7 dicas para viajar ao mundo do cliente

11 de September de 2012

Estou de “férias” e, como blogueira que é blogueira não tira férias mas sim viaja para ter pauta (rs), não poderia deixar de escrever algumas coisinhas sobre design research X viagens que não saem da minha cabeça nestes últimos dias, mais especificamente sobre a fase principal do processo: a imersão!

Além de estar passeando por New York (NY) e não existir país mais especializado em user experience do que os EUA, principalmente quando o assunto é encantar/envolver turistas, não me sai da cabeça o quanto viajar para um lugar novo desperta as mesmas sensações, alertas e sentimentos de quando se realiza uma imersão em campo, no mundo do usuário!!!

Há anos venho fazendo as duas coisas, explorando novos lugares em minhas viagens e novos insights no dia-a-dia de clientes dos muitos lugares em que já trabalhei, e fazendo essa comparação agora resolvi criar aqui um guia de 7 dicas análogas que, se não te ajudarem no seu dia-a-dia para inovar, espero que sirvam, ao menos, como dicas para sua próxima viagem! ;)

1- Chave de sucesso: pulando o bla,bla,bla do “tenha um bom planejamento”, começo toda viagem (e imersão, também) pesquisando e tentando descobrir a “chave de sucesso” do local! Em NY, foi decifrar o metrô: tipos de bilhetes, lógica das linhas, apps para celular com rotas e mapas, etc. Isso me garantiu não perder tempo nem dinheiro perdida por aí.  Já para sua imersão, a chave de sucesso pode ser, por exemplo, aprender uma gíria do vocabulário do seu usuário que servirá como senha mágica quando  falar com ele; ou ainda, pode ser descobrir algum hábito específico, local de maior frequência/concentração do seu público, ou pessoas-chaves na relação diária dele com o produto (quem influência ele no consumo, nas escolhas e decisões de compra).

2- Abra os olhos: quando estamos viajando nos atentamos a cada detalhe e reparamos em tudo! Conseguimos descrever em detalhes o banheiro daquela estação central… Assim é o papel de um antropólogo em campo: ele descreve tudo o que vê, sem julgamentos de valores, sem críticas (positivas ou negativas)! Em uma imersão, se atente a cada detalhe e saiba descrever todo o contexto em que seu usuário está inserido! Como dizem por aí: olhe a árvore, mas sem esquecer a floresta!

Adesivo criativo em prédio vizinho ao High Line Park.

3- Fotos, fotos, fotos: Sim, queremos registrar tudo quando viajamos! E quando voltamos, queremos mostrar 1248 fotos para amigos e família e ainda achamos ruim se eles não olham as 1248 fotos com a mesma empolgação que nós, certo?! Dica de sucesso para a viagem e para a imersão: sim, tire as 1248 fotos pois depois de algum tempo, quando você quiser resgatar algum detalhe, estas fotos serão essenciais para resgatar sua memória; mas, na hora de contar a história para outras pessoas, selecione os pontos mais marcantes, apenas as imagens que transmitam alguma mensagem, que levem a alguma conclusão, enfim que tenham um propósito de estarem ali, dessa forma você não deixa ninguém entediado e garante passar a mensagem! ;)

4- fuja das massas: sempre tento fugir dos passeios de guias de viagem, os passeios de turistas! Não quero conhecer a cidade do mesmo ponto de vista que outra pessoa pensou, quero descobrir uma cidade só minha, com lugares que eu vou poder contar e fotografar e os outros dirão “sério que isso era em NY?!? Eu já fui para lá várias vezes e nunca vi isso!”,  pois é nessa novidade, nesse olhar novo, nesse cantinho não explorado que a mágica acontece! Que você conhece as pessoas mais interessantes, compra os produtos mais legais… E assim é na imersão em campo: falar com as massas só vai te dar os mesmos insights que já estão no guia de alguém (da concorrência, com certeza!). Se você quer uma informação nova, aquela sacada que vai trazer aquele brilho especial, vá nos extremos! Fale com quem não usa seu produto e quem já deixou de usar, por exemplo. Escolha um público específico, e concentre-se nele. Mas assim como em uma viagem é quase um crime fugir dos pontos turísticos comuns, deixar de falar com a massa também pode ser, mas o faça como na viagem e vá contra o óbvio: dê um olhar diferente até ao que é mainstream! Olhe por outro ângulo e se deixe surpreender!!!

