é a ideia do The People’s Supermarket.

O projeto começou em 2009, em Londres, e foi desenvolvido por  Arthur Potts-Dawson, Kate Bull e David Barrie que acreditavam que era possível criar um novo modelo de negócio onde as pessoas tornam-se membros do negócio ao mesmo tempo que cada membro é também dono, e é também voluntário oferecendo algumas horas de trabalho por mês.

Se um negócio desses dá lucro?! Não importa! E é essa a principal ideia! O objetivo principal do projeto, segundo seus fundadores, “é criar um comércio sustentável, uma empresa social que alcança o crescimento e as metas de rentabilidade enquanto opera dentro de valores baseados no desenvolvimento da comunidade”.

Alguns pontos interessantes:

– os preços já são menores do que outros supermercados já que o quadro de funcionários é bem menor e o trabalho é voluntário

– O lema é “para as pessoas, pelas pessoas”, e é por isso que para ser membro tem que fazer pelo menos 4 horas de serviço voluntário a cada 4 semanas, além de ter que comprar no supermercado com regularidade e fazer um marketing boca-a-boca para os amigos, afinal o negócio é seu também =)

– A preferência é para alimentos produzidos localmente; e o desperdício é combatido ao longo da cadeia, seja através da cozinha criada para preparar refeições utilizando alimentos perto da data de vencimento e então vender comida fresca e saudável pronta, até pelos processos de compostagem realizados com os resíduos orgânicos produzidos no supermercado gerando adubo.

Quer saber mais? Tem uma matéria super legal aqui (publicada na Super).

Imagina se essa moda pega?! Quem sabe no futuro podemos fazer uma horinha na padarinha para garantir o pãozinho, mais uma horinha na loja de roupas pra descolar aquela calça nova… é… quem sabe?! =)

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Você sabe o que é crowdlearning?

10 de January de 2012

Crowdfunding muita gente já ouviu falar, mas você conhece o crowdlearning?

O modelo utiliza o conhecimento coletivo para a aprendizagem de assuntos de interesse comum. O objetivo não é trocar apoio, investimento, ou bens, mas sim informações e conhecimento.

Conversando sobre isso, com uns amigos do Clube de Inspiração, conhecemos o site “Nós.vc – Encontros Inspiradores”, que é um dos primeiros a propor essa modalidade aqui no Brasil.

Para fazer parte é bem fácil, primeiro o usuário se inscreve, cria uma proposta de cursou ou debate sobre qualquer assunto, monta a programação e indica quem vai liderar o encontro e envia para aprovação. A equipe de curadoria do site avalia e divulgano site. Os cursos mais votados pelo público serão promovidos pela equipe do Nós.vc.

O Inovaqui nasceu com a proposta de compartilharmos nossos conhecimentos para todos que tiverem o mesmo interesse que o nosso, fiquem atentos ao Nós.vc, quem sabe alguma proposta nossa não aparece por lá também…!? #suspensefeelings

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Você quer? Nós queremos.com.br!

4 de December de 2011
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Na última semana, falamos aqui no blog sobre Crowdfunding e como esse novo modelo de financiamento colaborativo tem ajudado pessoas a viabilizarem suas ideias e sonhos.

E se o seu sonho não for um projeto ou uma ideia, mas sim ver sua banda favorita tocar na sua cidade? Foi assim que nasceu o site queremos.com.br.

Nos moldes do crowdfunding, o Queremos é uma iniciativa que, como toda boa inovação, surgiu de uma necessidade. Três amigos cariocas, ligados ao meio musical, estavam fartos dos shows internacionais de bandas alternativas virem ao Brasil, mas nunca ao Rio de Janeiro. Segundo os organizadores destes shows, no Rio não haveria público interessado que justificasse um show na cidade.

Os amigos, convencidos de que, assim como eles, haviam muitos fãs dessas bandas, cansaram de reclamar e partiram para a ação criando um formato inédito: “dividir por uma fatia do público o valor necessário para produção de um evento, garantindo assim a sua realização – podendo reembolsar integralmente essas pessoas com a arrecadação da bilheteria”, segundo o site.

Quem compra uma cota tem sua foto no mosaico do show no site; rolam também patrocinadores comprando cotas.

Como funciona na prática: a galera do Queremos entra em contato com a banda e levanta os custos para trazer a banda ao Rio (cachê+estrutura), por exemplo R$100.000; aí eles dividem esse valor em cotas para que seja viável um fã pagar, tipo 1000 cotas de R$ 100; mil fãs comprando um ingresso cada um, já garantem a realização do show (se não são vendidas todas as cotas, o show não acontece e o dinheiro é devolvido para quem comprou uma cota); a partir daí começam a ser vendidos ingressos comuns no lugar de cota; caso os ingressos adicionais atinjam o valor do show, o dinheiro das cotas é devolvido e os fãs que apostaram antes e investiram para garantir o show são reembolsados e vão ao show de graça!!

Segundo os organizadores do site, quase todos os shows realizados tiveram suas cotas reembolsadas, mostrando o sucesso desta iniciativa.

É mais uma iniciativa que mostra que o crowdfunding, ou a boa e velha “vaquinha” =), está mudando o jeito de fazer cultura.

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Crowdfunding | Você já entrou nesta onda?

29 de November de 2011
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Tem um projeto suuuuper legal mas não tem grana para realizá-lo???? Ou tem aqueeeela vontade de contribuir de alguma forma para uma ideia ou um projeto bacana?????

Então você precisa conhecer o modelo que tem ajudado milhares de pessoas, em todo o mundo, a verem seus sonhos tornarem-se realidade: o crowdfunding.

O nome é mais complicado do que o processo em si. A imagem logo abaixo explica direitinho como funciona.

Bem… se ainda não ficou muito claro, aí vai uma explicação/exemplo: imagine que você tem o sonho de gravar um documentário mas está sem dinheiro para bancar o filme; então você vai atrás de pessoas que acreditem no projeto tanto quanto você e se identifiquem com a causa; aí você pede uma contribuição para essas pessoas e dá alguma coisa em troca (ex. quem contribuir com R$ 10 ganha um par de ingressos para estréia, já quem contribuir com R$ 100 pode aparecer no filme, e por aí vai); quanto mais pessoas gostarem do seu projeto, mais rápido você arrecada a quantia necessária. Pronto! Você tem o dinheiro para o projeto e quem colaborou tem algo em que acreditar.

Existem várias plataformas atualmente que facilitam esse relacionamento entre o idealizador e os apoiadores. Uma das mais famosas é o site Catarse, onde você cadastra o seu projeto, diz quanto precisa e as pessoas podem contribuir com qualquer valor a partir de R$ 10. Assim que alcançar o montante, você recebe o dinheiro, caso não alcance o valor total os apoiadores recebem o dinheiro de volta. Vale dar uma conferida nos projetos que estão no ar.

Alguns especialistas estão chamando esta modalidade de “financiamentos colaborativos”. O que no fundo, no fundo, nada mais é do que a boa e velha vaquinha em versão 2.0! =)

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