SparkTruck. Uma iniciativa diferente para criar pequenos inovadores.

por Paula Falco
23 de December de 2013
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SparkTruck é uma proposta de educação móvel. Em 2012 esse grupo rodou os Estados Unidos, encorajando crianças em aprender sobre inovação de formas bem divertidas.

O projeto é tão inovador, que ganhou o premio “Innovation by Design Awards 2013”, da Fast Co. Design.

Em 2012, um grupo de alunos de Stanforf iniciou o projeto SparkLab com estudos voltados à educação e tecnologia.  Inicialmente a ideia era o protótipo de uma tese que acabou virando uma start-up. Após uma bem sucedida kickstarter campaign, eles conseguiram dinheiro para o caminhão e para todos os equipamentos criativos.

 

 

Ao visitar 2.700 alunos pela América, a SparkTruck mostrou ser uma fantástica iniciativa de alunos para alunos. Ensinando inovação para um futuro melhor.

 

Entenda mais do projeto aqui: http://sparktruck.org/

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13 Maneiras de Destruir a Criatividade e o Processo de Inovação

por Paula Falco
4 de December de 2013
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Estava um dia desses na minha aula final de “Técnicas de Síntese em Design”, incrivelmente elaborada por Peter Zapf, e me deparo com uma situação interessante, que na minha cabeça de designer saiu mais ou menos assim: “13 maneiras de destruir tudo aquilo que você fez até agora e querer esganar seus colegas.”

Esses ensinamentos foram criados por Frank Sonnenberg, autor de “Managing with a Conscience”, “It’s The Thought That Counts”, dentre outros.

Sim, nós designers (vale também para outros profissionais que estão entrando no ramo) estamos sempre usando todas as ferramentas de prototipagem para gerar a ideia que será a solução do universo. Entretanto, esquecemos que o processo será árduo e dolorido. Afinal, nada como uma ideia pulando igual pipoca na sua cabeça e a equipe querendo tomar passos menores… ou passo nenhum… Frustrante? Não mais.

Pela primeira vez, algo me ensinou o que não fazer ou no que não me transformar. Os bons líderes já devem ter parte desse ensinamento resolvido, porém nem todos os egos da equipe estão. Vamos salvar o time e a ideia?

 

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Eis os “Matadores de Criatividade”:

1. Mantendo tudo no escuro.

“Não gostei… Não consigo te explicar o porquê, mas não gostei.”

“Eu sei exatamente o que quero, mas não sei explicar. Quando eu descobrir eu te falo.”

Algumas pessoas adoooram fazer isso, criticar por criticar. Toda crítica é sempre bem vinda, mas para dar certo, que tal uma regrinha? Toda crítica deve vir acompanhada de uma solução. Se a pessoa não consegue se explicar em 1 minuto, a crítica é descartada.

 

2. Ditadores.

“Eis minha ideia! Execute-a!”

“Aqui está minha ideia, cadê a sua?”

Patrões normalmente são assim. Se esse é o caso, ele não está pronto para mudanças.

 

3. Tempo de execução irreal.

“É só uma página. Não deve demorar mais de uma hora para ser desenvolvida.”

“Eu sei que não há motivos para postergar isso para amanhã. Mas eu quero.”

 Antes de qualquer reunião, seja de criação ou desenvolvimento, é bom colocar uma agenda de tarefas em local visível e todos devem estar de acordo.

 

4. Procrastinação.

“Nós realmente queremos sugestões. Mas não é nossa culpa senão temos tempo para executá-las.”

“Acho que é isso. Errr… Só mais uma correção no rascunho #13…”

Esse é o tipo de ocorrência que se vê em agência de publicidade  e estúdios de design. Existem infinitas variações para a mesma ideia. E com essas, se faz uma faculdade de filosofia. Aprenda a dizer não. :)

 

5. Formalidades e Protocolos.

“Coloque por escrito.”

“Esteja certo que suas ideias estejam dentro de nosso formato.”

“Não faça perguntas, apenas siga as normas.”

Esse é outro exemplo que a empresa ou a liderança não está pronta para mudanças.

 

6. Burocracia.

“É uma ótima ideia, agora só pegue os outros dez “okeys” com assinatura e a gente fecha.”

Esse é o que chamo de processo pegadinha. Não mude nada até a última assinatura. Lembre-se, a última é a mais importante.

 

7. Desencorajando novas ideias.

“Eu não vou ter tempo de encontrá-lo. Então porque você não me manda por correio?”

