Programa de Ideias | 7 questionamentos

19 de February de 2014

No nosso dia-a-dia de consultoras de inovação da Take a Tip, constantemente nos deparamos com empresas interessadas em iniciar um programa de geração de ideias interno e/ou externo, porém com muitas dúvidas e questionamentos sobre dar ou não este passo.

As principais dúvidas estão relacionadas ao custo do programa com investimento em ferramentas adequadas; o trabalho que dará gerenciar um programa de ideias e quantos recursos deverão ser dedicados a isso; quantas ideias inovadoras poderão surgir dessa fonte; entre outros questionamentos.

Para ajudar a esclarecer estes questionamentos, vamos falar sobre sete pontos que aprendemos trabalhando em empresas que possuem programas de ideias:

1. Melhoria Contínua X Inovação

Sempre existe uma expectativa alta em relação à qualidade das ideias que surgirão em um programa de captação de ideias. A verdade é que ninguém pode garantir que de um programa como esses surja uma grande ideia disruptiva. Não há uma maneira de garantir, mas há formas de estimular a qualidade das ideias ao invés da quantidade, como direcionar temas específicos para a geração de ideias; manter um ambiente criativo e que estimule o dia-a-dia para geração de ideias; alimentar os colaboradores com informações para que eles possam ter mais pontos para conectar (afinal, inovação é sobre conectar os pontos certos).  Sim, podem surgir ideias inovadoras, mas a grande maioria será formada por ideias de melhoria. O que também é um rico material, pois otimizar processos, melhorar produtos e serviços, tudo isso leva ao crescimento do negócio. Então tenha em mente que a cada mil ideias geradas no seu banco de ideias, a estatística mostra que apenas uma será inovadora.

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2. Sim, dá trabalho!

Fazer a gestão de um banco de ideias não é algo simples. Para que o programa dê certo, é necessário que se tenha uma equipe dedicada (não precisa ser uma equipe grande, mas pelo menos um recurso). O papel do administrador do banco de ideias pode ser resumido em algumas funções básicas principais: acompanhamento de indicadores (número de ideias geradas; ideias geradas X ideias implementadas; áreas que mais geram ideias; temas mais abordados; número de participantes do programa; etc.); retorno e acompanhamento das ideias, ou seja, dar um feedback para o autor da ideia sobre a aprovação ou não da mesma; direcionamento das ideias, pois muitas das ideias devem ser avaliadas por áreas diversas; enfim, estas são algumas funções básicas de um administrador de banco de ideias.

3. E as ideias? O que fazer com elas?

Esse é um outro ponto importante. Se você só coleta ideias, e os participantes do programa não vêem os resultados (a aprovação da ideia dada, a implementação desta ideia, etc.) o programa cai em descrédito. Afinal, porque estou tendo o trabalho de lançar ideias em um banco de ideias se ninguém lê minhas ideias, se elas nunca são aprovadas, se só reprovam e não sei o porquê, se nunca implementam minha ideia, se não sei o que fazem com as ideias dadas ali, se ninguém me reconhece por isso, etc… esses são questionamentos que surgem ao longo do programa quando não há um caminho claro para os participantes sobre o que é feito com as ideias geradas.

4. Devo pagar pelas ideias? 

Esse é um grande dilema que não há resposta certa. Em alguns casos recompensar a ideia dada é um ótimo mecanismo de incentivo, em outros casos é desnecessário. Como saber qual a melhor opção para a sua empresa? Conversando com as pessoas que darão as ideias. Descubra qual o motivador para os seus colaboradores participarem do programa de ideias. O que os estimularia? Dinheiro? Então crie um programa de incentivo interessante e estimulante onde as boas ideias sejam recompensadas. Reconhecimento? Então crie um evento ao final do ano para celebrar as melhores ideias e reconhecer seus autores. Promoção? Então atrele ao contrato de metas ou ao sistema de avaliação de performance. Enfim, existem diversos modelos possíveis de incentivo de participação, mas é necessário compreender quais os motivadores para sua equipe.

5. Preciso comprar um banco de ideias?

Não e sim. Você não necessita exatamente adquirir uma das várias ferramentas disponíveis no mercado. Porém precisa ter um sistema que ajude na captação e gestão das ideias. Criar uma caixinha de sugestões (física ou por email) não é algo prático para quem administra o programa de ideias e nem algo que torna possível um acompanhamento com qualidade das ideias geradas. Ter campos obrigatórios de preenchimento da ideia, critérios que o autor da ideia possa escolher e que já definam uma classificação para cada ideia; entre outros, são pontos essenciais para se ter um bom programa de ideias. Sua ferramenta pode ser interna, feita em sharepoint, ou você pode contratar uma empresa especializada e personalizar um banco para seu processo de inovação, mas, se você optou por ter um programa de ideias, invista em ferramentas adequadas para que ele não esbarre na ineficiência técnica do programa.

