The Tasting House | Coma tapetes, paredes e almofadas

11 de April de 2013

De todos os contos infantis, aquele que toda criança quer viver, definitivamente, é o de João e Maria. Que criança nunca sonhou com uma casa feita totalmente de doces, onde você pode comer toda a casa? Essa ideia também surgiu em a fantástica fábrica de chocolate, e depois em outros filmes e desenhos, e vem sendo explorada pela propaganda, como os comerciais mágicos do Toddynho e seus rios de chocolate, por exemplo.

Até os dias de hoje, essa ideia fantasiosa ainda preenche a cabeça de muitos adultos (eu ia adorar um dia encontrar um rio de Toddynho rs). E pensando nisso, a maior fabricante de açúcar da Grã Bretanha, a Tate & Lyle Sugars, levou a ideia ao pé da letra e criou a The Tasting House, uma casa de oito cômodos com tapetes de merengue, torres de macarons, almofadas de baunilha, e banheiras de pipoca caramelizada.

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A ideia de criar a casa surgiu para divulgar seus 8 tipos diferentes de açúcar, com sabores diferentes. Logo cada cômodo tem um tema para mostrar como cada açúcar pode dar um sabor diferente às guloseimas.

O vídeo abaixo mostra a preparação dos quartos temáticos, onde toda decoração era comestível:

[youtube:http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=rxSUcf-kXv4]

A experiência é levada ao extremo, onde por exemplo, em um dos quartos decorado com tartarugas marinhas, você pode pegar os ovos que estão na areia (açúcar mascavo) e comê-los, pois são bolos de baunilha envolto em uma casquinha de açúcar!

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Para produzir tudo isso foram gastos 600kg de açúcar, 2000 horas de trabalho na cozinha, e mais 900 horas confeitando e decorando.

Pelas fotos é possível ter uma ideia de como os visitantes puderam ter a experiência de se sentirem um pouco João e Maria, sem uma bruxa má ao final da visita. Nesta versão moderna de conto de fadas, os vilões serão os dentistas e a balança! :)

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1 Second Everyday

2 de April de 2013

Quando completou 30 anos, o publicitário Cesar Kuriyama, inspirado por uma das palestras do TED, decidiu por largar o seu emprego e tirar um ano sabático para se dedicar a diversos projetos pessoais, entre eles o desejo de viajar de carro pelos EUA e passar mais tempo com a família.

Durante este tempo, ele começou a refletir sobre o valor dos pequenos momentos e de tudo o que vivemos e acabamos esquecendo. Com o excesso de informação que somos expostos nos dias atuais, é muito comum que pequenos momentos dos nossos dias, por mais prazerosos e únicos que sejam, acabem se perdendo em nossa memória, e, se não temos um sinal ou uma lembrança que possa nos ajudar a resgatar este momento, eles passam.

 

Estas reflexões levaram Cesar a iniciar um projeto para ajudá-lo a se lembrar de todos os seus dias nesse ano sabático. Todos os dias ele passou a gravar um segundo do seu dia. E esse único segundo de vídeo bastava para que ele se lembrasse do dia que havia passado. Além de ajudar a se lembrar dos bons momentos, esse projeto trouxe outras reflexões ao longo das gravações, como a escolha do momento do dia que seria registrado entre tantos segundos (qual seria o mais importante), ou ainda, como registrar dias e momentos ruins como os dias em que passou no hospital com a família quando a cunhada esteve muito doente.

Os 360 dias viraram os 360 segundos compilados no vídeo abaixo:

O projeto trouxe uma nova perspectiva de ver o mundo, tão gratificante, que ele resolveu buscar um financiamento via a rede Kickstarter para desenvolver o app 1 Second Everyday e incentivar outras pessoas a seguirem os mesmos passos. Através do aplicativo, o usuário pode escolher 1 segundo de cada vídeo gravado, em cada dia, e editar um compilado de segundos de sua vida para compartilhar com outras pessoas.

Ao mesmo tempo que o aplicativo traz toda a simplicidade para editar os vídeos, traz também o desafio e o peso da reflexão de encarar que nem todos os nossos dias são tão interessantes e repletos de momentos dignos de registro, mas também nos faz parar para olhar o nosso dia-a-dia com um outro olhar e começar a ver beleza em coisas que ignoramos na correria e na rotina.

