Sentindo na Pele | Empatia

14 de June de 2013
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Um dos pilares dos processos de inovação, principalmente do Design Thinking, é a Empatia.

Empatia = tratar o outro como ELE gostaria de ser tratado.

Empatia não é uma tarefa fácil. Não é apenas se colocar no lugar do outro mas sim sentir como o outro e viver como o outro, para entender o que o outro precisa.

Esse processo é chamado, dentro das ferramentas de Design Thinking, de “A day in a life” (um dia na vida de). Um jeito simples de fazer com que você sinta na pele do outro e crie a empatia necessária para a criação de soluções inovadoras no processo de inovação.

Em alguns casos simples, pode ser realizar uma tarefa e experimentar um produto. Em outros casos mais complexos, é possível fazer o uso de trajes especiais como no caso de gerar empatia por idosos e suas limitações. (conheça o traje desenvolvido pelo MIT e que te faz sentir com 70 anos). 

Dentro desse processo de empatia, uma tarefa difícil é compreender uma mulher grávida e como ela se sente. Essa experiência única para as mulheres torna para os homens um desafio entender suas sensações e emoções como por exemplo, saber o que é sentir quando o bebê se move ou chuta.

Querendo que os pais saibam um pouquinho o que é essa sensação, a Huggies criou uma faixa que replica os movimentos e chutes do bebê em tempo real da barriga da mãe para a barriga do pai, permitindo que eles sentissem o mesmo que as mães em suas próprias barrigas. Confira ação incrível no vídeo abaixo:

 

 

Empatia não é uma tarefa fácil. Mas o primeiro passo para alcançá-la com sucesso é se importar realmente com o motivo pelo qual você está fazendo isso e se entregar à tarefa de se colocar no lugar do outro de corpo e alma presentes, vivenciando a experiência com um propósito real.

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Cientistas conseguem gravar sonhos!

11 de June de 2013
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Conteúdo de grande interesse durante o surgimento da psicanálise, o campo de estudo dos sonhos deixou de ser o queridinho para muitos dos cientistas de hoje, devido sua difícil exploração.

Mas um grupo de cientistas japoneses do Instituto de Ciência e Tecnologias, na cidade de Nara, resolveu abraçar essa área de estudos. Eles decidiram investir tempo e dedicação na tarefa de tornar possível o ato de registrar através de imagens os sonhos de qualquer pessoa.

Ilustração do processo de registro de sonhos no estudo dos cientistas japoneses.

Ilustração do processo de registro de sonhos no estudo dos cientistas japoneses.

 

Para quê? O poder desta façanha é tão grande quanto inimaginável. Tente imaginar o que a CIA ou FBI não fariam por uma tecnologia que torna possível saber o que mentes como as de grandes líderes políticos, inimigos do estado, e qualquer ser humano comum sonham. De sonhos eróticos que poderiam colocar um presidente em uma delicada posição, a sonhos com segredos de guerra para entregar planos de inimigos.

Enfim, para outros campos comuns poderia auxiliar no tratamento de traumas e experiências desagradáveis, além de auxiliar no diagnóstico e tratamento de diversos quadros de transtornos psicológicos/psiquiátricos.

Em busca de tornar tantas possibilidades reais, o grupo de cientistas japoneses adotou o seguinte experimento, baseado no mesmo modelo de aprendizagem de máquinas utilizado em automação industrial, no processo de identificação de produtos em uma linha de montagem:

1. Através de exames de ressonância magnética funcional (MRI) registraram os padrões de atividade no cérebro durante os primeiros estágios de sono (estágio pré-REM);

2. Os voluntários eram acordados durante as fases iniciais do sono e contavam com o que estavam sonhando;

3. Os cientistas analisavam as ondas cerebrais durante o sono e comparavam com os relatos verbais dos sonhadores percebendo que haviam similaridades quando diferentes sonhadores relatavam os mesmos objetos;

4. Criou-se um banco de dados com as respostas dos voluntários e as respectivas ondas registradas pelo MRI;

 

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A leitura dos sonhos se mostrou muito precisa para alguns tipos de objetos e características desses objetos. [Imagem: Horikawa et al./Science]

 

5. Finalizando o experimento, os cientistas criaram um algoritmo baseado no banco de dados do estudo, interpretando diretamente os sinais do exame neurológico e indicando os objetos ou categoria de assuntos (alimentação, livro, pessoas, móveis, veículos…) com os quais os voluntários estavam sonhando.