“Eu pessoalmente não o faria… Mas tenta você!”

“Não me venha com ideias, apenas faça o seu trabalho.”

Momento turbo de ser inovador: mande num Carro de Mensagens! Tente você, sim! E sim, esse é seu trabalho, continue e mostre para outra pessoa.

 

8. Processo de Avaliação.

“Prefiro, ao invés de te dar um feedback, terminar tudo sozinho.”

Isso é mais normal do que se imagina. Um diálogo é sempre interessante. Afinal, você faz parte do processo e merece crédito por isso.

 

9. Incentivos.

“Para que dizer obrigado? É o trabalho dele, não é?”

Pessoas rabugentas estão em todo Planeta Terra. Continue a sorrir.

 

10. O medo do fracasso.

“Mesmo você tendo me deixado na mão da última vez, vou te dar uma outra chance.”

“Você aposta seu emprego nisso?”

Confie no seu taco e aposte alto em suas ideias. Faz parte da vida se arriscar.

 

11. Politicagem.

“O que seu chefe achou?”

“Será que minha ideia vai ofender alguém?”

 Gregos, troianos e sua mãe, sempre estarão insatisfeitos. Não se preocupe tanto. A equipe gostou? É o que importa.

 

12. Resistente a mudanças.

“Se é uma ideia tão incrível, por que você não pensou nisso antes?”

“Olha, nunca fizemos dessa forma.”

Esse é o perfil daquele que quer inovar mas não quer perder controle do que acontece na empresa. Converse com carinho sobre o que é inovação.

 

13. O Sistema de castas.

“Por que deveria te dar ouvidos? Você nem é o especialista na área.”

Isso não virá de chefe, mas sim de colegas. Jogo de cintura nessas horas é fundamental. Lembre-se: “Exatamente, e é por isso que estou aqui.”

 

Saiba mais aqui! :)

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Por que boas ideias nascem em uma mesa de bar?

5 de June de 2013
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Por que boas ideias nascem em uma mesa de bar?

Essa foi a pergunta que fomos responder e o pensamento que fomos provocar em 125 alunos e convidados para a  Semana de Empreendedorismo do Unisal Lorena, que aconteceu no dia 22/5.

Durante uma hora falamos sobre o funcionamento do cérebro humano e como as ideias nascem dentro de nossas cabeças. Abordamos a importância dos ambientes para o estímulo do processo criativo e sua etapas. Falamos dos mitos e verdades da criatividade, e deixamos 7 dicas de ouro para quem quer ter mais ideias e, principalmente, ideias mais inovadoras.

 

PALESTRA

 

Infelizmente não nascemos com um botão que nos coloque na função “modo gerar ideias” que ligamos e desligamos, e facilmente as ideias vem.

Por outro lado, a partir do momento que conseguimos compreender como se dá o processo de geração de uma ideia podemos estimular esse processo com mais facilidade e, principalmente, podemos aprimorar a qualidade das ideias que são geradas neste processo, passando a ter ideias mais criativas e inovadoras.

O material, elaborado pela nossa querida Isabel Oliveira e seu talento em transformar informação bruta em lindas ilustrações, está disponível para consulta no SlideShare e pode ser conferido logo abaixo:

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E porque a mesa do bar? Bom, essa resposta completa só quem assistiu nosso blablabla para saber! ;)

Mas podemos resumir que o segredo está nas conexões que fazemos com pessoas diferentes, onde não há rótulos ou o medo de falar besteiras, e todos estão em um ambiente mais livre e com uma diversidade de pensamentos e experiências.  Neste ponto, o desafio está em construirmos este ambiente de bar dentro das salas de aula e dos escritórios para que boas ideias possam nascer em qualquer e todo lugar!

Outro ponto é a importância de que essas conexões surjam de forma natural e espontânea. Para isso, você precisa ter um conteúdo relevante para a rede de outras pessoas. As conexões se formam quando existe uma troca de conhecimentos, se você não é uma pessoa interessante, dificilmente criará uma rede de ideias e pessoas interessantes a sua volta. E neste caso não haverá mesa de bar que resolva. Então antes de ir para o bar trocar ideias, seja uma pessoa com conteúdo. Leia mais (e leia de tudo); converse com pessoas na rua, afinal todo mundo tem uma boa história para contar; seja um turista no seu dia-a-dia e observe mais; e deixe sua mente voar livre.