É um ótimo exercício para quem trabalha com inovação e criatividade e precisa exercitar o olhar, para observar o que os outros não estão vendo e encontrar novas soluções!

E aí? Vamos tentar? Prometo que posto um vídeo daqui alguns 30 ou 60 dias mostrando os segundos mais interessantes e curiosos de ser blogueira/fotógrafa/professora/consultora de inovação! :)

 

*A Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Imersão com o objetivo de treinar o olhar das equipes. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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Museu do Amanhã

1 de April de 2013

Em 2014, a região do Píer Mauá, na cidade do Rio de Janeiro, irá ganhar o Museu do Amanhã.

A construção, que faz parte do projeto de revitalização do porto, tem a arquitetura assinada pelo espanhol Santiago Calatrava, e irá permitir ao visitante explorar como as coisas serão nos próximos 50 anos, nos campos da matéria, da vida e do pensamento, além de debater questões como mudanças climáticas, crescimento e envelhecimento da população, integração global, entre outros.

 

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E o compromisso do museu com o amanhã já começa com a sua preocupação com o meio ambiente realizando um projeto de arquitetura sustentável. A construção está utilizando materiais reciclados, o telhado está sendo projetado para conter placas de captação de energia solar, e estão sendo desenvolvidos sistemas para captação de recursos naturais da região como, por exemplo, a utilização da água da Baía de Guanabara para a climatização do interior do Museu.

O curador do museu será o físico e doutor em cosmologia Luiz Alberto Oliveira, que terá a missão de estimular nos visitantes uma reflexão sobre o passado, o presente e o futuro através da ciência. Para isso ele contará com instalações interativas; cenários;  jogos audiovisuais; exposições permanentes; uma sala com mostras temporárias; um Centro de Referência do Profissional do Amanhã, onde serão ministrados cursos e palestras; e o Observatório do Amanhã, uma sala dedicada a apresentar os resultados das últimas pesquisas científicas e sociais realizadas ao redor do mundo.

 [youtube=http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=pU2A9Fq3XQs]

 Nós, que adoramos ficar imaginando como será o futuro, estamos super ansiosas pela inauguração deste projeto inovador! E você? :)

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School of Life e o próximo Steve Jobs

25 de March de 2013

Um clube de empreendedorismo anda fazendo barulho. É o School of Life.

A proposta do projeto, que está situado nos EUA, se inspira no mesmo modelo do “La Masía”, a escola de futebol que forma e descobre os talentos do clube Barcelona. Segundo o idealizador e fundador, o brasileiro Ricardo Bellino, “buscamos os Messi, os Dani Alves, os Xavi do mundo do empreendedorismo”.

Na última semana, durante o “Global Entrepreneurship Congress” que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, a School of Life lançou o concurso “Finding the Next Steve Jobs – Global Challenge”. A proposta ambiciosa do concurso é selecionar jovens talentos que queiram montar seu negócio e que tenham habilidades similares as que Nolan Bushnell reconheceu em Jobs quando o contratou em seu primeiro emprego na Atari.

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Bushnell, fundador da Atari, é o presidente da School of Life, e recentemente lançou o livro “Finding the Next Steve Jobs“. No vídeo abaixo, ele explica mais sobre a School of Life e sobre o concurso:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xoap8tOCKok]

Para se inscrever no concurso é necessário entrar no site da escola www.schooloflife.com, enviar um vídeo de três minutos justificando porque será um bom empreendedor, fazer uma doação mínima de US$ 25 (que irá ajudar a custear o projeto), e torcer para ser um dos dez candidatos que serão selecionados para passar 111 dias em Miami na sede da School of Life recebendo treinamentos e consultorias, incluindo palestras com o empresário americano Donald Trump e com Bushnell.

O vencedor recebe US$ 1 milhão para montar o seu negócio.

E aí? O que acha de ser o próximo Steve Jobs? ;)

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A inovação invisível na Índia

21 de March de 2013

O vídeo abaixo é a apresentação do professor de marketing da London Business School, Nirmalya Kumar, no TEDxLondonBusinessSchool. Ele defende que a Índia já está entre os principais pólos de inovação do mundo e explica por que empresas que costumavam exportar apenas trabalhos de fabricação estão começando a deslocar para a Índia altos postos executivos.