Cadeados presos na Ponte do Brooklyn. Ler cada um é um passeio fora do comum e que rende no mínimo boas fotos.

5- viva como eles: descubra um programa bem típico do local e faça como os locais! Só assim para sentir como a cidade funciona de fato. Nesta viagem, levei tão ao pé da letra que, ao invés de um hotel, me hospedei em um apartamento! O morador sai e deixa o apê pronto para te receber. Essa é a proposta (que super recomendo!) do site airbnb. Deste jeito você realmente se sente um pouco mais “morando” do que “passeando” na cidade. Na imersão é a mesma coisa: não tem nada igual, ao invés de apenas perguntar e observar, fazer o mesmo que o seu usuário faz, passar pelo mesmo processo que ele passa. Parece óbvio mas muitas pessoas nunca experimentaram o produto que vendem! Quer um exemplo? Na Whirlpool (fabricante das marcas Brastemp e Consul) os engenheiros que criavam as lavadoras de roupas sabiam perfeitamente a parte técnica e a melhor forma que uma máquina deveria funcionar para lavar melhor, mas nunca haviam lavado roupas! Em uma imersão foram desafiados a lavarem roupas nas máquinas que desenvolviam. A grande maioria não conseguiu operar 100% do processo que vai desde separar as roupas até passá-las e guardá-las; era um tal de “como mede o sabão? E o amaciante? Como colocar com esse galão?!”. Dali saíram ótimas ideias para as novas máquinas como o medidor de nível de água e sabão.

6-Momento esponja: entre um passeio e outro é sempre bom tirar umas horinhas (ou minutinhos) em um café ou parque para você parar, refletir e absorver tudo o que viu e experimentou nas últimas horas, se não acaba o dia cansado com a sensação de que não fez nada, não viu nada, quando na verdade você apenas não absorveu o que viu! Assim é em imersões de campo! Você fala com tanta gente, observa tantas coisas que, no final do dia, se não se colocar essas pausas ao longo do dia, terá a sensação de que não descobriu nada! Então a cada pessoa, atividade, ou fato observado: pare, reflita e absorva o que lhe for mais interessante antes de partir para o próximo. #ficadica: grave um vídeo resumo de 1min depois de cada imersão com suas conclusões; isso ajuda a refletir e absorver, além de manter registrado.

7-Perca-se: e por fim, saia do seu roteiro inicial! Porque sempre que escapamos do nosso roteiro somos surpreendidos pelo acaso que pode nos mostrar novos caminhos! Seja em nossas viagens ou nas pesquisas de campo, de vez em quando deixar-se levar por onde seus instintos estiverem te guiando, mesmo que isso saia do programado, traz ótimos resultados! Mas esteja preparado para ser surpreendido!

Grafite de artista brasileiro, Eduardo Kobra, que tem feito sucesso em NY. É sempre bom se perder e dar de cara com uma de suas artes!

Espero que essas sete dicas dêem um gás a mais na sua próxima imersão, se não na sua próxima viagem! Have a good trip! ;)

 

Obs: Todas as fotos deste post foram tiradas por mim, durante a viagem. Se gostar, pode usar mas não esqueça de citar a fonte.

