Como entender o consumidor através do mapa de empatia?

6 de January de 2012

Até pouco tempo atrás, quase todas as empresas segmentavam seus clientes separando-os em grupos conforme questões sócio-demográficas, faixa etária e sexo. Porém, com a grande competitividade de produtos/serviços e o aumento expressivo do acesso da população à informação, as empresas têm começado a perceber que é necessário conhecer seus consumidores de uma forma muito mais profunda do que imaginavam.

“O que meus consumidores querem? Como eles se comportam? O que é importante pra eles? O que faz com que ele compre o produto A ao invés do produto B? Do que ele gosta? O que ele faz aos finais de semana? Onde ele trabalha?”

Cada vez mais perguntas como essas se tornam comuns no dia a dia dos nossos trabalhos. E foi pensando em ajudá-los com essa missão (nada fácil, nós sabemos), que vamos falar de uma ferramenta que pode orientar na árdua tarefa de conhecer melhor o seu consumidor: o mapa de empatia.

O “mapa de empatia” foi criado por um cara chamado Dave Gray, e tem como objetivo, através do que o stakeholder (pode ser cliente, parceiro, acionista, etc) sente, escuta, vê, diz e faz; identificar as principais características de seu comportamento frente a um determinado estímulo, como por exemplo: processo de decisão de compra de um bem; ou experiência ao utilizar algum serviço.

A construção desse painel é bastante simples e pode ser feita de forma individual ou em grupo. Em grupo, além de ser bem mais legal, é muito mais rico, afinal, cada um pode ver o cliente de uma forma diferente, e é a experiência individual de cada um que traz riqueza pra a construção de novas ideias. Então, por que não juntar todo mundo?  Você pode até pegar um template do desenho pronto aqui. Teste e conte pra gente o que achou desta ferramenta! ;)

Dica de leitura: Business Model Generation por Alex Osterwalder, que também tem um blog.

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Os elementos fundamentais do design

3 de January de 2012

Não tem como falar de design thinking ou design research (seja qual for o nome que você querida dar o.O) sem falar de design. Por isso, nada melhor do que este vídeo para começarmos 2012 com alguns conceitos básicos bem fresquinhos em nossas mentes!

A criação, direção e produção é da Erica Gorochow, o texto por Karl Sluis, e a música por Michael Coffman.

 

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WolframAlpha | Você conhece?

14 de December de 2011

O Google que se cuide!!! Se o projeto Wolfram Alpha decolar, uma nova era de buscadores irá mudar o seu jeito de procurar coisas na internet.

O projeto foi desenvolvido pela Wolfram Research e é descrito como um mecanismo de conhecimento computacional.

A grande diferença para buscadores comuns é que esse serviço não traz apenas uma série de referência de sites onde você pode encontrar sua resposta, mas sim responde às perguntas diretamente, mediante o processamento da resposta extraída de base de dados estruturados.

Por exemplo, se no Google você digitar Japão a busca te trará diversos sites onde você pode encontrar as informações que deseja sobre o Japão, muitas vezes pegando uma informação em cada site. Já no WolframAlpha você vai receber uma série de informações do Japão como localização no mapa mundi, demografia, dados culturais, financeiros, etc.

Dá uma olhadinha na carinha dele aí na foto abaixo.

O serviço foi anunciado em março de 2009pelo físico britânico (!!)  Stephen Wolfram, e esta em funcionamento desde 15 de maio de 2009.

Se quiser saber a fonte de onde as informações foram tiradas, o processo não é tão automático. É necessário fazer o requerimento por e-mail e aguardar a resposta.

Vale a pena conhecer, testar e ver o que você acha! =)

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Infográfico – Colaboração Brasileira

7 de December de 2011

Já falamos por aqui sobre open innovation e crowdsourcing! Por isso adoramos este infográfico publicado pela HSM mostrando quais são as empresas que têm atuado nestes dois modelos de negócios. Divirtam-se!!!! =)

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Você quer? Nós queremos.com.br!