Assim, a partir das ondas cerebrais mapeadas nas ressonâncias magnéticas, uma busca cruza “ondas cerebrais X imagens sonhadas” possibilitando o registro do conteúdo das imagens visuais durante o sono.

Difícil de entender?! A animação abaixo explica o experimento de forma bem mais visual:

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=wgxJhpLoFFU]

 

Imagine um dia poder comprar um gravador de sonhos para ter em casa? Assim, quando você disser expressões como “quero o casamento dos meus sonhos”, poderá pegar um vídeo no seu acervo de sonhos e mostrar exatamente para as outras pessoas o que seria o “casamento dos seus sonhos”, literalmente. =]

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Por que boas ideias nascem em uma mesa de bar?

5 de June de 2013
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Por que boas ideias nascem em uma mesa de bar?

Essa foi a pergunta que fomos responder e o pensamento que fomos provocar em 125 alunos e convidados para a  Semana de Empreendedorismo do Unisal Lorena, que aconteceu no dia 22/5.

Durante uma hora falamos sobre o funcionamento do cérebro humano e como as ideias nascem dentro de nossas cabeças. Abordamos a importância dos ambientes para o estímulo do processo criativo e sua etapas. Falamos dos mitos e verdades da criatividade, e deixamos 7 dicas de ouro para quem quer ter mais ideias e, principalmente, ideias mais inovadoras.

 

PALESTRA

 

Infelizmente não nascemos com um botão que nos coloque na função “modo gerar ideias” que ligamos e desligamos, e facilmente as ideias vem.

Por outro lado, a partir do momento que conseguimos compreender como se dá o processo de geração de uma ideia podemos estimular esse processo com mais facilidade e, principalmente, podemos aprimorar a qualidade das ideias que são geradas neste processo, passando a ter ideias mais criativas e inovadoras.

O material, elaborado pela nossa querida Isabel Oliveira e seu talento em transformar informação bruta em lindas ilustrações, está disponível para consulta no SlideShare e pode ser conferido logo abaixo:

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E porque a mesa do bar? Bom, essa resposta completa só quem assistiu nosso blablabla para saber! ;)

Mas podemos resumir que o segredo está nas conexões que fazemos com pessoas diferentes, onde não há rótulos ou o medo de falar besteiras, e todos estão em um ambiente mais livre e com uma diversidade de pensamentos e experiências.  Neste ponto, o desafio está em construirmos este ambiente de bar dentro das salas de aula e dos escritórios para que boas ideias possam nascer em qualquer e todo lugar!

Outro ponto é a importância de que essas conexões surjam de forma natural e espontânea. Para isso, você precisa ter um conteúdo relevante para a rede de outras pessoas. As conexões se formam quando existe uma troca de conhecimentos, se você não é uma pessoa interessante, dificilmente criará uma rede de ideias e pessoas interessantes a sua volta. E neste caso não haverá mesa de bar que resolva. Então antes de ir para o bar trocar ideias, seja uma pessoa com conteúdo. Leia mais (e leia de tudo); converse com pessoas na rua, afinal todo mundo tem uma boa história para contar; seja um turista no seu dia-a-dia e observe mais; e deixe sua mente voar livre.

Quando você é uma pessoa interessante (com conteúdo relevante para alguém) e se mostra interessado (no conteúdo de alguém), é só puxar uma cadeira, sentar, relaxar e começar  a conversar que as conexões começam e ideias brilhantes surgem em uma simples mesa de bar. ;)

*Quer levar essa palestra para seu evento, sua empresa, ou para uma tarde inspiradora? Entre em contato takeatip@takeatip.com.br

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O olhar da inovação

28 de May de 2013
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Olhar o mundo pelos olhos de uma criança. Esse é um dos pontos que formam um bom inovador. Ter a capacidade de olhar tudo a sua volta como se fosse pela primeira vez, questionando cada etapa e não julgando.

A inovação requer esse olhar de estranhamento. Por isso, quando ficamos sabendo do projeto do professor colombiano Javier Naranjo, nos encantamos.