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Inovação como vantagem competitiva

11 de September de 2012

 

Olá pessoal,

Hoje estou quebrando o protocolo e advogando em causa própria! Estou muito feliz e gostaria de compartilhar com nossos seguidores mais essa conquista, ter um artigo divulgado no Portal HSM, é um motivo prá la de  especial que certamente justifica ter este post. Para quem ainda não leu, segue abaixo na integra o artigo que escrevi e foi divulgado na semana passada:

“Aos olhos do consumidor está cada vez mais difícil de identificar o que diferencia uma marca da outra. É uma sutileza aqui, um toque ali e uma dificuldade gigante em definir qual a melhor solução na aquisição de um novo produto ou serviço.

O uso da inovação como vantagem competitiva tem sido pauta fixa em reuniões das grandes organizações, na busca de constituir benefícios diferenciados aos clientes. Mas a pergunta que não quer calar é: como fazer? Existem no mercado diversas metodologias capazes de proporcionar soluções diferenciadas para as empresas interessadas, mas o principal item que deve ser levado em consideração é a cultura de inovação.

Essa cultura é capaz de transformar um ambiente, desenvolvendo um DNA inovador em que cada colaborador seja capaz de respirar inovação espontaneamente, onde se tenha um verdadeiro exército de pessoas buscando soluções com o foco “do cliente”. Isso sim constitui um diferencial competitivo.

Organizações que realmente utilizam a inovação como vantagem competitiva investem esforços em questões culturais, desenvolvendo suas equipes e indo muito além de ter um “grupo de pensadores” trancados em uma sala diferenciada acreditando ter soluções para virar o jogo no mercado.

O verdadeiro diferencial competitivo está em possuir colaboradores com pensamento diferenciado, com olhar inovador em um ambiente aberto e comprometido em reinventar-se constantemente.”

Públicado no Portal HSM em 04/09/2012

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Design thinking toolkit para educadores

6 de August de 2012

A IDEO, renomada empresa americana de design, apresentou uma proposta, bem interessante, chamada Design Thinking for Educators. O projeto tem como objetivo utilizar métodos de Design Thinking para auxiliar professores a lidarem com as diferentes situações em seu dia a dia nas escolas.

O método aborda práticas em sala de aula, interação com outros professores, organização de espaços físicos, etc.

No site, é possível fazer download (free) de todo o material (que está bem legal). Também é possível encontrar: cases, depoimentos de professores, pesquisas, etc.

Se você é do meio acadêmico, vale a pena conferir! ;)

 

 

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Codiqa | Ferramenta para prototipar aplicativos para celular

28 de July de 2012

E já que estamos no embalo de prototipagem, vocês conhecem a ferramenta online chamada Codiqa?

Pra quem ainda não conhece, o Codiqa é uma ferramenta online que permite criar protótipos de aplicativos de celular. Basicamente, ele permite que você construa interfaces baseadas na biblioteca jQuery, ou seja, HTML5.

É bem fácil de usar. Eles já tem uma série de ícones e diagramas prontos que você pode utilizar no estilo “drag and drop”, adequando o conteúdo e ajustando a diagramação conforme você gostaria de ter na telinha do aparelho.

Seus projetos podem ser salvos na nuvem e podem ser compartilhados entre uma equipe.

A ferramenta é gratuita por 30 dias.

 

*A Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Prototipação, onde é possível aprender na prática a prototipar produtos, serviços e novos modelos de negócios. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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Prototipar é preciso!

27 de July de 2012

 

Um dos mantras mais importantes de um processo de design research (ou design thinking, como preferir) é “testar, testar, testar e testar”.

Prototipação é o nome dado à tangibilização das ideias discutidas em um determinado projeto. A prototipagem é essencial e deve permear todas as fases do processo.

Como diria um professor que tive no curso de Design do ID IIT, Marty Thaler, no início o protótipo deve ser “quick, easy and dirty”. Não perca tempo fazendo desenhos bonitos ou construindo mockups espetaculares. Isso vem depois. Desenhe, use cores, materiais diversos, sucata, cola, durex, post-it, storytelling, vídeo, fotos ou qualquer coisa que tiver pela frente.