6. Ideias de dentro ou de fora?

Capturar ideias dos colaboradores internos ou capturar ideias do mercado (clientes, fornecedores, etc.)? Essa é outra pergunta que não tem resposta certa ou errada. O importante é entender os prós e contras e ver qual modelo se adequa mais ao momento de sua empresa. Capturar ideias de dentro da casa traz uma visão de melhoria de processos internos que não é possível de se esperar de quem está de fora. Porém perde-se a oportunidade de capturar mais ideias acertivas com as necessidades do mercado. Já capturar ideias só do mercado, aumenta as chances de se ter muitas ideias para necessidades que já foram mapeadas e, ou já estão sendo endereçadas internamente mas o mercado não sabe ainda, ou foram descartadas por motivos estratégicos internos e também o mercado não sabe disso. O melhor dos mundos é ter as duas coisas com uma boa gestão das ideias geradas. E, principalmente, quando falamos da captura de ideias externas como programas de open innovation, devemos enxergar que a riqueza maior do conteúdo gerado nestes programas não está nas ideias vindas, mas sim na grande massa de informações dadas pelos seus consumidores. É uma forma de pesquisa barata e rápida, mas que requer um garimpo no conteúdo gerado para separar o que é relevante e pode dar um caldo, do que é mais do mesmo.

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7. Mas e se ninguém participar?

E se todo mundo participar? Imagine ter um banco de ideias com 23mil ideias? Como você administraria isso? Faça as contas. Quantas pessoas trabalham na sua empresa? Se cada uma der uma ideia por ano? Quantas ideias você terá ao fim do ano? E se derem uma ideia por mês? Não é possível logo de início prever a adesão dos colaboradores e o volume de ideias que será gerado. Tudo isso dependerá do incentivo para participação que receberão, da facilidade para participar, de sentirem que é um programa consistente. Enfim, não dá pra saber se o seu banco terá 10 ou 10 mil ideias no primeiro mês. Mas é possível testar antes de investir no programa. Faça um protótipo do programa de ideias, em uma escala menor, com um grupo controlado. A partir daí você terá respostas que podem direcionar o programa como se há ou não a necessidade de investir em uma ferramenta, se deve alterar o programa de incentivo, se deve colocar temas ou deixar a geração livre. Tudo é possível de ser testado. Como testar? Existem várias possibilidades. Crie uma campanha específica e de curta duração para a geração de ideias para um determinado tema, que as ideias sejam direcionadas para uma caixa de emails; ou utilize ferramentas sociais como os grupos fechados do Facebook para testar a participação de todos nas ideias alheias. Enfim, há diversas maneiras para testar o programa antes de investir.

 

Espero ter esclarecido algumas dúvidas sobre programas de ideias. Vale a pena ter um programa de ideias na sua empresa? Pode ser que sim ou pode ser que não, também. Tudo vai depender do momento atual da inovação no seu negócio, na sua empresa, dos objetivos que se espera alcançar com isso, entre outros pontos a serem considerados. Enfim, inovação não é preciso, mas é preciso inovar! :)

 

 *A Take a Tip ajuda empresas a criarem seus Programas de Ideias e conta com uma ferramenta para captura de ideias, o Portal de Ideias Tip+Muttuo. Para mais informações entre em contato: takeatip@takeatip.com.br

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Happify. Inovando pela felicidade.

por Paula Falco
20 de December de 2013
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Pra quem ainda não conhece, prazer, Happify. :)

Uma nova ferramenta que mede seu nível de felicidade de uma forma bem diferente.

Desenvolvida por cientistas e designers de games, que traduziram sua últimas pesquisas em atividades e jogos, que ajudam construir a ideia de felicidade e a formar hábitos interativos para uma mudança de vida. Happify funciona com a plataforma S.T.A.G.ETM – Savor, Thank, Aspire, Give e Emphatize – traduzindo: otimismo, autoconfiança, gratidão, esperança, compaixão e empatia.

Ao entrar no site é só preencher um questionário rapidinho sobre sua opinião de como você se relaciona com a felicidade em vários cenários e a partir daí começa o processo de desenvolvimento pessoal.

 

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Entenda como a felicidade pode alterar seu futuro e seu rendimento (em everything).

Savor: Otimismo (ou… apreciar, saborear algo ao máximo).

Apreciar algo ao máximo é um ótimo jeito de aumentar o otimismo, reduzir o estresse e emoções negativas. É a prática de perceber as coisas boas ao seu redor e tomar o tempo extra para prolongar e desfrutar da experiência, fazendo durar o maior tempo possível.

A pesquisa do Dr. Fred Bryant , professor da Loyola University of Chicago, que criou o termo “Savor”, mostra que aqueles que regularmente e frequentemente “saboreiam” são mais felizes, mais otimistas e mais satisfeitos com a vida. Bryant descreve “Savor” em três tempos, o que significa que podemos apreciar o passado (por relembrar) , apreciar o futuro (por meio de antecipação positiva) ou apreciar o presente (por praticar a consciência).

