Por que prototipar?

6 de August de 2013

Não seria incrível se, toda vez que você tivesse uma ideia genial todos pudessem ver, tocar, sentir, e testar sua ideia sem que você tivesse que gastar para desenvolvê-la?

Imagine como isso aumentaria as chances de convencer seu chefe a aprovar o investimento para produção da sua ideia, ou então como você poderia testar sua ideia já com o consumidor e fazer ajustes para lançar um produto ou serviço mais alinhado com as necessidades e expectativas do mercado?

Pois essa prática já existe e é adotada por muitas empresas, e recebe o nome de Prototipagem. :)

 

O QUE É PROTOTIPAGEM?

O termo Protótipo vem do grego [PROTÓS=PRIMEIRO] e [TYPOS=TIPO], ou seja, primeiro tipo, primeiro modelo.

Prototipagem é uma técnica para desenvolver, testar e melhorar  ideias em um estágio inicial, antes que se invista em recursos para sua implementação. É um jeito de você experimentar, avaliar, aprender, aperfeiçoar e se adaptar, garantindo que as ideias sejam totalmente exploradas antes da tomada final de decisão.

 

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POR QUE PROTOTIPAR?

Algumas razões para prototipar:

• Você pode envolver várias pessoas relevantes numa fase inicial da ideia
• Testar as ideias com as pessoas que trarão respostas para os dilemas do seu projeto
• Tornar as ideias tangíveis
• Ajudar a tomar decisões refinando as ideias
• Em comparação a um piloto, é um processo de baixo custo e pode ser feito dentro de um prazo menor

• É um processo vivo de aprendizagem, onde você pode ir alterando o projeto e testando novas abordagens em tempo real.

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O QUE PROTOTIPAR?

Você pode prototipar um novo produto, um novo serviço, um novo aplicativo ou interface. Pode até prototipar uma receita, testando ingredientes, prototipar um novo caminho para o trabalho, enfim, tudo que se é possível testar e fazer melhor, é algo que se pode prototipar e muitas vezes não chamamos de protótipo.

Para cada situação existem técnicas e ferramentas que podem auxiliar de melhor forma. Já trouxemos aqui muitas dicas sobre prototipação como o POP (app para prototipar aplicativos) e  aqui dicas para prototipagem em papel.

Para aprender mais sobre a arte de testar ideias de forma rápida e barata, aproveite o curso do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM – Prototipação de Ideias e Projetos. Próxima turma começando dia 12 de Agosto. Inscrições e informações acesse http://www.espm.br/inovacao/curso.asp?cursoID=91.

 

*Quer aprender a prototipar? A Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Prototipação. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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Por que boas ideias nascem em uma mesa de bar?

5 de June de 2013

Por que boas ideias nascem em uma mesa de bar?

Essa foi a pergunta que fomos responder e o pensamento que fomos provocar em 125 alunos e convidados para a  Semana de Empreendedorismo do Unisal Lorena, que aconteceu no dia 22/5.

Durante uma hora falamos sobre o funcionamento do cérebro humano e como as ideias nascem dentro de nossas cabeças. Abordamos a importância dos ambientes para o estímulo do processo criativo e sua etapas. Falamos dos mitos e verdades da criatividade, e deixamos 7 dicas de ouro para quem quer ter mais ideias e, principalmente, ideias mais inovadoras.

 

PALESTRA

 

Infelizmente não nascemos com um botão que nos coloque na função “modo gerar ideias” que ligamos e desligamos, e facilmente as ideias vem.

Por outro lado, a partir do momento que conseguimos compreender como se dá o processo de geração de uma ideia podemos estimular esse processo com mais facilidade e, principalmente, podemos aprimorar a qualidade das ideias que são geradas neste processo, passando a ter ideias mais criativas e inovadoras.

O material, elaborado pela nossa querida Isabel Oliveira e seu talento em transformar informação bruta em lindas ilustrações, está disponível para consulta no SlideShare e pode ser conferido logo abaixo:

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E porque a mesa do bar? Bom, essa resposta completa só quem assistiu nosso blablabla para saber! ;)

Mas podemos resumir que o segredo está nas conexões que fazemos com pessoas diferentes, onde não há rótulos ou o medo de falar besteiras, e todos estão em um ambiente mais livre e com uma diversidade de pensamentos e experiências.  Neste ponto, o desafio está em construirmos este ambiente de bar dentro das salas de aula e dos escritórios para que boas ideias possam nascer em qualquer e todo lugar!