Quando você é uma pessoa interessante (com conteúdo relevante para alguém) e se mostra interessado (no conteúdo de alguém), é só puxar uma cadeira, sentar, relaxar e começar  a conversar que as conexões começam e ideias brilhantes surgem em uma simples mesa de bar. ;)

*Quer levar essa palestra para seu evento, sua empresa, ou para uma tarde inspiradora? Entre em contato takeatip@takeatip.com.br

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Exercite a criatividade | Infográfico

9 de May de 2013
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Gostamos muito desse infográfico criado pelo pessoal do Ponto Eletrônico. E o que é bom a gente compartilha! :)

 

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*Precisando desbloquear sua criatividade?Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Criatividade com o objetivo de despertar o potencial criativo. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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Free Desk Here | Temos Vagas!

8 de May de 2013
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O conceito de coworking já se tornou comum no Brasil. Novos espaços como o The Hub e o Plug N’Work surgem a cada dia, oferecendo pacotes e planos para quem precisa “alugar” um espaço para trabalhar.

A novidade agora é o conceito de Free Desk Here. Qual a diferença para os espaços de coworking que conhecemos? A primeira, como o nome já diz, é que é free; a segunda, é que a estação de trabalho que você ocupa não está em um ambiente feito só para compartilhamentos de mesas, mas sim em uma empresa comum, ou melhor, em uma agência de publicidade, segmento que mais aderiu à onda, por enquanto.

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O serviço lançado por Nick Couch (dono da Open Studio Club, uma espécie de Airbnb para escritórios) é descrito por ele como um Linkedin da vida real, em artigo para a Fast Co.. “É um jeito de pessoas encontrarem novas pessoas, mas de uma forma mais significativa do que “adicionando alguém na lista com +500.”

Para a agência que disponibiliza o espaço, as vantagens estão em contar com novas ideias, um olhar diferente, uma referência nova para influenciar seus criativos no dia-a-dia, dando uma sacudida no ambiente. Imagine a cada um ou dois meses contar com um “turista” trazendo suas experiências para compartilhar com o time? É desta troca que, quem cede a mesa, está em busca. Por isso, na hora de anunciar a mesa, é possível também fazer uma descrição do perfil de visitante que a agência gostaria de receber e ressaltar características (criativo, músico, cientista, bom de bola, mãe que manda bolo pro trabalho, etc.).

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Para quem vai usufruir da mesa-amiga, os benefícios são inúmeros, assim como também são inúmeras as regras que vão desde não tocar música até ter que assinar um contrato de confidencialidade. Mas vale a pena pela experiência, pela oportunidade de mostrar seu trabalho, conhecer pessoas interessantes e descobrir como é o dia-a-dia (de verdade) de uma agência.

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Fazendo uma busca pelas mesas disponíveis no site, encontramos mesas em Berlim, Londres, Nova York, Barcelona, e em mais algumas cidades da Europa e EUA. Mas não encontramos nenhuma mesa em solo verde e amarelo!

E aí? Qual será a primeira agência (ou empresa, por que não?) brasileira a anunciar sua Free Desk Here???

 

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The Creativity Gap | Pesquisa

2 de May de 2013
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Em um estudo realizado em 2012, com mais de 5 mil pessoas, sendo mil de cada país pesquisado (EUA, Inglaterra, Alemanha, França e Japão), foi criado o infográfico abaixo apontando o gap de criatividade existente no mundo.

Em resumo, o estudo aponta que, para os entrevistados, liberar o potencial criativo das pessoas é visto como a chave para o crescimento econômico e social, porém destas mesmas pessoas menos da metade delas consideram-se criativas. Apenas 1 a cada 4 pessoas sente que está utilizando o seu potencial máximo criativo. A falta de tempo é apontada como grande vilã para a falta de criatividade.

Identificaram também neste estudo que há uma crescente pressão no ambiente de trabalho para que as pessoas sejam mais produtivas do que criativas, sendo que estas pessoas gastam apenas 25% do tempo delas no trabalho em atividades que exijam algum potencial criativo.

Globalmente, o Japão é apontado como o país mais criativo, exceto pelos próprios japoneses. Em oposição, os americanos acreditam que o EUA são os mais criativos, ao mesmo tempo em que os próprios americanos mostram uma forte preocupação de não estarem utilizando seu potencial criativo.

A questão depois desta pesquisa é descobrir se as pessoas realmente não estão utilizando seu potencial criativo, ou se elas apenas acham que não são criativas. Vamos aguardar algum estudo no melhor estilo da campanha Dove Real Beleza e os retratos falados. ;)

Para ter acesso completo aos dados do estudo, faça download da pesquisa clicando aqui.