Thank:Gratidão.

O simples ato de identificar apreciar as coisas que as pessoas fazem por nós é maravilhoso e nos enche de otimismo e autoconfiança. E quando expressamos nossa gratidão a alguém, temos carinho e gratidão em troca. Em estudos conduzidos pelo Dr. Martin Seligman, pessoas escreveram cartas de gratidão a alguém, e foram percebidos aumentos imediatos na felicidade e diminuição nos sintomas depressivos . Bob Emmons , professor de psicologia na Universidade da Califórnia, acredita que todos devem tentar praticar a gratidão: “Primeiramente, a prática da gratidão pode aumentar os níveis de felicidade em cerca de 25%. Em segundo, isso não é difícil de alcançar. Em poucas horas escrevendo um diário de gratidão pode criar um efeito que dura 6 meses, se não mais. Em terceiro lugar, cultivar a gratidão traz outros efeitos sobre a saúde, como melhor tempo e qualidade de sono”.

Aspire:Aspiração (ou.. sentir-se esperançoso).

Sentir-se esperançoso ou ter um senso de propósito. Estudos apontam que as pessoas que criaram significado em suas vidas são mais felizes e mais satisfeitos (Steger, Oishi, e Kashdan 2008). Otimismo genuíno faz seus objetivos parecem atingíveis e seus desafios mais fáceis de superar. Resumindo: você não só vai se sentir mais bem-sucedido, você vai ser mais bem sucedido. Ao acreditar que suas metas estão ao alcance, é formada uma sensação de significado e propósito.

Give: Doação.

Ganhar presentes é sempre bom. O que você talvez não saiba é que quem dá e não quem recebe, colhe ainda mais benefícios. Ser gentil, não só nos faz sentir menos estressados​​, menos isolados e com menos raiva, mas também nos faz sentir consideravelmente mais felizes, mais conectados com o mundo, e mais aberto a novas experiências. Dr. Sonja Lyubomirsky, durante uma pesquisa, pediu aos alunos para cometer cinco atos aleatórios de bondade a cada semana durante seis semanas. Considerando que o grupo de controle tiveram uma redução no bem-estar , aqueles que se envolveram em atos de bondade mostraram um aumento de 42% em felicidade. Somos mais felizes quando gastamos dinheiro com outras pessoas do que quando gastamos com nós mesmos. E um estudo de 2006 descobriu que simplesmente refletir sobre coisas boas que fizemos para outras pessoas pode levantar o nosso humor.

Empathize: Empatia.

Empatia é a capacidade de se preocupar com os outros, é a capacidade de imaginar e entender os pensamentos, comportamentos ou ideias de outros, incluindo aqueles que são diferentes de nós mesmos.  Ter empatia nos torna menos críticos, menos frustrados, irritados ou decepcionados e desenvolvemos paciência. Uma pesquisa feita pelo Dr. Kristin Neff, sugere que as pessoas que têm mais auto- compaixão levam vidas mais saudáveis, mais produtivas do que aquelas que são auto-críticas.

Curtiu? Aqui vai o site: http://www.happify.com/

Quer entender mais sobre esses estudos? Clique aqui.

 

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Fab Lab | O point dos Desenvolvedores

19 de December de 2013
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Iniciativa que nasceu nos EUA, mais especificamente no MIT (Massachusetts Institute of Technology), tem ganhado destaque em São Paulo e tem sido o reduto dos inventores, criadores, designers, desenvolvedores e engenheiros que querem colocar uma ideia em prática e precisam de um lugar para desenvolver e testar suas soluções: estamos falando do Fab Lab.

Já são 200 espaços, aproximadamente, neste conceito espalhados pelo mundo, sendo dois em São Paulo (um na USP e outro como uma iniciativa independente). Para captar a essência desta iniciativa, basta voltar às origens e saber que o projeto é de autoria do professor Neil Gershenfeld responsável pela disciplina How To Make (almost) Anything (ou algo do tipo “como fazer – quase – qualquer coisa”). Na prática, o Fab Lab é um espaço aberto ao público, onde você encontra equipamentos e infraestrutura necessários para que as pessoas possam tirar suas ideias do papel.

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Garagem Fab Lab, localizado no centro de São Paulo.

 

Entre as diversas funcionalidades e possibilidades do espaço, uma das missões (e regras) da casa é o compartilhamento do conhecimento produzido. Sendo assim, nada de ir com uma ideia top secret na cabeça, querer utilizar os recursos do espaço, e manter a ideia (e principalmente os aprendizados gerados no processo) só para você!

Para possibilitar que as ideias saiam do papel, um Fab Lab, no conceito original, precisa ter alguns equipamentos obrigatórios que o caracterizam como tal. Na lista estão de impressoras 3D à placas Arduino , tudo para possibilitar que qualquer projeto possa ganhar vida.