Outro ponto é a importância de que essas conexões surjam de forma natural e espontânea. Para isso, você precisa ter um conteúdo relevante para a rede de outras pessoas. As conexões se formam quando existe uma troca de conhecimentos, se você não é uma pessoa interessante, dificilmente criará uma rede de ideias e pessoas interessantes a sua volta. E neste caso não haverá mesa de bar que resolva. Então antes de ir para o bar trocar ideias, seja uma pessoa com conteúdo. Leia mais (e leia de tudo); converse com pessoas na rua, afinal todo mundo tem uma boa história para contar; seja um turista no seu dia-a-dia e observe mais; e deixe sua mente voar livre.

Quando você é uma pessoa interessante (com conteúdo relevante para alguém) e se mostra interessado (no conteúdo de alguém), é só puxar uma cadeira, sentar, relaxar e começar  a conversar que as conexões começam e ideias brilhantes surgem em uma simples mesa de bar. ;)

*Quer levar essa palestra para seu evento, sua empresa, ou para uma tarde inspiradora? Entre em contato takeatip@takeatip.com.br

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O olhar da inovação

28 de May de 2013

Olhar o mundo pelos olhos de uma criança. Esse é um dos pontos que formam um bom inovador. Ter a capacidade de olhar tudo a sua volta como se fosse pela primeira vez, questionando cada etapa e não julgando.

A inovação requer esse olhar de estranhamento. Por isso, quando ficamos sabendo do projeto do professor colombiano Javier Naranjo, nos encantamos.

 

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Durante 10 anos, o professor anotou as “pérolas” ditas pelos seus alunos – crianças de diferentes escolas do estado de  Antioquía, região rural do leste da Colômbia. O resultado foi compilado no livro Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças”, com um dicionário com cerca de 500 definições para 133 palavras, de A a Z,  muito presentes no dia-a-dia Colombiano, como Guerra, Violência, e Paz.

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O livro, que teve sua primeira versão lançada em 1999 e foi reeditado em 2005 e 2009, foi o grande sucesso da Feira Internacional do Livro de Bogotá, que aconteceu em Abril deste ano.

O trabalho de Javier começou quando ele pediu para que seus alunos, em uma atividade para celebrar o dia das crianças, definissem a palavra Criança. “Me lembro de uma definição que era: ‘uma criança é um amigo que tem o cabelo curtinho, não toma rum e vai dormir mais cedo’. Eu adorei, me pareceu perfeita”, disse Javier em entrevista a BBC Mundo. E foi assim que ele começou a estimular trabalhos deste tipo, desenvolvendo  (e admirando) a percepção pura, lógica e tão cheia de realidade destas crianças.

O grande segredo para o sucesso do livro é que ele mantém a voz das crianças, com sua visão particular do mundo para explicar as coisas e suas construções gramaticais típicas seguindo o jeito dos pequenos de pensar. Naranjo corrigiu apenas a pontuação e a ortografia dos verbetes escolhidos, sem tirar ou alterar uma única palavra das expressões originais. “Eles têm uma lógica diferente, outra maneira de entender o mundo, outra maneira de habitar a realidade e de nos revelar muitas coisas que esquecemos”, afirmou o professor.

 

crianças

 

Ler as definições do ponto de vista das crianças, trazem muitas reflexões para os processos de inovação.

O primeiro ponto, é de se colocar no lugar do outro, para ver como ele enxerga determinada situação. Quando analisamos as definições das crianças, podemos perceber como elas estão enxergando as coisas, e como as coisas estão sendo passadas paras esses pequenos. Por exemplo, na definição “Deus: É o amor com cabelo grande e poderes”  por Ana Milena Hurtado, de 5 anos, fica claro quais são os valores e as imagem que a pequena Ana percebe sobre este assunto.

Outro ponto importante para levarmos como aprendizado é a capacidade de olhar o mundo com simplicidade, e com o olhar de quem vê as coisas pela primeira vez. O design nos faz sempre refletir em formas de facilitar a vida dos usuários, ser intuitivo e falar uma linguagem universal. É o bom e velho “Keep it simple. Make it easy”. Como exemplo fica a simplicidade na definição “Branco: O branco é uma cor que não pinta” por Jonathan Ramírez, de 11 anos.

Para mais verbetes, veja a matéria do Catraca Livre. ;)

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DIY Prototipagem em papel

6 de May de 2013

O assunto “prototipagem” não é nenhuma novidade no Inovaqui. Por diversas vezes já falamos sobre algumas ferramentas e teoria. Hoje vamos mostrar um vídeo que está circulando na internet, e que tem a intenção de ser  um tutorial rápido e simples sobre como desenvolver um protótipo em papel para uma interface.

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=5Ch3VsautWQ]

Este curta foi produzido pelo grupo AIR do LTIA – Laboratório de Tecnologia da Informação Aplicada da UNESP.