Nirmalya Kumar lecionou em Harvard Business School, IMD-International Institute for Management Development, na Suíça, e na Kellogg School of Management da Northwestern University. Atualmente é Professor de Marketing e Co-Diretor do Centro Aditya Birla India na London Business School. Kumar tem atuado como consultor para mais de 50 empresas Fortune 500, trabalhou no conselho de cinco empresas indianas, e já publicou seis livros – incluindo, mais recentemente,  “Índia Interior: o desafio da inovação emergente para o Ocidente”.

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Qual é o seu problema?

13 de March de 2013

Se eu pergunto a você quanto é 5 + 5 qual será sua resposta? Muito provavelmente você dirá que é 10. Agora se eu inverto a lógica de pensamento e te pergunto quais números somados resultam no número 10, a suas possibilidades de resposta aumentam consideravelmente. Você pode inclusive usar frações para chegar a este resultado, números negativos, etc.

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Infelizmente a maioria das empresas, quando estão em busca da solução de um de seus problemas faz perguntas muito mais ao estilo “quanto é 5+5?”. Logo, elas contam com soluções óbvias e limitadas para a resolução de seus problemas.

Se essas mesmas empresas passassem a explorar seus problemas de forma mais ampla, estariam estimulando seus funcionários a pensar em uma gama muito maior de possibilidades.

A grande dificuldade em mudar a forma que perguntamos e definimos os problemas, é que nós não aprendemos a fazer perguntas. Já falamos outras vezes aqui sobre a arte de fazer a pergunta certa. Infelizmente não fomos ensinados a perguntar, apenas a dar as respostas certas.

Dá próxima vez que se deparar com uma questão/problema a ser resolvido, pare, analise o problema e tente mudar a forma que ele está sendo apresentado para uma forma mais ampla que lhe possibilite encontrar múltiplas respostas e assim poderá escolher a solução mais eficiente, ao invés da mais óbvia.

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O declínio da Criatividade

12 de March de 2013

“Mas eu não sou criativo!”

Se eu ganhasse R$ 1,00 para cada vez que já ouvi essa frase ao longo da minha carreira no mundo da inovação, estaria com o porquinho cheio! :)

Toda sessão de ideação ou de prototipação de projetos, quando pedimos para as pessoas darem ideias, desenharem, ou criarem, é sempre a mesma ladainha: “mas eu não sou criativo!”.

Aí você conversa um pouco com a pessoa, faz uma atividade, explica algumas coisas sobre criatividade, estimula a criação… e o que acontece? As pessoas se re-descobrem criativas, descobrem um potencial adormecido. O que elas se esqueceram é que, um dia na vida, em suas infâncias, foram altamente criativas, colorindo coelhinhos de roxo, árvores de azul, e criando monstros imaginários, histórias completas com seus brinquedos, e um mundo todo novo a cada dia. Quem tem o privilégio de conviver com crianças no seu dia-a-dia sabe do que estou falando. Elas são uma fonte inesgotável de imaginação e criatividade.

E onde vai parar toda essa criatividade quando elas crescem e em que momento exato ela se perde, ou se esconde dentro de nós? Foi o que George Land e Beth Jarman pesquisaram em 1968.

Eles realizaram uma pesquisa com um grupo de 1.600 crianças, nos EUA. Esse mesmo grupo foi avaliado em testes de criatividade aos 5 anos, depois aos 10 anos, e por fim, aos 15 anos. Depois dessas avaliações, os pesquisadores aumentaram a amostra para 200.000 adultos e realizaram os mesmos testes. Os resultados são esses:

 

 O declínio da Criatividade

É notável a curva de declínio do potencial criativo das pessoas ao longo dos anos. Enquanto 98% das crianças pesquisadas foram consideradas altamente criativas, aos seus 5 anos, apenas 2% dos adultos obtiveram o mesmo potencial criativo.

