Ferramenta | Em busca da imagem perfeita

20 de April de 2012

Gente! PARATUDO!!

Encontramos uma ferramenta sensacional para quem gosta ou precisa fazer apresentações!

O Multicolr é um sistema de busca desenvolvido pela empresa que faz softwares de identificação e busca de imagens, a Idée Inc, que utiliza uma tecnologia de similaridade visual para permitir que você encontre fotos a partir de uma cor ou de uma mistura de cores.

O banco de imagens conta com mais de 10 milhões de fotografias extraídas do Flickr e classificadas como interessantes do creative commons. Deixa qualquer um enlouquecido… navegando durante minutos entre a imensidão e variedade de imagens. O.O (sim, viciamos).
Salvem nos seus favoritos! #ficadica

 

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Obsolescência Programada

16 de April de 2012

Você já parou para pensar porque sentimos o desejo de trocar de carro cada vez que um modelo novo é lançado com novos acessórios? Ou como ficamos eufóricos anualmente com cada lançamento de um novo iPod? E (para as mulheres) como cada vez mais as meias-calças parecem mais descartáveis?

Thomas Edison pôs à venda sua primeira lâmpada em 1881 e ela durava cerca de 1500 horas.  Em 1911 foi lançada uma lâmpada que tinha a duração de 2500 horas. Em 1924 as lâmpadas vendidas tinham a vida útil de 1000 horas.

Isso se chama “obsolescência programada”.  As empresas passam a projetar seus produtos de forma que sua durabilidade ou funcionamento se dê por um período reduzido.

Essa estratégia garante um consumo constante, já que em um curto espaço de tempo o produto se torna obsoleto ou pára de funcionar, tendo que ser obrigatoriamente substituído.

O documentário abaixo foi realizado por Cosima Dannoritzer e co-produzido pela Televisão Espanhola, resultado de três anos de investigação, que aborda este modelo de negócio, suas consequências para o meio ambiente e opiniões de especialistas para propor novas soluções. Afinal, a obsolescência programada provoca além do aumento da exploração dos recursos naturais e energéticos, o aumento da produção de lixo tecnológico.

Apesar de ser um pouco longo (52 minutos), vale a pena ver.

Existem diversas opiniões a respeito deste modelo econômico. O que você pensa sobre isso?

 

Fonte: Wikipedia e Super Interessante

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Falsos dilemas nas metas de inovação

13 de April de 2012

No mês passado, o nosso colega José Claudio Terra, da consultoria Terra Fórum, foi entrevistado pela jornalista Patricia Buneker para a HSM Inspiring Ideas para contar um pouco mais sobre alguns conceitos de inovação e o que é preciso para vencer falsos mitos e derrubar velhas ideias, muitas vezes tão cristalizadas que não são nem percebidas.

Vale a pena assistir a entrevista:

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Curadoria de Informação | Você não sabe mas já faz!

18 de March de 2012

Refletindo outro dia sobre o grande sucesso que a rede Pinterest está fazendo, esbarrei mais uma vez na conclusão de que o futuro da web está na curadoria da informação. E se você ainda não havia enxergado o Pinterest com estes olhos, pois bem, te apresento mais uma (ótima, por sinal) ferramenta de curadoria de informação.

Pra quem não sabe o que significa o termo “curadoria de informação”, já explico. O papel de um curador em um museu é selecionar quais são as obras que irão compor o acervo do lugar, onde cada obra deve ficar, como elas devem estar organizadas, quais irão fazer parte de uma exposição e não de outra, ou seja, ele não cria nada novo mas ele da um novo às obras já criadas. Assim também é com o curador de informação. Ele não cria nada novo mas ele dá um sentido novo às informações que encontra disponibilizando-as ao seu grupo.

Com tanta informação surgindo na internet a cada 60s, a curadoria de infos nos ajuda a escolher o que é mais relevante e se torna cada vez mais necessária.