 

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Durante 10 anos, o professor anotou as “pérolas” ditas pelos seus alunos – crianças de diferentes escolas do estado de  Antioquía, região rural do leste da Colômbia. O resultado foi compilado no livro Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças”, com um dicionário com cerca de 500 definições para 133 palavras, de A a Z,  muito presentes no dia-a-dia Colombiano, como Guerra, Violência, e Paz.

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O livro, que teve sua primeira versão lançada em 1999 e foi reeditado em 2005 e 2009, foi o grande sucesso da Feira Internacional do Livro de Bogotá, que aconteceu em Abril deste ano.

O trabalho de Javier começou quando ele pediu para que seus alunos, em uma atividade para celebrar o dia das crianças, definissem a palavra Criança. “Me lembro de uma definição que era: ‘uma criança é um amigo que tem o cabelo curtinho, não toma rum e vai dormir mais cedo’. Eu adorei, me pareceu perfeita”, disse Javier em entrevista a BBC Mundo. E foi assim que ele começou a estimular trabalhos deste tipo, desenvolvendo  (e admirando) a percepção pura, lógica e tão cheia de realidade destas crianças.

O grande segredo para o sucesso do livro é que ele mantém a voz das crianças, com sua visão particular do mundo para explicar as coisas e suas construções gramaticais típicas seguindo o jeito dos pequenos de pensar. Naranjo corrigiu apenas a pontuação e a ortografia dos verbetes escolhidos, sem tirar ou alterar uma única palavra das expressões originais. “Eles têm uma lógica diferente, outra maneira de entender o mundo, outra maneira de habitar a realidade e de nos revelar muitas coisas que esquecemos”, afirmou o professor.

 

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Ler as definições do ponto de vista das crianças, trazem muitas reflexões para os processos de inovação.

O primeiro ponto, é de se colocar no lugar do outro, para ver como ele enxerga determinada situação. Quando analisamos as definições das crianças, podemos perceber como elas estão enxergando as coisas, e como as coisas estão sendo passadas paras esses pequenos. Por exemplo, na definição “Deus: É o amor com cabelo grande e poderes”  por Ana Milena Hurtado, de 5 anos, fica claro quais são os valores e as imagem que a pequena Ana percebe sobre este assunto.

Outro ponto importante para levarmos como aprendizado é a capacidade de olhar o mundo com simplicidade, e com o olhar de quem vê as coisas pela primeira vez. O design nos faz sempre refletir em formas de facilitar a vida dos usuários, ser intuitivo e falar uma linguagem universal. É o bom e velho “Keep it simple. Make it easy”. Como exemplo fica a simplicidade na definição “Branco: O branco é uma cor que não pinta” por Jonathan Ramírez, de 11 anos.

Para mais verbetes, veja a matéria do Catraca Livre. ;)

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POP | Prototyping on Paper

27 de May de 2013
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Uma das fases mais importantes no processo de inovação, é a prototipagem (ou prototipação). Essa é a forma mais rápida, fácil, e barata de testar se uma ideia funciona ou não, e realizar ajustes antes de seu desenvolvimento e lançamento no mercado.

Sempre falamos sobre prototipação por aqui (para entender mais sobre prototipação) e já mostramos vários exemplos de como realizar protótipos em papel, principalmente para atender a criação de aplicativos e interfaces tecnológicas para os usuários (leia mais sobre prototipação em papel).

Para quem faz prototipação em papel ou quer experimentar esse processo, encontramos o aplicativo perfeito: o POP – Prototyping on Paper.

 

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Funciona assim: você faz suas telas e seu protótipo em papel, fotografa cada tela, aplica os links para simular botões, e pronto! É só colocar a simulação para rodar e compartilhar com os usuários para teste.

Por enquanto, o aplicativo é gratuito e oferece 5 projetos para ser desenvolvido sem custo. Depois disso, se gostar do aplicativo e quiser continuar o uso, o aplicativo vai oferecer opções de planos.

Até agora, nos projetos que testamos, achamos bem bacana!

Vamos continuar procurando e testando aplicativos que facilitem essa etapa importante nos projetos de inovação, e compartilhando por aqui. Afinal, o importante é testar, testar, e testar! ;)

 

*Quer aprender a prototipar? A Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Prototipação. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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Redesign 2013 | Top Four

21 de May de 2013
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Na última semana estive no Redesign 2013, o maior evento de Design de Varejo da América Latina, acompanhando as principais tendências do retail e os grandes cases nacionais e internacionais.