Entre projetos de destaque que nasceram em um dos diversos Fab Labs ao redor do mundo estão, por exemplo, uma solução para purificar a água na África, equipamentos agrícolas na Índia e a amplificação dos sinais de Wi-Fi no Afeganistão. Já no Brasil, grupos trabalham no Garagem Fab Lab para criar uma bicicleta de madeira.

Qualquer um pode participar das palestras e workshops e aprender mais sobre diversos assuntos. Assim também como qualquer um com uma ideia na cabeça e vontade de desenvolver irá encontrar suporte para tirar suas ideias do papel.

Para acompanhar a agenda e acessar mais informações, visite a fanpage do Garagem Fab Lab (aqui) ou o site do Fab Lab SP (USP).

Para ler mais sobre o assunto: artigo tecnoblog.

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REDE DE INSIGHTS | Conectando ideias

9 de December de 2013
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Nós acreditamos no poder da rede. No poder de conectar pessoas para pensarem juntas em soluções para um mesmo dilema. Assim nasce a REDE DE INSIGHTS, com o objetivo de unir pessoas e empresas a solucionarem dilemas.

Em nossa longa jornada trabalhando com inovação em diversas empresas (mais de 10 anos) e estudando as grandes soluções inovadoras vistas no mercado, notamos que a inovação nada mais é do que ligar os pontos. O grande desafio está em ligar pontos que ninguém nunca conectou. São dessas conexões inesperadas que nascem ideias inesperadas. Essas conexões inesperadas redesenham relações.

No redesenho das relações entre a empresa e o produto (ou serviço), o produto e os usuários, os usuários e o meio, o meio e a empresa, e por aí vai, é que surgem as inovações.

A Take a Tip propõe identificar estas relações, conectar novos pontos, gerar questionamentos, para redesenhar estas mesmas relações gerando ideias para um determinado dilema.

 

O DILEMA

A empresa que se propõe a patrocinar a Rede de Insights tem a possibilidade de ter um dilema de seu dia-a-dia solucionado por um grupo de pessoas interessadas e interessantes.

A solução é de dilemas e não de problemas. Este é o primeiro passo onde a empresa, junto da Take a Tip, transforma seu problema em um dilema. A diferença? Simples: problemas possuem uma única solução exata, enquanto dilemas possuem diversas soluções possíveis.

A REDE

Para cada dilema é criada uma Rede de Insights formada por 20 participantes. São 5 colaboradores da empresa; 5 convidados da Take a Tip; e 10 selecionados por um processo de inscrição onde serão analisadas as habilidades e o motivo de interesse para participar da rede.

RESULTADOS

Para quem participa da rede, o ganho está na experiência e na oportunidade de participar de um processo real para resolução criativa de problemas baseado em metodologias de inovação, como o Design Thinking. Além dos contatos com os convidados da Take a Tip (pessoas das áreas de inovação de grandes empresas) e com os outros participantes da rede que, com certeza, constituirão um grupo diverso e interessante.

Para a empresa que patrocina, o ganho está nas ideias geradas e prototipadas ao final do processo. Além da imagem que passa para o mercado de empresa inovadora, que conta com o poder co-criativo de uma rede externa.

Todos ganham aprendendo mais sobre inovação e podendo levar os conhecimentos adquiridos para os seus trabalhos cotidianos, propagando esse conhecimento adquirido.

PARA PARTICIPAR

Quer participar da Rede de Insights? Inscreva-se na newsletter da Take a Tip (aqui – lateral esquerda da tela) e fique de olho na comunicação das inscrições.

Quer patrocinar uma Rede de Insights e ter um dilema da sua empresa solucionado? Entre em contato com a Take a Tip pelo takeatip@takeatip.com.br para saber sobre valores de investimento e etapas do processo.

 

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13 Maneiras de Destruir a Criatividade e o Processo de Inovação

por Paula Falco
4 de December de 2013
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Estava um dia desses na minha aula final de “Técnicas de Síntese em Design”, incrivelmente elaborada por Peter Zapf, e me deparo com uma situação interessante, que na minha cabeça de designer saiu mais ou menos assim: “13 maneiras de destruir tudo aquilo que você fez até agora e querer esganar seus colegas.”

Esses ensinamentos foram criados por Frank Sonnenberg, autor de “Managing with a Conscience”, “It’s The Thought That Counts”, dentre outros.

Sim, nós designers (vale também para outros profissionais que estão entrando no ramo) estamos sempre usando todas as ferramentas de prototipagem para gerar a ideia que será a solução do universo. Entretanto, esquecemos que o processo será árduo e dolorido. Afinal, nada como uma ideia pulando igual pipoca na sua cabeça e a equipe querendo tomar passos menores… ou passo nenhum… Frustrante? Não mais.

Pela primeira vez, algo me ensinou o que não fazer ou no que não me transformar. Os bons líderes já devem ter parte desse ensinamento resolvido, porém nem todos os egos da equipe estão. Vamos salvar o time e a ideia?