Na prática, é impossível você participar ativamente da internet e não estar exposto à curadoria da informação. Quer um exemplo? Os vídeos e links de notícias que seus amigos postam no Facebook todos os dias é curadoria de informação, pois significa que dentre vários vídeos e links que eles viram ao longo do dia, aqueles postados no Face foram considerados relevantes para serem compartilhados com a rede de contatos. Sendo assim, cada vez que você compartilha uma informação você também está praticando curadoria de informação, já que é como se você colocasse um carimbo de aprovação naquele conteúdo dizendo aos seus amigos “ei, ao invés de procurarem algo novo, podem confiar em mim e assistir isso pois eu já vi e recomendo”.

Aliás, falando em confiar, credibilidade e confiança são duas palavras essenciais no campo da curadoria da informação. São elas que vão garantir audiência ao conteúdo que você está recomendando.

Além das redes sociais comuns do nosso dia-a-dia, onde compartilhamos informação que consideramos relevante o tempo todo, existem algumas ferramentas que ajudam a elevar a sua curadoria de informação a um nível acima. Para ser um curador uma das mais conhecidas é o Scoop.it! , já para usufruir dessa seleção de conteúdo as opção não param de crescer, desde blogs famosos onde diversos colaboradores tem a missão de varrer a internet através da última novidade (ex. BlueBusUpdateorDie) até o Google Reader e, o que nos leva ao início deste texto, o Pinterest. (se você ainda não conhece clica aqui)

O Pinterest passou a ser uma ótima curadoria de imagem! Ali você encontra as fotos mais legais da internet sobre cada categoria, ou apenas pode acompanhar o que seus amigos estão considerando como imagens legais, te possibilitando guardar estas imagens também.  Estou tendendo a acreditar que é este poder de selecionar e indicar as melhores imagens o que tem levado o Pinterest ao sucesso.

É mais uma vez o poder da curadoria da informação dando uma forcinha para a preguiça humana de procurar e criar sua própria opinião, levando o mundo ao pensamento coletivo de sempre.

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Ferramenta | Shadowing

13 de March de 2012

O Shadowing é uma das ferramentas de pesquisa mais importantes quando se quer entender os hábitos e o contexto de uso do produto/serviço, que dificilmente conseguem ser explicados ou descritos pelas pessoas em uma entrevista. Geralmente, essa ferramenta, baseada puramente na observação, é utilizada na fase de investigação (pesquisa) de um projeto.

A ideia desse método é de que se acompanhe um grupo de pessoas ou a pessoa “target” observando o seu dia-a-dia. Como ela se comporta? Como interage com outras pessoas? O que ela sente? O que ela diz? Quais são suas expressões? O que ela faz primeiro? Como ela termina de utilizar o produto/serviço? Anote tudo!

Desta forma, é possível ter insights que seriam dificilmente detectados em outros métodos. É através do Shadowing que conseguimos desenvolver o mapa da Jornada do Usuário (vamos falar disso em outro post mais pra frente) com maior precisão.

É uma ferramenta que praticamente não tem custo para ser aplicada, exige uma disponibilidade de tempo mediana, e não há necessidade de ser expert no assunto para colocar em prática (mas ressaltamos, que na sua primeira vez, é melhor ir acompanhado de alguém que já tenha feito).

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A arte de organizar uma (boa) sessão de brainstorming

7 de March de 2012

“Vamos fazer um brainstorming, junta o pessoal aí!”

Ok. Você até pode apenas reunir pessoas em grupo para dispararem ideias aleatoriamente. Mas a arte de gerar ideias requer uma série de preparações que podem garantir o sucesso da sua sessão com uma qualidade maior do resultado gerado.

Mas afinal, o que é brainstorming? É um método desenvolvido, em 1948, por um cara chamado Alex Osborn (foi publicitário, norte-americano, sócio da famosa agência BBDO), e surgiu pela primeira vez em seu livro “Your Creative Power” (Myers Press).  Nasceu com o intuito de resolver problemas de uma maneira mais criativa e prometia dobrar o poder criativo das pessoas através do uso deste método.