Foram dois dias de muitas referências, muita coisa interessante, difícil de compartilhar em um único post. Por isso, aguarde muita novidade sendo compartilhada por aqui sobre o assunto. ;)

Para começar, vou fazer um breve panorama dos quatro principais pontos abordados e debatidos por praticamente todos os palestrantes.

1. Experiência: não se trata mais de comprar e vender, mas, sim, de gerar experiência.

Não é nenhuma novidade, afinal os donos de lojas estão enfrentando uma concorrência cada vez mais acirrada com o comércio eletrônico. Se é para ter um ponto físico, que ele vá além das compras, que gere uma experiência para o cliente. Esse foi o ponto unânime de todos os palestrantes, porém cada um trazendo um ponto relevante da experiência.

– Experiência criando contexto: existe uma diferença entre criar um espaço (space) e criar um lugar (place). Segundo David Kepron, da Retail (r) Evolution, quando você cria um lugar  você está criando um contexto para o cliente durante as compras. Para a diferença ficar clara, ele ilustra explicando “Um armário é o espaço onde eu guardo um sapato, mas a mesa de jantar é o lugar onde estão as lembranças de todos os Thanksgivings (jantar de ação de graças)”.

– Experiência se aproximando da vida do cliente: se celulares hoje são utilizados até no banheiro, por quê manter uma loja com foco em tecnologia e fria? A Oi apresentou sua loja-conceito (no Rio de Janeiro e em São Paulo) mostrando um ambiente mais próximo da sala de estar, com painéis touchscreen por toda a loja, permitindo o cliente escolher onde quer ser atendido, e com foco nos serviços que o celular+operadora podem oferecer para facilitar a vida do cliente – ao invés do antigo foco nos aparelhos.

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2. Storytelling: sell the history, then the product. Essa foi uma das frases mais repetidas. Contar histórias, criar cenários para envolver o cliente. Transformar o processo de compra em algo divertido e experimental. Mas fica um ponto de reflexão de que não adianta criar ambientes encantadores, que envolvam o cliente, contem histórias, se o processo não se converter em venda. Contar histórias sim, mas com final feliz para o cliente e para o lojista.

3. Millennials: a nova geração foi pauta de muitos palestrantes internacionais. Para eles, quem quer construir o varejo alinhado com as tendências de consumo, deve criar uma loja focada para atender essa nova geração. E principalmente, as jovens desta nova geração, pois o poder de decisão de compra delas será muito grande nos próximos anos. As dicas para atender esta geração: customização dos produtos, precificação personalizada de acordo com o poder de influência nas redes sociais (ex. Facedeals), e apostar nas impressoras 3D.

4. Tecnologia: o varejo do futuro tem que ser tecnológico. E a tecnologia deve estar presente para entregar todos os pontos anteriores – contar a história, gerar contexto, gerar uma experiência mais próxima da vida do cliente – além de facilitar o processo de compra e agregar valor ao cliente, principalmente através da informação. A tecnologia amigável e intuitiva será o grande diferencial que levará as pessoas ao ponto de venda e fará a convergência entre a venda on line e a venda off line. Um dos grandes cases apresentados ilustrando o bom uso da tecnologia foi o caso da Mistral Vinhos. Uma importadora de vinhos online que optou por criar uma galeria de vinhos, projeto do Studio Arthur Casas. Arquitetura, design e tecnologia se convergem para gerar uma experiência única para o cliente da Mistral na loja inaugurada no shopping JK, em São Paulo.

Nenhum destes pontos é uma grande novidade e já havia surgido em um ou outro momento antes. Mas ver durante dois dias, grandes nomes do varejo brasileiro e do mundo, reforçando a mensagem e trazendo ótimos exemplos de como esses pontos já estão sendo colocados em prática por muitas empresas mundo a fora, nos faz ver que o futuro do varejo já está aí e que não há tempo a perder. O jeito dos “Jetsons” de fazer compras já começou, só está faltando mais varejistas brasileiros despertarem para todos esses pontos e colocarem em prática.

 

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Google e suas (várias) novidades

16 de May de 2013
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Está rolando o encontro anual de desenvolvedores do Google, o  I/O . E como sempre acontece neste evento, são apresentadas as novidades da empresa.