 

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Eis os “Matadores de Criatividade”:

1. Mantendo tudo no escuro.

“Não gostei… Não consigo te explicar o porquê, mas não gostei.”

“Eu sei exatamente o que quero, mas não sei explicar. Quando eu descobrir eu te falo.”

Algumas pessoas adoooram fazer isso, criticar por criticar. Toda crítica é sempre bem vinda, mas para dar certo, que tal uma regrinha? Toda crítica deve vir acompanhada de uma solução. Se a pessoa não consegue se explicar em 1 minuto, a crítica é descartada.

 

2. Ditadores.

“Eis minha ideia! Execute-a!”

“Aqui está minha ideia, cadê a sua?”

Patrões normalmente são assim. Se esse é o caso, ele não está pronto para mudanças.

 

3. Tempo de execução irreal.

“É só uma página. Não deve demorar mais de uma hora para ser desenvolvida.”

“Eu sei que não há motivos para postergar isso para amanhã. Mas eu quero.”

 Antes de qualquer reunião, seja de criação ou desenvolvimento, é bom colocar uma agenda de tarefas em local visível e todos devem estar de acordo.

 

4. Procrastinação.

“Nós realmente queremos sugestões. Mas não é nossa culpa senão temos tempo para executá-las.”

“Acho que é isso. Errr… Só mais uma correção no rascunho #13…”

Esse é o tipo de ocorrência que se vê em agência de publicidade  e estúdios de design. Existem infinitas variações para a mesma ideia. E com essas, se faz uma faculdade de filosofia. Aprenda a dizer não. :)

 

5. Formalidades e Protocolos.

“Coloque por escrito.”

“Esteja certo que suas ideias estejam dentro de nosso formato.”

“Não faça perguntas, apenas siga as normas.”

Esse é outro exemplo que a empresa ou a liderança não está pronta para mudanças.

 

6. Burocracia.

“É uma ótima ideia, agora só pegue os outros dez “okeys” com assinatura e a gente fecha.”

Esse é o que chamo de processo pegadinha. Não mude nada até a última assinatura. Lembre-se, a última é a mais importante.

 

7. Desencorajando novas ideias.

“Eu não vou ter tempo de encontrá-lo. Então porque você não me manda por correio?”

“Eu pessoalmente não o faria… Mas tenta você!”

“Não me venha com ideias, apenas faça o seu trabalho.”

Momento turbo de ser inovador: mande num Carro de Mensagens! Tente você, sim! E sim, esse é seu trabalho, continue e mostre para outra pessoa.

 

8. Processo de Avaliação.

“Prefiro, ao invés de te dar um feedback, terminar tudo sozinho.”

Isso é mais normal do que se imagina. Um diálogo é sempre interessante. Afinal, você faz parte do processo e merece crédito por isso.

 

9. Incentivos.

“Para que dizer obrigado? É o trabalho dele, não é?”

Pessoas rabugentas estão em todo Planeta Terra. Continue a sorrir.

 

10. O medo do fracasso.

“Mesmo você tendo me deixado na mão da última vez, vou te dar uma outra chance.”

“Você aposta seu emprego nisso?”

Confie no seu taco e aposte alto em suas ideias. Faz parte da vida se arriscar.

 

11. Politicagem.

“O que seu chefe achou?”

“Será que minha ideia vai ofender alguém?”

 Gregos, troianos e sua mãe, sempre estarão insatisfeitos. Não se preocupe tanto. A equipe gostou? É o que importa.

 

12. Resistente a mudanças.

“Se é uma ideia tão incrível, por que você não pensou nisso antes?”

“Olha, nunca fizemos dessa forma.”

Esse é o perfil daquele que quer inovar mas não quer perder controle do que acontece na empresa. Converse com carinho sobre o que é inovação.

 

13. O Sistema de castas.

“Por que deveria te dar ouvidos? Você nem é o especialista na área.”

Isso não virá de chefe, mas sim de colegas. Jogo de cintura nessas horas é fundamental. Lembre-se: “Exatamente, e é por isso que estou aqui.”

 

Saiba mais aqui! :)

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Foursight, classificando mentes criativas. Qual é a sua?

por Paula Falco
2 de December de 2013
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Foursight é uma ferramenta que foi desenvolvida a partir da tese de doutorado de Gerard Puccio, escritor dos livros “The Innovative Team”, “Creative Leadership” e “Creativity Rising Creative Thinking and Creative Problem Solving in the 21st – fantásticos by the way; e Professor Doutor na Buffalo State University of New York.

Gerard acredita que nossas mentes possam ser classificadas em 4 perfis: Clarifiers, Ideators, Developers e Implementers.

 

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Parece simples, só que nem tanto. Vamos às explicações:

Clarifiers: São os cuidadosos… Aqueles que gostam de pensar antes de agir. Eles curtem fatos, pesquisas e são meticulosos. Adoram um “…não vamos partir de suposições….”