Trabalhando na área de inovação de uma das maiores empresas brasileiras (sim, é o que fazemos! não te contamos?), o que as pessoas mais nos pedem é para organizarmos uma sessão de brainstorming, como se tudo se resolvesse desta forma. Aí temos todo um trabalho de tentar entender se é o caso mesmo de utilizarmos apenas uma geração de ideias, ou se o caso é mais complexo e vale rodarmos um processo com outras ferramentas do processo de design thinking (fica pra outro post). E aí, as pessoas acham que é só reunir as pessoas em uma sala, e sentarmos pra todos começarem a ter ideias, como um passe de mágica, algo quase holístico. Daí resolvemos contar um pouco algumas das etapas (7) que passamos pra chegar até o momento das ideias começarem a brotar (e não, não é mágica, tem muito trabalho prévio e preparação pra garantir um bom resultado). Então vamos às etapas:

1. A PERGUNTA: saiba exatamente o que você quer responder com as ideias geradas. Pode ser um problema a ser resolvido, uma oportunidade de um novo produto, etc. Uma boa dica é definir uma pergunta para ser respondida durante o brainstorming, definir the killer question!

2. OS CÉREBROS: como o nome já diz, é uma tempestade de cérebros, logo quanto mais cérebros pensando, melhor. Mas, principalmente, quanto mais diferente são os cérebros, melhor. Você pode ter duas ou dez pessoas participando, o importante é que haja uma diversidade. Aposte em pessoas de idades diferentes, áreas diferentes, cargos diferentes, e, principalmente experiências de vida diferentes (são as experiências individuais de cada um que dão o brilho a cada ideia).

3. AS FERRAMENTAS: o brainstorming é uma técnica de geração de ideias e, como toda técnica, possui muitas ferramentas que podem auxiliar o processo. Essas ferramentas na verdade são modos diferentes de conduzir a geração de ideias durante a sessão. Você pode optar pelo método tradicional das pessoas falando suas ideias e anotando, ou pode optar por alguma ferramenta como o brainwriting, por exemplo, onde as pessoas escrevem suas ideias de forma silenciosa e passam adiante para o colega completar a sua ideia com novas ideias. Onde achar mais dessas ferramentas? Google! =) Dica: é importante escolher a ferramenta de acordo com o perfil dos participantes. Por exemplo, se o grupo é muito introvertido aposte no brainwriting, pois assim as pessoas não se sentirão intimidadas a expor suas ideias.

4. AS REGRAS: é importante que haja um moderador na sessão de brainstorming para que ele garanta o cumprimento de algumas regras. Que regras? Aquelas que vão garantir que todos tenham o direito de falar, que as ideias não sejam censuradas, que ninguém mate uma ideia antes dela nascer, entre outras. Nós gostamos muito das 7 regras da IDEO:

5. ORGANIZAÇÃO: já perdi as contas de quantas sessões de brainstorming conduzi pelas empresas que passei. E se alguém me perguntasse qual é a parte mais importante de uma boa sessão de brainstorming, eu com certeza diria que é a organização! Como assim? Imagine que você está responsável por conduzir uma sessão de geração de ideias com 20 diretores da sua empresa. Não dá pra chegar na hora e descobrir que não tem fita crepe para colar a folha de flip chart na parede, onde serão colocados os post-its; ou que os post-its que você levou não grudam e ficam caindo da parede o tempo todo. É preciso estar preparado. Por isso se você sabe quem vai participar e quais serão as ferramentas utilizadas, é possível se preparar: 1. check list com todos os materiais que você precisará (e mais alguns extras que talvez você precise); 2. a lógica da geração de ideias e de como a mente das pessoas irá caminhar ao longo da sessão, expandindo o potencial criativo.