E dessa vez eles capricharam e apresentaram, no primeiro dia, muitas novidades em vários de seus produtos!

Para facilitar, aqui vai um resumo das principais novidades:

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– Google Wallet: em funcionamento nos EUA desde 2011, para a realização de pagamentos através de um app nos smartphones, o Google Wallet ganha funções agora no Gmail. Em alguns meses será possível enviar e receber $$$ pelo email. Assim como você anexa uma foto ou um arquivo, você vai poder anexar dinheiro ao seu email. O dinheiro será debitado do cartão de crédito ou débito cadastrado na sua carteira virtual. A taxa de administração será de 2,9% por operação. Assista o vídeo demonstrativo:

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– Google Play Music All Access: enquanto serviços de streaming musical vem crescendo como o Spotify e chamando a atenção como Superplayer, o Google não poderia ficar de fora. E claro que a solução deles teria que ser no mínimo genial. Imagine você ouvir uma música que você adora, uma única música, e a partir desta única música toda uma rádio é formada utilizando todos os dados que o Google tem sobre os seus gostos e preferências. O usuário ainda pode adicionar músicas que já tem, refinando a lista do Google. O serviço foi anunciado com o preço de US$ 9,99/mês nos Estados Unidos, podendo ser testado por 30 dias de graça.

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– Google+: nova cara e 41 novas funções (0.O). Nã0 descobrimos ainda todas as 41 novas funções mas pelo que vimos, a cara nova ficou bem legal dividindo a timeline por colunas. Lembra até o (quase esquecido) Pinterest. E falando em Pinterest, o Google Plus traz vários filtros e recursos de edição de foto (falaram até de ser o fim do Photoshop – exagerados!), além de fazer uma seleção e priorização das fotos que ele considera serem mais importantes e com melhor qualidade para terem destaque na rede. O Hangouts agora tornou-se o serviço integrado de mensagens do Google, independente, ganhando versão em aplicativo (já disponível para download).

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– Google Maps: apesar do Waze estar conquistando muitos usuários, principalmente em São Paulo, o Google Maps continua sendo o queridinho. E até por isso mereceu destaque no evento, apresentando suas mudanças e a maior atualização desde seu lançamento há 8 anos. O Maps agora passa a ser mais recomendação do que apenas busca. Ao invés de apontar diretamente um endereço ele passa a cruzar informações com recomendações de usuários do G+, com endereços mais buscados, e outras informações para gerar uma busca mais precisa, personalizada, adicionando valor à busca do usuário. Além de mudanças de usabilidade, como por exemplo, agora o mapa ocupa a tela toda do navegador, entre outras alterações.

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– Google (buscas): “É o fim das buscas como as conhecemos”, disse Amit Singhal, vice-presidente sênior e engenheiro de software do Google.  São três pilares que justificam essa afirmação: “respostas”, “conversa” e “antecipação”. “Respostas”: você pergunta, o Google responde. Ao invés de trazer milhares de links com referências e suas palavras, o Google trará a resposta da sua pergunta. E além de responder sua pergunta ele vai “Antecipar” outras perguntas possíveis sobre o mesmo tema e já trazer essas informações (hum… isso me lembra o WolframAlpha).  “Conversas”: buscas por comando de voz. Além disso, recursos integrarão a busca ao Google Now, que agora terá funções similares ao Siri, da Apple (como por exemplo, adicionar compromissos ao calendário conectando ao mapa e aos seus contatos).

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Ufa! Resumindo, essas foram as principais novidades anunciadas no primeiro dia do encontro anual com desenvolvedores do Google. Se quiser ver uma cobertura completa do evento, dê uma olhada na do Olhar Digital, que acompanhou minuto a minuto. ;)

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Openarch, o protótipo da casa do futuro

14 de May de 2013
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O conceito apresentado no protótipo chamado Openarch, não é nada novo: paredes touchscreen e a tendência de que as novas tecnologias devam ser invisíveis, parte do dia a dia, de uma forma natural. Já vimos isso em outros vídeos e documentários como os vídeos conceito da Microsoft e O Mundo do Futuro do Discovery Channel (em breve vamos escrever um post sobre esta série).

 

 

O projeto está sendo desenvolvido há 4 anos pela agência espanhola Think Big Factory, e tem atualmente cerca de 40% concluído.