As análises e hipóteses para este declínio são exploradas no livro Breakpoint and Beyond: Mastering the Future Today (1992), por George Land e sua colega Beth Jarman. Entre diversas análises, eles concluíram que, ao longo da vida, aprendemos a ser não-criativos. Esse declínio não acontece apenas pelo aumento da idade mas, sim, acontece devido aos bloqueios mentais que vamos adquirindo ao longo dos anos. Seja em casa, na família, ou depois na escola e ainda depois no trabalho, somos ensinados a seguir diversas regras e padrões (o que, infelizmente, é necessário para o bem da sociedade). Esses padrões criam bloqueios mentais que inibem o pensamento criativo.

A boa notícia é que, ao mesmo tempo que criamos esses bloqueios mentais, também é possível derrubar estes bloqueios e resgatar no nosso interior todo o potencial criativo que algum dia apresentamos e que, pelo caminho comum da sociedade, tivemos que guardá-lo e escondê-lo para não sermos julgados ou criticados.

Queremos um mundo de coelhos roxos, árvores azuis e dias mais coloridos e criativos.

E você? Que cor será seu coelhinho? :)

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*A Take a Tip tem um treinamento para ajudar empresas e funcionários a despertarem seu potencial criativo: o Laboratório de Criatividade. Para conhecer entre em contato takeatip@takeatip.com.br. 

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Geração Gafanhoto

19 de February de 2013

Ontem o pessoal do Update or Die postou um video criado por Raphael Truffi Bortholuzzi para a B-Young Agency sobre a geração gafanhoto.

– Wait! What?! Geração gafanhoto? O.O

Pois é, damos este nome  à “galerinha” que ficava (fica) em casa o dia todo enquanto os pais trabalham (e muitas vezes, depois de um tempo, se divorciam) e que recebem presentes como forma de suprir essa ausência/carência. Eles gastam bilhões de dólares anualmente, consumistas compulsivos. O Update or Die, também usou uma ótima frase para caracteriza-los: “A geração gafanhoto não consegue prestar atenção em nada por mais de um minuto e segue pulando de um lado para o outro, ditando tendências, cultura e comportamento.”

Assista o vídeo e diga aí, o que você acha?

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Freebie: Collective Active Toolkit da Frog Design

18 de January de 2013

Oba! Mais um toolkit totalmente free de ferramentas para Design Thinking.

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Desta vez, quem está lançando o guia, chamado de Collective Active Toolkit, é a empresa Frog Design. Apesar de ter sido baseado em teorias e ferramentas de design, o toolkit usa um vocabulário simples e popular, para orientar como deve ser a construção de equipes, realizações de pesquisas, gerar ideias e desenvolvimento de soluções.

O guia pode ser baixado aqui:)

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eiBOW | Rede de Desejos de Consumo

15 de January de 2013

Sim, nós sabemos que já existem várias redes sociais por aí. Mas, como boas consumistas que somos (mas consumistas exigentes! rs), gostamos da nova rede eiBOW.

Por quê? Porque ela mistura um pouco de eBay, com uma pitada de Pinterest, e um quê de Facebook, tudo trabalhado na curadoria de conteúdo e no direcionamento de ofertas.

Não entendeu? A gente explica! ;)

 

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Essa é uma rede social que, quando você se cadastra, preenche várias coisas sobre seu perfil e interesses (nada chato! tudo bem dinâmico). A partir daí, a rede começa a te apresentar uma série de produtos que são interessantes para o seu perfil e que também foram consideradas como coisas legais (por quem administra o conteúdo, tá?). Daí você pode gostar (tipo curtir, sabe?), não gostar, dizer que já tem, e fazer comentários sobre cada produto.

 

 

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Gostou muito de um produto? Pode acrescentar na sua lista de desejos (e aí quem sabe os amiguinhos não lembram de olhar a lista antes do seu aniversário para acertarem no presente), ou ainda pode, ali mesmo, comprar o produto amado através dos parceiros cadastrados.

 

Este é  o vídeo de apresentação da rede:
[youtube:http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Fdmnl6BC4f0]
A ideia dos criadores é inspirar e possibilitar descobertas de novos produtos, além de incentivar a troca de opiniões entre os amigos. E como toda rede social, possibilita acompanhar as atividades dos amigos.

Se vai pegar ou não? Bom… vamos aguardar pra ver. Mas se vai alimentar nossos sonhos de consumo e falir nossos bolsos? Provável! =)

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