Ideators: Aqueles visionários por natureza, MacGyvers nas idéias e as vezes até um pouco incompreendidos. Eles conseguem ver as coisas de forma mais abrangente e são sempre bem vindos quando o assunto é inovação. Adoram um “…e se?…”

Developers: Eles que normalmente estruturam as ideias. Adoram colocar prós e contras de cada uma das idéias na balança. São super cuidadosos com cada fase de implementação. Adoram um “… e que tal compararmos “x” com “y” para eliminarmos “w”?”

Implementers: Piram em estruturar, diagramar, montar, desmontar até que tudo se torne em uma incrível inovação. Adoram um “… bora gente! Bora terminar!”

 

Tem mais! Desses 4 super perfis se consegue estruturar até 11 combinações:

Clarifier + Ideator = Early Bird.

Clarifier + Developer = Analyst.

Clarifier + Implementer = Accelerator.

Ideator + Developer = Theorist.

Ideator + Implementer = Driver.

Developer + Implementer = Finisher.

Clarifier + Ideator + Developer = Hare.

Clarifier + Ideator + Implementer = Idea Broker.

Clarifier + Developer + Implementer = Realist  (o mais difícil de se lidar…)

Ideator + Developer + Implementer = Optimist.

Clarifier + Ideator +Developer + Implementer = Integrator (o que se dá com todo mundo e se dá bem em todas as áreas).

 

Essa ferramenta é interessante pra quem quer montar uma equipe de inovação. Dessa forma é fácil entender os pontos fortes e fracos de todos no grupo.

Foursight já é usada em empresas como Nike e Disney como meio para montar suas equipes.

 

[youtube=http://youtu.be/dv1SMXLP9KU]

 

Gostou? Clique aqui e saiba mais.

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Quando um sistema de ensino muda as regras do jogo

23 de October de 2013
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Há muito tempo atrás, nós viemos aqui divulgar um projeto que havia sido lançado via Catarse e no qual acreditamos de coração. Tratava-se do coletivo Educ-Ação que tinha como objetivo rodar o mundo atrás de modelos de educação com práticas inovadoras.

Ficamos tão encantadas com o projeto e com a dedicação deste grupo que até entrevistamos um dos seus queridos membros, o André Gravatá, que deu um show de simpatia, além de esbanjar sua energia para mudar o mundo. (Confira a reportagem aqui)

Agora é com muita alegria que a gente abre esse espaço para divulgar o belíssimo trabalho que resultou da energia destas pessoas: o livro Volta ao Mundo em 13 Escolas.

Em versão digital gratuita ou versão física, passível de compra, o livro aborda sistemas de ensino inovadores de 13 escolas ao redor do mundo, que estão mudando as regras do jogo. Confira no mapa abaixo as escolas visitadas:

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Além de contar a jornada incrível passando por cada escola, o livro é cheio de referências e dicas de livros e sites para quem quer se aprofundar em algum assunto apresentado ao longo das páginas.

Para baixar o livro gratuitamente, acesse aqui.

E, instigando um pouco mais a sua curiosidade sobre o livro (que nós já baixamos e estamos lendo com muito carinho), deixamos o trecho final da obra  e uma poesia que dão o tom do projeto.

Nas palavras de André Gravatá, publicadas no livro Volta ao Mundo em 13 Escolas:

“(…) Um dia, minha mãe me perguntou: “Filho, por que você gasta tanto tempo do seu dia nesses projetos de educação?”. A minha resposta mais sensata está na certeza de que a educação é uma ferramenta para nos reen- cantarmos com o mundo e nos reconectarmos com nós e com os outros.

Por fim, gostaria de compartilhar um poema escrito por mim ao final da jornada, com o título “A podência da educação”. Sinto que certas refle- xões são mais bem apreendidas por meio da arte. 

Educação é feita principalmente de gente
Gente é feita principalmente de abundância
Freire disse que se a educação não pode tudo
alguma coisa fundamental ela pode
E a educação pode uma podência
Que surgiu bem antes de método ou ciência

A educação tem a podência do esticamento do olhar
Para que ele se abra enorme
Do tamanho do mar

A educação tem a podência da expansão
Do cultivo de campos de diversidade
Para fertilizar os sertões
Que hoje têm nome de cidade

A educação tem a podência do desafiamento
Passa pelo encontro com nossos redemoinhos internos
Que giram, sem trégua, num movimento de bagunçação
Daquelas entranhas feitas principalmente de emoção

A educação tem a podência de instaurar
Uma catação de horizontes dentro de cada um
Para que as abundâncias sejam descobertas
Lapidadas, expostas, caleidoscopadas
Tocadas, abertas, compartilhadas

A educação tem a podência de conjugar
Um verbo sinuoso, em chamas
O verbo ousadiar
Que é verbo de significância
Verbo de propósito sem demora
Para que nos ousadiemos no agora
E no gerúndio, ousadiando
A qualquer hora.”