4 de December de 2011

Na última semana, falamos aqui no blog sobre Crowdfunding e como esse novo modelo de financiamento colaborativo tem ajudado pessoas a viabilizarem suas ideias e sonhos.

E se o seu sonho não for um projeto ou uma ideia, mas sim ver sua banda favorita tocar na sua cidade? Foi assim que nasceu o site queremos.com.br.

Nos moldes do crowdfunding, o Queremos é uma iniciativa que, como toda boa inovação, surgiu de uma necessidade. Três amigos cariocas, ligados ao meio musical, estavam fartos dos shows internacionais de bandas alternativas virem ao Brasil, mas nunca ao Rio de Janeiro. Segundo os organizadores destes shows, no Rio não haveria público interessado que justificasse um show na cidade.

Os amigos, convencidos de que, assim como eles, haviam muitos fãs dessas bandas, cansaram de reclamar e partiram para a ação criando um formato inédito: “dividir por uma fatia do público o valor necessário para produção de um evento, garantindo assim a sua realização – podendo reembolsar integralmente essas pessoas com a arrecadação da bilheteria”, segundo o site.

Quem compra uma cota tem sua foto no mosaico do show no site; rolam também patrocinadores comprando cotas.

Como funciona na prática: a galera do Queremos entra em contato com a banda e levanta os custos para trazer a banda ao Rio (cachê+estrutura), por exemplo R$100.000; aí eles dividem esse valor em cotas para que seja viável um fã pagar, tipo 1000 cotas de R$ 100; mil fãs comprando um ingresso cada um, já garantem a realização do show (se não são vendidas todas as cotas, o show não acontece e o dinheiro é devolvido para quem comprou uma cota); a partir daí começam a ser vendidos ingressos comuns no lugar de cota; caso os ingressos adicionais atinjam o valor do show, o dinheiro das cotas é devolvido e os fãs que apostaram antes e investiram para garantir o show são reembolsados e vão ao show de graça!!

Segundo os organizadores do site, quase todos os shows realizados tiveram suas cotas reembolsadas, mostrando o sucesso desta iniciativa.

É mais uma iniciativa que mostra que o crowdfunding, ou a boa e velha “vaquinha” =), está mudando o jeito de fazer cultura.

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Crowdfunding | Você já entrou nesta onda?

29 de November de 2011

Tem um projeto suuuuper legal mas não tem grana para realizá-lo???? Ou tem aqueeeela vontade de contribuir de alguma forma para uma ideia ou um projeto bacana?????

Então você precisa conhecer o modelo que tem ajudado milhares de pessoas, em todo o mundo, a verem seus sonhos tornarem-se realidade: o crowdfunding.

O nome é mais complicado do que o processo em si. A imagem logo abaixo explica direitinho como funciona.

Bem… se ainda não ficou muito claro, aí vai uma explicação/exemplo: imagine que você tem o sonho de gravar um documentário mas está sem dinheiro para bancar o filme; então você vai atrás de pessoas que acreditem no projeto tanto quanto você e se identifiquem com a causa; aí você pede uma contribuição para essas pessoas e dá alguma coisa em troca (ex. quem contribuir com R$ 10 ganha um par de ingressos para estréia, já quem contribuir com R$ 100 pode aparecer no filme, e por aí vai); quanto mais pessoas gostarem do seu projeto, mais rápido você arrecada a quantia necessária. Pronto! Você tem o dinheiro para o projeto e quem colaborou tem algo em que acreditar.

Existem várias plataformas atualmente que facilitam esse relacionamento entre o idealizador e os apoiadores. Uma das mais famosas é o site Catarse, onde você cadastra o seu projeto, diz quanto precisa e as pessoas podem contribuir com qualquer valor a partir de R$ 10. Assim que alcançar o montante, você recebe o dinheiro, caso não alcance o valor total os apoiadores recebem o dinheiro de volta. Vale dar uma conferida nos projetos que estão no ar.