Com os protótipos é possível realizar discussões entre os integrantes da equipe e avaliações através de testes de usabilidade e, até mesmo, do feedback de usuários durante o processo de design. Assim como uma fotografia, “um protótipo vale mais do que mil palavras”, rs.

Na medida em que todas as fases do processo forem sendo realizadas e o grupo de trabalho for amadurecendo quanto às ideias e conceitos testados, a quantidade de protótipos deve diminuir e a qualidade deve aumentar, deixando-os o mais próximo da realidade possível. Teste peso, tamanho, experiência de uso, etc.

Lembrem-se: os protótipos não foram feitos para tomadas de decisão! Eles servem para expressar ideias, refletir sobre elas, e avaliar experiências.

 

*A Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Prototipação, onde é possível aprender na prática a prototipar produtos, serviços e novos modelos de negócios. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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Ferramentas de buscas visuais que funcionam

2 de July de 2012

Uma das partes mais importantes de um processo de pesquisa é o chamado Desk Research. E, como em vários outros momentos da vida, provavelmente o Google se torna seu melhor amigo.

Eu sou uma super fã deste buscador. Não vivo sem. Mas vamos apresentar pra vocês duas outras ferramentas que vão mudar a forma como você realiza buscas na internet. :D

 

1. What Do You Love? 

Essa ferramenta é oferecida pelo próprio Google e tem a intenção de oferecer ao usuário suas diversas funcionalidades em uma mesma página. Você pode ver os resultados de busca no Google, os vídeos no YouTube, assinar um Alerta, enviar um e-mail, fazer traduções, etc.

Assista ao vídeo para entender melhor o conceito:

[youtube=http://youtu.be/Hu-YsZNpkZs]

 

 2. Spezify

Esse é o nosso ”mais novo preferido”. O site sueco é uma ferramenta de busca que dá um show quanto à qualidade dos resultados e aos seus recursos visuais. Além de trazer os resultados do Google, ele também faz uma varredura nas principais redes sociais: Facebook, Twitter, Flickr, MySpace, e até na Amazon. (Não, o Orkut não está na lista de busca, rs). Dependendo da quantidade de resultados da sua busca, o painel pode ser quase infinito e você pode navegar como quiser. Dá para separar por foto, som, vídeo, posts em redes sociais, etc.

Assista aqui uma reportagem da Tekzilla sobre a ferramenta:

[youtube=http://youtu.be/5q8wg2Jv16c]

 

Calma, não se desespere. Não estamos anunciando o fim do Google. Só estamos apresentando novas formas de pesquisa! Vai lá… experimenta! (e compartilha aqui sua experiência).

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IBM divulga estudo global com líderes de marketing e comunicação

18 de June de 2012

Todos nós sabemos que a tecnologia tem mudado cada vez mais a relação comprador-vendedor e que os clientes tem cada vez mais influência sobre as marcas, produtos e serviços.

Mas como lidar com a explosão de dados? Como fazer das mídias sociais suas aliadas para o fortalecimento da marca? Como se comportar diante da proliferação dos canais?

Pensando nisso, a IBM realizou uma pesquisa com os principais líderes de marketing de todo mundo para ilustrar as principais mudanças no setor de tecnologia nesses últimos anos. A pesquisa foi batizada com o nome de “Antes pressionados, agora fortalecidos” (estranho, não?! rs).

A pesquisa foi realizada em 64 países, 19 indústrias, com mais de 1700 entrevistados, sendo 56 do Brasil.

 

Para fazer o download e ter acesso ao estudo completo, clique aqui e preencha o cadastro.

Para assistir e/ou fazer download da entrevista sobre a pesquisa com Mauro Segura, diretor de marketing da IBM, clique aqui.

E pra você que está com preguiça de ler o estudo completo ou assistir os 10 minutos de vídeo, poder ver o resumo do estudo neste infográfico:

 

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Você já ouviu falar na Bel Pesce?