A ideia é substituir os teclados e controles remotos que utilizamos hoje. Através de movimentos com as mãos (viva o Kinect!), será possível controlar as luzes, ligar eletrodomésticos, musica, Skype, etc.

O legal deste projeto é que ele está sendo prototipado em um apartamento real. O espaço é como se fosse um laboratório de testes, onde empresas, artistas e organizações podem avaliar seus produtos e serviços através da estrutura e interação dos habitantes da casa.

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Nada novo, mas vale a pena assistir para ter ideias… muitas ideias! E se você for uma empresa da Espanha, é valido entrar em contato com eles para testar seu produto dentro desta nova realidade. :D

 

*Quer aprender a prototipar? A Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Prototipação. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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REDESIGN | Design de Varejo

13 de May de 2013
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Com o consumidor migrando suas compras para o ambiente on line, está cada vez mais claro o desafio do varejo em transformar suas lojas físicas em verdadeiras experiências para o cliente, indo além do consumo. Nesta equação entram o entretenimento, a educação, a informação e a conveniência, transformando os pontos de venda em locais de convívio dos consumidores com a marca.

Para entregar esta experiência completa é preciso estar conectado com as últimas tendências de consumo, comportamento, arquitetura, design, e tecnologia. E com o intuito de expor e debater estas tendências, acontece nos dias 16 e 17 de Maio, em São Paulo, a segunda edição do maior evento de Design de Varejo da América Latina, o Redesign.

Uma iniciativa da consultoria GS&MD – Gouvêa de Souza, em parceria com a BYSide Eventos, e curadoria de Manoel Alves Lima, o Redesign é o terceiro maior evento de design de lojas no mundo, ficando apenas atrás do GlobalShop, que acontece nos EUA, e do EuroShop, na Europa. A edição deste ano conta com seis palestrantes internacionais, especialistas em design para varejo: David Kepron, Ken Nisch, Robert Hocking, Alison Medina, Angela Rumsey e Steve Collins.

 

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Serão dois dias de palestras, debates e exposições de cases de sucesso mostrando como inovar e se destacar no varejo. Entre os cases, executivos da Riachuelo, da Oi e da Chilli Beans apresentarão as estratégias adotadas por suas empresas para atrair o consumidor.

Conteúdos como o painel “Saia Justa do Varejo”, onde mulheres contemporâneas irão debater o que as atrai em uma loja; e a palestra sobre o poder transformador do design, do genial Marcelo Rosenbaum, trarão insights sobre comportamento e tendências de design que deverão servir de guia para quem quiser se manter na liderança do jogo do varejo nos próximos anos.

Ainda dá tempo de se inscrever e aproveitar todo este conteúdo.

#ficadica para estudantes: meia entrada!!! ;)

 

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Quando | 16 e 17/05   das  8h30 às 18h
Local | Rua Doutor Plínio Barreto, 285 , São Paulo
Inscrições | R$ 1.480,00 (desc. 50% para estudante)
Informações | http://www.eventoredesign.com.br   ou  (11) 3405-6679

 

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Arduino, uma nova revolução?

13 de May de 2013
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Os nerds de eletrônica e robótica piram no Arduino!

Oi?! Arduino?

 

Ao jogar a palavra “Arduino” no Google, encontramos mais de 17 milhões de resultados.  Mas afinal,  o que é isso?

Arduino é uma plataforma de prototipagem eletrônica de hardware livre, projetada com um microcontrolador de placa única, com suporte de entrada e saída embutido e uma linguagem de programação padrão (de origem Wiring).

Entendeu? Provavelmente não… Vou traduzir…

Arduíno é uma plataforma (física) de computação, com código aberto, de baixo custo que tem como principal objetivo, auxiliar artistas e amadores a criarem “computadores” ou qualquer outra utilidade interativa. Saiba mais.

 

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Massimo Banzi é um dos responsáveis pelo desenvolvimento deste pequeno circuit, criado na Itália e que inspirou milhões de pessoas a fazerem as coisas mais legais e malucas que a gente pode imaginar. Bom, ele ficou super famoso e foi falar no TED Global Talk. O vídeo tem cerca de 15 minutos e vale a pena assistir, pois conta um pouco da história do Arduino e o mais importante: como ele pode e já está sendo aplicado.

 

 

“Você não precisa da permissão de ninguém para fazer algo grande.” Massimo Banzi

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