Alguns especialistas estão chamando esta modalidade de “financiamentos colaborativos”. O que no fundo, no fundo, nada mais é do que a boa e velha vaquinha em versão 2.0! =)

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Você conhece o Battle of Concepts?

20 de November de 2011

Já falamos aqui no blog sobre Open Innovation (se não lembra, clica aqui) e prometemos falar sobre modalidades diferentes de Open Innovation (OI)!

Como aqui promessa é dúvida, quero dizer, dívida ;) vamos falar de uma forma bem interessante de OI, tanto para quem participa quanto para as empresas: o sistema de plataformas intermediárias de Open Innovation.

O nome parece difícil? Mas não é! Como ele mesmo já diz é um programa de OI que utiliza um intermediário que leva quem tem um desafio até quem tem ideias e vice-versa.

Funciona assim: empresa tem desafio > empresa lança o desafio em um site de OI > todo mundo pode dar ideia para o desafio > empresa remunera as melhores ideias

Todo mundo ganha! A empresa que recebe várias ideias por um custo relativamente inferior aos ganhos que as ideias trarão, e o criativo que deu sua grande ideia e recebeu por ela.

Se você é uma pessoa que tem muitas ideias e nunca sabe para quem dá-las, vale a pena dar uma procurada nestes sites. De quebra você ainda pode tirar uma graninha! =)

Em especial, vamos apresentar hoje o Battle of Concepts. Este site tem uma peculiaridade: só pode dar ideias quem tem até30 anos, e está cursando a faculdade ou já se formou. As empresas lançam o que eles chamam de “batalhas”. Cada batalha tem um briefing que explica a empresa e o desafio proposto. Em geral você tem 2 meses para pensar em uma ideia, elaborá-la e enviar em forma de conceito de acordo com o que foi especificado no briefing (número de páginas, formato, etc.). A empresa normalmente tem um mês para avaliar as ideias e passar um ranking das 20 melhores ideias. As 10 primeiras são remuneradas (1º lugar com R$ 5 mil e 10º lugar com R$ 600, normalmente). Os demais recebem pontuação pela participação. Vale a pena conferir!!!

E você? Está esperando o que para participar!??!!! Aliás, uma dica! Uma das colaboradoras aqui do blog está entre os 10 primeiros no ranking geral e já ganhou várias batalhas!!! Quem será??! ;)

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Coaching Reverso

17 de November de 2011

Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre coaching, certo? (se não, é só clicar aqui)

Mas e sobre COACHING REVERSO? Já ouviu falar sobre essa nova tendência????

O coaching reverso, como o próprio nome já diz, é um coaching ao contrário do modelo tradicional. No modelo tradicional o coach (quem orienta) normalmente é uma pessoa em um estágio mais avançado na carreira em relação ao coachee (quem é orientado).

A proposta do coaching reverso é que o coachee seja alguém em uma posição de liderança enquanto o coach seja um jovem (geração Y e Z) iniciando sua carreira. São os mais jovens ensinando os mais velhos.

 

Esta técnica ainda não é muito difundida nas empresas. A primeira vez que ouvimos falar sobre isso foi em uma palestra do Tom Kelley (Ideo) sobre inovação, onde ele nos contou que para se manter atualizado e ter grandes ideias ele sempre conversa com seu coaching reverso, um garoto de 21 anos que o atualiza sobre tudo o que está acontecendo no mundo.

No meio corporativo, a P&G (reconhecida por suas grandes inovações) é uma das empresas que possui um programa de coaching reverso estruturado. Neste programa um time de jovens foi selecionado para realizar coaching com os líderes da empresa. Nas sessões de coaching reverso, coach e coachee trocam informações sobre tendências de comportamentos, redes sociais, internet, e pitacos em grandes projetos que estejam em desenvolvimento.