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*A Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Criatividade com o objetivo de despertar o potencial criativo. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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The Tasting House | Coma tapetes, paredes e almofadas

11 de April de 2013
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De todos os contos infantis, aquele que toda criança quer viver, definitivamente, é o de João e Maria. Que criança nunca sonhou com uma casa feita totalmente de doces, onde você pode comer toda a casa? Essa ideia também surgiu em a fantástica fábrica de chocolate, e depois em outros filmes e desenhos, e vem sendo explorada pela propaganda, como os comerciais mágicos do Toddynho e seus rios de chocolate, por exemplo.

Até os dias de hoje, essa ideia fantasiosa ainda preenche a cabeça de muitos adultos (eu ia adorar um dia encontrar um rio de Toddynho rs). E pensando nisso, a maior fabricante de açúcar da Grã Bretanha, a Tate & Lyle Sugars, levou a ideia ao pé da letra e criou a The Tasting House, uma casa de oito cômodos com tapetes de merengue, torres de macarons, almofadas de baunilha, e banheiras de pipoca caramelizada.

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A ideia de criar a casa surgiu para divulgar seus 8 tipos diferentes de açúcar, com sabores diferentes. Logo cada cômodo tem um tema para mostrar como cada açúcar pode dar um sabor diferente às guloseimas.

O vídeo abaixo mostra a preparação dos quartos temáticos, onde toda decoração era comestível:

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A experiência é levada ao extremo, onde por exemplo, em um dos quartos decorado com tartarugas marinhas, você pode pegar os ovos que estão na areia (açúcar mascavo) e comê-los, pois são bolos de baunilha envolto em uma casquinha de açúcar!

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Para produzir tudo isso foram gastos 600kg de açúcar, 2000 horas de trabalho na cozinha, e mais 900 horas confeitando e decorando.

Pelas fotos é possível ter uma ideia de como os visitantes puderam ter a experiência de se sentirem um pouco João e Maria, sem uma bruxa má ao final da visita. Nesta versão moderna de conto de fadas, os vilões serão os dentistas e a balança! :)

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O declínio da Criatividade

12 de March de 2013
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“Mas eu não sou criativo!”

Se eu ganhasse R$ 1,00 para cada vez que já ouvi essa frase ao longo da minha carreira no mundo da inovação, estaria com o porquinho cheio! :)

Toda sessão de ideação ou de prototipação de projetos, quando pedimos para as pessoas darem ideias, desenharem, ou criarem, é sempre a mesma ladainha: “mas eu não sou criativo!”.

Aí você conversa um pouco com a pessoa, faz uma atividade, explica algumas coisas sobre criatividade, estimula a criação… e o que acontece? As pessoas se re-descobrem criativas, descobrem um potencial adormecido. O que elas se esqueceram é que, um dia na vida, em suas infâncias, foram altamente criativas, colorindo coelhinhos de roxo, árvores de azul, e criando monstros imaginários, histórias completas com seus brinquedos, e um mundo todo novo a cada dia. Quem tem o privilégio de conviver com crianças no seu dia-a-dia sabe do que estou falando. Elas são uma fonte inesgotável de imaginação e criatividade.

E onde vai parar toda essa criatividade quando elas crescem e em que momento exato ela se perde, ou se esconde dentro de nós? Foi o que George Land e Beth Jarman pesquisaram em 1968.

Eles realizaram uma pesquisa com um grupo de 1.600 crianças, nos EUA. Esse mesmo grupo foi avaliado em testes de criatividade aos 5 anos, depois aos 10 anos, e por fim, aos 15 anos. Depois dessas avaliações, os pesquisadores aumentaram a amostra para 200.000 adultos e realizaram os mesmos testes. Os resultados são esses:

 

 O declínio da Criatividade

É notável a curva de declínio do potencial criativo das pessoas ao longo dos anos. Enquanto 98% das crianças pesquisadas foram consideradas altamente criativas, aos seus 5 anos, apenas 2% dos adultos obtiveram o mesmo potencial criativo.