16 de June de 2012

Há alguns meses, a internet começou com um certo zumzumzum a respeito de uma jovem brasileira que trabalha no Vale do Silício e se chama Bel Pesce. Já ouviu falar?

Ta bom, ta bom…. Vamos lá… rs

Bel Pesce, 24 anos, saiu de São Paulo aos 17 anos para fazer faculdade de engenharia no MIT. Trabalhou em empresas como Microsoft,  Google e Deutsche Bank. Depois de formada, resolveu se mudar para o Vale do Silício, e dedicar sua vida à projetos start ups. Fundou a Lemon, um aplicativo de finanças pessoais.

 

No início de 2012, Bel resolveu lançar um livro contando seus aprendizados e estimulando jovens a serem empreendedores. O nome do livro é A Menina do Vale, é creative communs, e você pode fazer o download gratuitamente aqui no site (#corrão!!). Em apenas uma semana, o livro teve mais de 100.000 downloads.

Nossa impressão sobre o livro: A leitura é fácil e rápida. Lemos os 18 capítulos em cerca de 2h (com intervalos para comentários com os amigos que estavam em volta :P).  Apesar de parecer um pouco com  auto ajuda, o livro tem uma série de dicas legais de leitura, blogs para seguir, pessoas para se inspirar, e até alguns “mini cases”. Digo “mini”, pois estão naquela linha tênue entre “exemplos” e “cases”. Entende? (rs)

Mas sim, vale a pena ler! (pelas dicas e referências) :)

E pra quem tiver interesse, vale assistir ao vídeo com a entrevista que a Geração de Valor fez com a Bel.

[youtube=http://youtu.be/bh-mSy0xE-8]

 

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Inovando nos negócios | HBR

23 de May de 2012

Na última semana, rolou um evento quentíssimo com grandes nomes nacionais e internacionais da inovação. Estamos falando do Harvard Business Week, que ocorreu na terça-feira (15/05), em São Paulo – nós adiantamos aqui quais deveriam ser os pontos altos do dia.

Vamos falando um pouquinho a cada dia do que mais gostamos e trazendo detalhes do que vimos por lá! Mas já pra adiantar, gostamos muito do que ouvimos do Professor Roberto Verganti, da Politécnica de Milão; dos cases da Basf e da Mafre; e do workshop da MJV que rolou ao final do dia; entre outros.

E pra começar a trazer mais sobre o assunto, vamos começar pelo que fechou esse dia de inspiração: o workshop “Inovação Estratégica Orientada pelo Design”, conduzido pela consultoria MJV.

Durante todo o workshop os participantes foram estimulados a debaterem em grupo quatro temas constantes na inovação (ambientes, pessoas, prototipação, e gestão da inovação), e, através dos conceitos de Design Thinking, realizaram diversas atividades estimulando a criatividade, gerando ideias e, ao final, prototipando suas ideias para verificarem a eficácia das mesmas.

O processo todo foi trabalhado aliando teoria e  prática, e mostrando de maneira simples como aplicar os conceitos de design thinking no dia-a-dia.  A MJV ainda mostrou seu lado de open innovation compartilhando todo o conteúdo apresentado e gerado no evento em um site criado exclusivamente para este evento.

No site  http://www.culturadeinovacao.com.br/  é possível encontrar as referências mencionadas no workshop,  também as fotos dos grupos de trabalho e, principalmente, as ideias geradas e prototipadas.

O material apresentado durante o workshop está todo no Slideshare, é só clicar AQUI! Se você não teve a oportunidade de participar desse dia de inspiração e conhecimento, aproveite e mergulhe neste conteúdo!!! =)

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Secundados | Dados da internet brasileira

25 de April de 2012

Encontramos um site que vale a pena compartilhar. É uma ótima fonte de pesquisa para quem precisa de informações e dados da Internet brasileira para suas apresentações, artigos e TCCs e complementares. Chama-se Secundados.

Se você souber de outra fonte legal para esse tipo de informação, compartilha com a gente. :)

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