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Uni-duni-tê, a ferramenta escolhida foi você!

28 de August de 2013
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Como consultora de inovação e como professora, uma das perguntas que mais ouço é “Como faço para aplicar a ferramenta XYZ na minha empresa/no meu projeto/para resolver o meu problema?”.

Para a frustração de quem me pergunta, respondo sempre com outra pergunta “Por que você quer utilizar esta ferramenta?”. Em 90% dos casos as pessoas não sabem porque necessitam especificamente daquela ferramenta, e me respondem explicando o problema em que se encontram. A partir daí iniciamos uma discussão e análise do problema, chegando à conclusão das diversas ferramentas que poderiam ser aplicadas para aquela situação e qual seria a mais indicada e por qual o motivo.

Ferramentas não são a solução de um problema. É preciso que se tome consciência de que existe um conjunto imenso de ferramentas disponíveis no mercado e que estão à sua disposição para que você as utilize quando achar necessário. Uma ferramenta nada mais é do que um template, um guia de apoio que te auxiliará no caminho para encontrar a solução para a seu problema. Portanto elas não são varinhas mágicas que solucionam tudo o tempo todo. Não se prenda a elas como bóias salva-vidas.

No dia-a-dia da consultoria é muito comum criarmos novas ferramentas quando estamos com dificuldade em alguma parte de um processo, pois elas nos auxiliam a enxergar e a pensar de forma mais organizada.

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Mas por que estou falando esse blablabla todo de ferramentas? Pois bem, como esta semana estou na missão de trazer assuntos interessantes para os participantes do Startup Weenkend Unifei (e todos que estejam na jornada de empreender, de maneira geral), o desafio que os grupos irão encarar será tirar a ideia do papel na sexta-feira à noite e entregá-la de forma tangível, transformada em modelo de negócio viável no domingo. Em pouco tempo, eles deverão fazer escolhas rápidas de quais ferramentas serão úteis para auxiliar neste processo. E escolher qual a melhor ferramenta não é uma tarefa fácil. Por isso, o post de hoje é para falar sobre algumas ferramentas que poderão ser úteis.

AS FERRAMENTAS

Para o Startpup Weekend é importante entender que existirão 3 grandes blocos de desenvolvimento onde as ferramentas serão importantes: a criação do Business Plan, a validação com os clientes/usuários, e a execução.

BUSINESS PLAN: a construção de um business plan em si já pode ser vista como uma ferramenta. Para auxiliar na construção do Business Plan, que é um pouco maior e mais complexo para ser preenchido totalmente em um único final de semana, uma ferramenta interessante é o CANVAS. O vídeo abaixo mostra a sequência lógica da ferramenta.

 

Para um Startup Weekend, devido ao pouco tempo, o foco normalmente são apenas nos pontos  “Proposta de Valor” e “Segmentos de Mercado”. Ou seja, o que estou oferecendo e para quem estou oferecendo. O que leva para o segundo grande bloco do evento, a validação com o usuário.

VALIDAÇÃO COM USUÁRIO: é necessário se certificar de que o que sua startup está oferecendo é útil e será bem aceito para o segmento que você está oferecendo. Por isso a importância da validação da proposta de valor com os clientes/usuários. Para isso ferramentas de pesquisa são úteis. Como o tempo é curto, os participantes deverão fazer uso de questionários (sim, questionário é ferramenta e se não for bem feito pode prejudicar o resultado da pesquisa), e principalmente realizar um bom guia de planejamento de pesquisa.

:: GUIA DE PLANEJAMENTO: para realizar qualquer pesquisa com o consumidor, é necessário realizar um planejamento mínimo considerando quem é o seu público-alvo; onde você irá encontrar o seu público-alvo (na rua, na padaria, etc.); quais são as hipóteses a serem validadas.

::QUESTIONÁRIOS: deve ser composto de uma introdução rápida sobre a pesquisa e seguir a sequência de perguntas básicas (dados demográficos/de perfil), perguntas validadoras de hipóteses, encerramento e agradecimento. Caso o público possua uma característica específica, deve-se inserir questões de filtro logo no início.

EXECUÇÃO: depois de validar com o cliente a proposta de valor (ou realizar ajustes na proposta inicial, baseado na validação), hora de executar a ideia. Para isso a melhor forma é prototipar a solução. Dar corpo à ideia. Se a ideia é uma interface (site, aplicativo, tela) a melhor forma é desenhar as telas com os botões mostrando as interações. Para isso existem algumas ferramentas como folhas de Sketch e aplicativos como POP que auxiliam o processo. A startup é de serviço? Utilize storytelling para prototipar, ou desenhe o passo-a-passo do serviço. É um produto? Desenhe o produto ou junte tudo o que tiver na sala e crie um protótipo físico do produto. O importante é mostrar a ideia, tangibilizá-la e mostrar como ela funcionará.


iPhone-Sketch-Template_Web

Estas são apenas algumas sugestões de ferramentas para o Startup Weekend. Existem um mundo muito maior, e espero poder contribuir na mentoria sugerindo outras ao longo do evento. E para quem for participar, esteja preparado para ter suas perguntas sendo respondidas com uma outras perguntas! ;)

 

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Por que prototipar?