6. MATERIAIS: vão variar de acordo com as ferramentas e dinâmicas escolhidas, mas quase sempre post-it (dica: nunca encontramos uma outra marca, que não a 3M, que não descolasse das paredes), canetas (aposte nas coloridas e porosas para escrever em post-it), use e abuse de elementos criativos na mesa (giz de cera, massinha de modelar, Lego, etc.), decorar a sala (ou levar as pessoas para ambientes fora do comum).

7. CRIE: no fim é como eu disse no início, você pode apenas juntar pessoas para ter ideias aleatoriamente ou pode fazer tudo seguindo as dicas aí de cima. Mas nenhuma das duas opções vão funcionar se você não liberar a sua criatividade! Então, SE PERMITA! =)

Boas ideias pra vocês e se quiserem mais dicas é só mandar um email pra gente!

*A Take a Tip organiza sessões de geração de ideias em sua empresa para enriquecer os seus projetos. Entre em contato takeatip@takeatip.com.br .

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Qual é o fato mais incrível do universo? Astrofísico responde!

5 de March de 2012

Na nossa onda nerd despertada após a Campus Party, andamos apaixonadas pelo mundo da física, principalmente após a palestra do físico-teórico Michio Kaku. E seguindo por aí, claro que adoramos o vídeo abaixo, do astrofísico Neil deGrasse Tyson.

O nome soa familiar?! Bom, deve ser porque ele é, com certeza, o astrofísico mais pop (quantos astrofísicos você conhece?) que existe! O cara já apareceu até em um episódio do The Big Bang Theory onde o Sheldon o intitula (e acusa) como o cara que rebaixou Plutão do posto de planeta. O caso é que Neil é diretor do Planetário Hayden no Museu Americano de História e, em uma entrevista à revista Time, em 2008, foi questionado sobre o que ele considerava ser o fato mais incrível de todo o universo.

E, seguindo a tendência identificada pela Box1824 de conteúdo pessoal=efeito coletivo, a resposta foi editada e virou o vídeo incrível que vocês acompanham aí abaixo. A edição foi de Max Schlickenmeyer e a trilha sonora é “To Build a Home”, da Cinematic Orchestra.

Assistam, assistam de novo, assistam mais uma vez, e depois mais uma vez…. até cansarem! Nós ainda não nos cansamos!

Obrigada ao pessoal do Brainstorm9 por ter postado em nosso caminho este vídeo incrível! 8)

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Michio Kaku | O físico do Impossível

11 de February de 2012

É claro que a palestra mais nerd de todas teria que ficar para o último dia de Campus! Estou falando do “físico do impossível”, Michio Kaku.

A palestra foi com certeza a mais perturbadora de todas! E também a que me deixou mais ansiosa pelos próximos 20 anos! #chegalogofuturo

Professor, físico teórico e co-criador da Teoria das Cordas. (se você já assistiu The Big Bang Theory, ele seria a versão real e top do Sheldon Cooper, mas com um senso de humor incrível!).

Quebrando a imagem de que físicos são chatos, Kaku iniciou a palestra comentando o fato de que a revista  NY Magazine  fez uma lista das 100 pessoas mais inteligentes de New York colocando-o na lista. No entanto, admitiu que Madonna está na mesma lista e que no próximo ano é provável que Lady Gaga o tire da lista. Muitas piadinhas e comentários divertidos como este deram o tom da palestra.

Mas o que mais impressionou foram as previsões trazidas para os próximos 20 anos. Afinal, este é o trabalho de Kaku: prever o futuro!

Vamos às previsões perturbadoras/excitantes:

Computadores: baseado em que a capacidade dos computadores dobra a cada 18 meses, é possível prever que em 10 anos os chips de computadores custarão 1 penny (algo como 1 centavo) espalhando o poder do computador por todo lugar e em nenhum lugar, como a eletrecidade atualmente (que está em todo lugar e não percebemos).  No futuro todos usaremos óculos e lentes com processadores (internet glasses) que nos trarão informações em tempo real. Imagine aquela cena corriqueira em que você encontra alguém mas não consegue se lembrar do nome da pessoa (sempre acontece comigo!!!); na sua lente, ao ver a pessoa, os dados dela (nome e outras informações) aparecerão na tela!!! Fantástico!? Melhor ainda que essas lentes poderão trazer informações de pessoas que você ainda não conhece, te possibilitando saber quem é quem em uma festa importante, e com quem é mais interessante conversar naquele momento para os seus negócios, ou ainda quem está disponível para um encontro naquela noite.