As análises e hipóteses para este declínio são exploradas no livro Breakpoint and Beyond: Mastering the Future Today (1992), por George Land e sua colega Beth Jarman. Entre diversas análises, eles concluíram que, ao longo da vida, aprendemos a ser não-criativos. Esse declínio não acontece apenas pelo aumento da idade mas, sim, acontece devido aos bloqueios mentais que vamos adquirindo ao longo dos anos. Seja em casa, na família, ou depois na escola e ainda depois no trabalho, somos ensinados a seguir diversas regras e padrões (o que, infelizmente, é necessário para o bem da sociedade). Esses padrões criam bloqueios mentais que inibem o pensamento criativo.

A boa notícia é que, ao mesmo tempo que criamos esses bloqueios mentais, também é possível derrubar estes bloqueios e resgatar no nosso interior todo o potencial criativo que algum dia apresentamos e que, pelo caminho comum da sociedade, tivemos que guardá-lo e escondê-lo para não sermos julgados ou criticados.

Queremos um mundo de coelhos roxos, árvores azuis e dias mais coloridos e criativos.

E você? Que cor será seu coelhinho? :)

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*A Take a Tip tem um treinamento para ajudar empresas e funcionários a despertarem seu potencial criativo: o Laboratório de Criatividade. Para conhecer entre em contato takeatip@takeatip.com.br. 

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An Ode to Creative Work

6 de November de 2012
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Hoje tive a oportunidade de assistir  um vídeo lindo que fala sobre o trabalho criativo, suas dificuldades, desafios e, é claro, a paixão por fazer algo que amamos e gostaria de compartilhar com vocês.

“An Ode to Creative Work” foi produzido pela Behance Creative Network, uma das principais plataformas online para divulgar e descobrir trabalhos criativos. O site 99U (que nós adoramos!) também é um serviço deles. :P

“It’s about doing what we love.”

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HumanKind | Leo Burnett

29 de October de 2012
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A criatividade tem o poder de transformar o comportamento humano.

Essa é a principal crença da Leo Burnett, agência multinacional com sede em Chicago, formada por 96 escritórios e presente em 84 países. E é com essa crença que projetos como “A Hora do Planeta”, envolvendo Leo Burnett e WWF,  ganham proporções em grandes atos que inspiram e transformam a vida das pessoas.

Campanhas com esse poder de transformação são resultado do que Tom Bernardin, chairman e CEO, e Mark Tutssel, chief creative office da Leo Burnett Wordwide, definiram como HumanKind.

Mais do que um posicionamento, o HumanKind é uma filosofia de trabalho, adotada por todos os escritórios da Leo Burnett, que tem como base uma metodologia própria de colocar a “criatividade a serviço da mudança do comportamento humano”, como a própria agência define. E assim, como no caso do projeto “A Hora do Planeta”, o resultado final, segundo a Leo Burnett, deve ser de “ideias transformadoras que inspirem atos, e não somente anúncios”, ou, de forma mais simples e resumida na prática língua inglesa, “Acts not Ads”.

Para explicar mais sobre a filosofia do HumanKind e a forma como a Leo Burnett cria suas campanhas com essa metodologia, eles desenvolveram a animação abaixo.

Em 2010, Tom Bernadin e Mark Tutssel também resolveram colocar em um livro essa filosofia, apresentando, através de seus maiores cases, como eles buscam entender o que as pessoas pensam, como vivem, e o que sentem, para desenvolverem ações criativas e inovadoras, que mudem comportamentos.

O livro HumanKind, publicado originalmente em Chicago, recebeu uma adaptação ao mercado brasileiro, incluindo as campanhas do escritório no Brasil, como é o caso da campanha de divulgação do Fiat500. A versão canarinha será lançada hoje (29/11), em São Paulo, com a presença dos autores (publicitários-tietes de Tom e Mark, smartphones em mãos para muitas fotinhos). O Brasil é o primeiro dos 96 escritórios em todo o mundo a ter uma edição local.

Publicitário ou não, você não pode perder a oportunidade de espiar as páginas desta que é uma daquelas obras que inspiram e contam muito mais do que alguns fatos. É uma abordagem prática de como a criatividade, quando direcionada às necessidades humanas, ganha um poder de transformação.

 

Não Perca:

LANÇAMENTO HUMANKIND

DATA: 29/10/2012
LOCAL: Livraria da Vila – Shopping JK – AV. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Vila Olímpia
HORÁRIO: 18h30 as 20h30

HUMANKIND

TÍTULO: HumanKind
AUTORES: Tom Bernadin + Mark Tutssel
EDITORA: M.Books do Brasil Editora Ltda
PREÇO SUGERIDO: R$ 89,00
PÁGINAS: 256

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