Como a liderança de uma empresa pode tomar decisões como “o que fazemos com a reclamação daquela consumidora no twitter que postou um vídeo no YouTube?!” sem que eles saibam o que é o Twitter e qual o poder que a informação ganha nas redes socais? Ou se devem ou não investir alguns milhões para trazer uma garota chamada Luiza do Canadá, para estrelar seu comercial o mais rápido possível antes que “menos a Luiza, que está no Canadá” deixe de ser um “meme”, sem saber o que é um meme, e a importância de agir rápido netes casos? É preciso que estes líderes se atualizem e estejam cada vez mais por dentro do mundo dos jovens afinal estes serão (se ainda não são) seus novos consumidores, e seus futuros gestores em breve! #ficadica

 

*Quer se manter atualizado? A Take a Tip oferece o serviço de Coaching Reverso para todos que queiram entender sobre comportamento, tendências e atualidades do mundo jovem e da web. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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Seu consumidor é uma cebola!

14 de November de 2011

Siiiim! Isso mesmo! Seu consumidor é uma cebola! =)  Ficou confuso? Calma! Eu explico!

Quando você realiza pesquisas com o seu consumidor e pergunta a ele sobre seu produto, ele vai te dar informações que não passam de algo que já existe, nada novo, apenas melhorias incrementais.

Como disse Bob Lutz, vice-presidente da GM, “Desconfio que o consumidor geralmente seja, na melhor das hipóteses, um espelho retrovisor”.

Pegue o caso de Henry Ford. Quando perguntava às pessoas o que elas queriam, elas respondiam “queremos cavalos mais velozes!”. Afinal, o que conheciam eram cavalos! Dificilmente alguém responderia “olha, eu queria uma máquina, que andasse muito rápido, com rodas, e um motor!”. Coube à Ford interpretar o que estava por trás do que as pessoas falavam: a necessidade! A necessidade era chegar de um lugar ao outro no menor tempo possível, quer fosse com cavalos mais velozes, quer fosse com sua nova invenção: o automóvel.

É por essa falta de saber o que exatamente quer, que precisamos entender que o consumidor é como uma cebola e devemos analisar camada a camada o que ele realmente necessita.

Quando investigar seu consumidor, avalie 5 camadas de profundidade em suas respostas:

1 – o que ele diz: por quê? o que está por trás do que está dizendo?

2- como ele diz: palavras, tom, linguagem corporal.

3 – o que ele faz: por quê faz?  o que está por trás de suas ações?

4 – como ele se sente: confiante? irritado? com medo? satisfeito?

5 – emoções: quais as emoções que o dirigem? amores, ódios, paixões.

Pronto para descascar algumas cebolas!? =)

 

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SCAMPER – Gerando ideias

13 de November de 2011

Muitas pessoas nos pedem técnicas para geração de ideias. Por isso, hoje estamos trazendo uma ferramenta que gostamos bastante pois é simples e rápida: SCAMPER.

Esta técnica foi criada por um carinha chamado Bob Earle, mas ficou famosa mesmo depois que outro carinha, Michael Michalko, falou sobre o assunto em seu livro Thinkertoys (que, aliás, está cheio de outras técnicas para geração de ideias).

Este método te permite repensar as situações, questionar, soltar a imaginação e descobrir o seu potencial criativo.

Funciona assim: SCAMPER é o conjunto das iniciais de Substitua – Combine – Adapte – Modifique – Proponha novos usos – Elimine – Reorganize.

A proposta é que você pegue uma situação em que precisa inovar e pense sobre eesta o que você pode Substituir, o que pode ser Combinado, o que dá para Adaptar, e por aí vai até chegar em R e ver o que pode ser Reorganizado!

É simples, dá pra fazer só ou em grupo, e não precisa mais do que papel e caneta para anotar as ideias para cada pergunta.

Pratique e nos conte o que achou! ;)

Dica de leitura: “Thinkertoys: A Handbook of Business Creativity For the 90s” do Michael Michalko

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