É pouco?! Michio Kaku aposta ainda que essas lentes terão a função de tradutor, GPS, teleconference, editar arquivos, assistir videos, scanear preços e informações! Enfim, será seu centro de trabalho e lazer! Ufaaa! Onde encomendo a minha!?!  “Você vai piscar e estará na rede!”. Isso é realidade aumentada: quando um número ilimitado de informações virtuais são postas na realidade!

Saúde: seu banheiro irá dizer como está sua saúde e a palavra tumor desaparecerá do dicionário pois um câncer será detectado muito antes disso. Todos teremos nosso genoma mapeado por US$ 100. O vídeo abaixo mostra bem o que Michio Kaku (que aparece no vídeo) quer dizer.

Papel: o papel será inteligente e as telas serão flexíveis. Até o papel de parede será inteligente e conversará com você. Você dirá que cansou da decoração e ele mudará de cor, tema, imagem…

TV e Computadores: os televisores serão 3D mas sem vidro (!?) e os computadores em escritórios serão descartáveis pois serão tão baratos quanto papel.

Compras: seu cartao de credito terá suas medidas corporais em 3D e tudo será feito sob medida para todos (customização em massa).

E para encerrar ele concluiu que tivemos 3 grandes ondas de desenvolvimento: 1 – indústria a vapor; 2 – descoberta da eletricidade; 3 – invenção do computadores/internet; e agora está chegando a quarta onda que, para Kaku, é a onda do Capital Intelectual, das Pessoas. Para ele, o poder está na mente das pessoas, principalmente dos jovens que farão tudo isso se tornar realidade nos próximos 20 anos!

E aí!? Quem ficou ansioso?!?! Nós ficamos! =)

 

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Sugata Mitra | Educação e Tecnologia

7 de February de 2012

Como esta semana (quase) não se fala em outra coisa no mundo internético que não sobre a quinta edição da Campus Party Brasil #CPBR5, resolvemos fazer uma semana especial.

Durante toda a semana estaremos “campusando” e acompanhando os assuntos que atrairão maior público e que ainda não ouvimos muito disso por aqui… logo, traremos pra cá post dos assuntos quentes, inteligentes e com um grande potencial de tendência com alto impacto nos próximos anos para a sua vida.

E pra abrir a semana com estilo, vamos falar de Sugata Mitra. Quem? “Aaaah… se é indiano vai falar sobre mercados emergentes e pobreza”. Não (exatamente). Os estudos que o pesquisador indiano vêm desenvolvendo ao longo dos anos estão focando em algo em que a Índia também tem se mostrado referência: tecnologia. E para ser mais específico, ele resolveu aprofundar no quanto a tecnologia consegue auxiliar o processo de educação e, indo além, o quanto a tecnologia tem afetado o modelo atual de educação e o papel do professor em tudo isso.

Durante a palestra no CPBR5, o Professor da Universidade de Newcastle e docente visitante do Massachusetts Institute of Technology (MIT), falou sobre seu experimento chamado de Hole-in-the-Wall. Neste experimento, o pesquisador colocou computadores em buracos feitos em paredes de um pequeno vilarejo indiano, na altura das crianças para que elas pudessem interagir com os equipamentos misteriosos para elas, e foi embora. Ao voltar depois de 3 meses, para sua surpresa, as crianças estavam dominando o uso dos computadores, jogando vários games, e ele foi abordado por elas reclamando que precisavam de um ‘processador mais rápido e um mouse melhor’ para os jogos. Quando o Sumata perguntou às crianças como elas haviam chegado à essa conclusão, a resposta para elas era simples: elas aprenderam inglês pelo computador sozinhas, para poder pesquisar e aprimorar o uso da máquina.