6 de August de 2013
Captura de Tela 2013-08-06 às 00.05.01

Não seria incrível se, toda vez que você tivesse uma ideia genial todos pudessem ver, tocar, sentir, e testar sua ideia sem que você tivesse que gastar para desenvolvê-la?

Imagine como isso aumentaria as chances de convencer seu chefe a aprovar o investimento para produção da sua ideia, ou então como você poderia testar sua ideia já com o consumidor e fazer ajustes para lançar um produto ou serviço mais alinhado com as necessidades e expectativas do mercado?

Pois essa prática já existe e é adotada por muitas empresas, e recebe o nome de Prototipagem. :)

 

O QUE É PROTOTIPAGEM?

O termo Protótipo vem do grego [PROTÓS=PRIMEIRO] e [TYPOS=TIPO], ou seja, primeiro tipo, primeiro modelo.

Prototipagem é uma técnica para desenvolver, testar e melhorar  ideias em um estágio inicial, antes que se invista em recursos para sua implementação. É um jeito de você experimentar, avaliar, aprender, aperfeiçoar e se adaptar, garantindo que as ideias sejam totalmente exploradas antes da tomada final de decisão.

 

Untitled

 

POR QUE PROTOTIPAR?

Algumas razões para prototipar:

• Você pode envolver várias pessoas relevantes numa fase inicial da ideia
• Testar as ideias com as pessoas que trarão respostas para os dilemas do seu projeto
• Tornar as ideias tangíveis
• Ajudar a tomar decisões refinando as ideias
• Em comparação a um piloto, é um processo de baixo custo e pode ser feito dentro de um prazo menor

• É um processo vivo de aprendizagem, onde você pode ir alterando o projeto e testando novas abordagens em tempo real.

2

 

O QUE PROTOTIPAR?

Você pode prototipar um novo produto, um novo serviço, um novo aplicativo ou interface. Pode até prototipar uma receita, testando ingredientes, prototipar um novo caminho para o trabalho, enfim, tudo que se é possível testar e fazer melhor, é algo que se pode prototipar e muitas vezes não chamamos de protótipo.

Para cada situação existem técnicas e ferramentas que podem auxiliar de melhor forma. Já trouxemos aqui muitas dicas sobre prototipação como o POP (app para prototipar aplicativos) e  aqui dicas para prototipagem em papel.

Para aprender mais sobre a arte de testar ideias de forma rápida e barata, aproveite o curso do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM – Prototipação de Ideias e Projetos. Próxima turma começando dia 12 de Agosto. Inscrições e informações acesse http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=91.

 

*Quer aprender a prototipar? A Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Prototipação. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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Sentindo na Pele | Empatia

14 de June de 2013
Captura de Tela 2013-06-13 às 23.38.00

Um dos pilares dos processos de inovação, principalmente do Design Thinking, é a Empatia.

Empatia = tratar o outro como ELE gostaria de ser tratado.

Empatia não é uma tarefa fácil. Não é apenas se colocar no lugar do outro mas sim sentir como o outro e viver como o outro, para entender o que o outro precisa.

Esse processo é chamado, dentro das ferramentas de Design Thinking, de “A day in a life” (um dia na vida de). Um jeito simples de fazer com que você sinta na pele do outro e crie a empatia necessária para a criação de soluções inovadoras no processo de inovação.

Em alguns casos simples, pode ser realizar uma tarefa e experimentar um produto. Em outros casos mais complexos, é possível fazer o uso de trajes especiais como no caso de gerar empatia por idosos e suas limitações. (conheça o traje desenvolvido pelo MIT e que te faz sentir com 70 anos). 

Dentro desse processo de empatia, uma tarefa difícil é compreender uma mulher grávida e como ela se sente. Essa experiência única para as mulheres torna para os homens um desafio entender suas sensações e emoções como por exemplo, saber o que é sentir quando o bebê se move ou chuta.

Querendo que os pais saibam um pouquinho o que é essa sensação, a Huggies criou uma faixa que replica os movimentos e chutes do bebê em tempo real da barriga da mãe para a barriga do pai, permitindo que eles sentissem o mesmo que as mães em suas próprias barrigas. Confira ação incrível no vídeo abaixo:

 

 

Empatia não é uma tarefa fácil. Mas o primeiro passo para alcançá-la com sucesso é se importar realmente com o motivo pelo qual você está fazendo isso e se entregar à tarefa de se colocar no lugar do outro de corpo e alma presentes, vivenciando a experiência com um propósito real.

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