Outros estudos como este tornaram Mitra em um dos maiores especialistas do mundo em tecnologia educacional, e levaram o professor à  algumas conclusões que foram compartilhadas hoje no CPBR5:

– “Os professores precisam ser capazes de dizer algo que não estão acostumados a dizer: eu não sei, mas vamos descobrir. E eu garanto que um grupo de vinte crianças é capaz de descobrir em duas horas como desenvolver um aplicativo para Android”;

– “O professor deveria ser um mediador e não um ensinador”;

– A fórmula para o sucesso no ensino é um computador na mão e uma boa pergunta na cabeça;

– ‘Professores deveriam ser substituídos por computadores com acesso a web’;

– Crianças aprendem sozinhas quando estimuladas e com ferramentas.

A palestra foi a mais disputada ao longo do dia, e com as perguntas mais instigantes já que na platéia estavam muitos professores que ouviram deste incrível pensador que “professores deveriam ser substituídos por máquinas”. Durante a palestra o nome do professor foi parar nos Trend Topics do Twitter (aliás, se quiser seguir o professor, @Sugatam).

Nós curtimos muito! E você?! Concorda com essa nova era de educação?!

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O verdadeiro Customer Service

27 de January de 2012

“O cliente tem sempre razão”.

Você já deve ter cansado de ouvir essa frase, mas você sabe quando e como ela surgiu?! Foi no início do século XX, criada por Harry Gordon, fundador da Selfridge (uma loja de departamentos britânica), como slogan de uma campanha que tinha como objetivo convencer tanto clientes quanto empregados de que a loja oferecia serviços superiores às concorrentes. Era um compromisso audacioso, assumido pelos funcionários da empresa, que dava início a uma nova onda de fazer de tudo o que fosse necessário para atender às necessidades do cliente.

Pois é… e foi essa corrida desenfreada e o aumento da concorrência, com as empresas brigando com unhas e dentes pela fidelização de cada cliente, que fez as empresas começarem a confundir o “atender bem” com o “satisfazer todas as necessidades do cliente”.

Mas para atender toooodas as necessidades do cliente era necessário também dar atenção a tooodos os clientes! E isso começou a se tornar cada vez mais difícil para as grandes empresas que viram na padronização do atendimento a grande saída para continuar atendendo todos os clientes. Porém, a padronização trouxe o atendimento “robotizado” e os “scripts gerundianos” (senhor, eu vou estar encaminhando a sua ligação…) onde as frases decoradas acabam sendo repetidas mecanicamente. Qual o problema de tudo isso??? É que sem a personalização do atendimento nem sempre a real necessidade do cliente é percebida.

Esse é o cenário cada vez mais comum nas empresas de hoje, e é por isso que quando vemos imagens como essa aí de baixo, simplesmente a-do-ra-mos!!!! (para ampliar clique na imagem)

Sainsbury’s é a terceira maior rede de supermercados da Inglaterra, e o tiger bread em questão é um tipo de pão inglês que, de fato, como alegado pela carta inconformada de Lily (3 anos e meio), lembra mais uma girafa do que um tigre.

A reposta da empresa foi incrível, pois falou a mesma língua do cliente (no caso uma criança de 3 anos) de forma respeitosa e delicada, sendo compreensível com a questão.

Ao contrário da frase clássica, nem sempre o cliente terá razão mas ele poderá acreditar seriamente que sim!!!! E nem sempre será possível, por exemplo, mudar o nome do pão de tiger bread para giraffe bread!!! Então, o que resta para a empresa, é a oportunidade de  orientar o cliente, de ser transparente, e aproveitar o momento para gerar um novo vinculo para novos negócios (como o cartão presente anexado na carta, por exemplo) .

Lembrando que, os detalhes fazem toda a diferença: quem assina a carta é Chirs King (age 27 & 1/3).  ;D

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