 

Dicas da Tip!

Para quem gosta de desenhar, encontramos um site, chamado UI Sentcils, que vende stencils diversos para auxiliar no protótipo em papel. É fantástico. Dá vontade de comprar tudo!! Eles enviam para o Brasil e aceitam PayPal, mas o frete é um pouco salgado.

Captura de Tela 2013-05-03 às 11.15.19

Ao apresentar o teste a usuários, é melhor preparar os wireframes e imprimir. Desta forma, evitamos que haja má compreensão da grafia da letra de quem fez os desenhos.

Lembrem-se que todo o processo de prototipação é um grande ciclo. É indicado repetir essa fase várias vezes à medida que a ideia for se aperfeiçoando.

Dá um pouco mais de trabalho, mas acredite… vale a pena :D

 

*A Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Prototipação, onde é possível aprender na prática a prototipar produtos, serviços e novos modelos de negócios. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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Aprendendo a ver

16 de April de 2013

 

Inge Druckrey é professora de design há mais de 40 anos. Sua principal lição têm sido ensinar as pessoas a ver.

O documentário de 38 minutos mostra a visão de Inge sobre design e diversos trabalhos propostos por ela a seus alunos, reforçando a importancia de ver o mundo através de olhos críticos e curiosos.

 

Captura de Tela 2013-04-16 às 11.35.40

 

Encontrar padrões, ir além. É como se fosse uma “educação visual”,  que orienta o espectador a ter mais sensibilização no olhar, não apenas para o conteúdo da imagem, mas suas propriedades, texturas, formas e composição. Característica essencial para um bom designer.

 

A frase que mais me marcou foi: “You have to go beyond ‘what it is?’ and try to understand ‘what it’s doing?'”. – (tradução livre: “Você tem que ir além do ‘o que é?’ e procurar entender ‘o que está fazendo'”.

O curta, foi dirigido por Andrei Severny e produzido por Edward Tufte, e com certeza é um “must see” para quem trabalha ou gosta de design. Infelizmente não encontrei nenhuma versão com legenda.

 

*A Take a Tip possui um treinamento chamado Laboratório de Imersão com o objetivo de treinar o olhar das equipes. Para saber mais entre em contato takeatip@takeatip.com.br.

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Qual é o seu problema?

13 de March de 2013

Se eu pergunto a você quanto é 5 + 5 qual será sua resposta? Muito provavelmente você dirá que é 10. Agora se eu inverto a lógica de pensamento e te pergunto quais números somados resultam no número 10, a suas possibilidades de resposta aumentam consideravelmente. Você pode inclusive usar frações para chegar a este resultado, números negativos, etc.

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Infelizmente a maioria das empresas, quando estão em busca da solução de um de seus problemas faz perguntas muito mais ao estilo “quanto é 5+5?”. Logo, elas contam com soluções óbvias e limitadas para a resolução de seus problemas.

Se essas mesmas empresas passassem a explorar seus problemas de forma mais ampla, estariam estimulando seus funcionários a pensar em uma gama muito maior de possibilidades.

A grande dificuldade em mudar a forma que perguntamos e definimos os problemas, é que nós não aprendemos a fazer perguntas. Já falamos outras vezes aqui sobre a arte de fazer a pergunta certa. Infelizmente não fomos ensinados a perguntar, apenas a dar as respostas certas.

Dá próxima vez que se deparar com uma questão/problema a ser resolvido, pare, analise o problema e tente mudar a forma que ele está sendo apresentado para uma forma mais ampla que lhe possibilite encontrar múltiplas respostas e assim poderá escolher a solução mais eficiente, ao invés da mais óbvia.

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O declínio da Criatividade

12 de March de 2013

“Mas eu não sou criativo!”

Se eu ganhasse R$ 1,00 para cada vez que já ouvi essa frase ao longo da minha carreira no mundo da inovação, estaria com o porquinho cheio! :)

Toda sessão de ideação ou de prototipação de projetos, quando pedimos para as pessoas darem ideias, desenharem, ou criarem, é sempre a mesma ladainha: “mas eu não sou criativo!”.

Aí você conversa um pouco com a pessoa, faz uma atividade, explica algumas coisas sobre criatividade, estimula a criação… e o que acontece? As pessoas se re-descobrem criativas, descobrem um potencial adormecido. O que elas se esqueceram é que, um dia na vida, em suas infâncias, foram altamente criativas, colorindo coelhinhos de roxo, árvores de azul, e criando monstros imaginários, histórias completas com seus brinquedos, e um mundo todo novo a cada dia. Quem tem o privilégio de conviver com crianças no seu dia-a-dia sabe do que estou falando. Elas são uma fonte inesgotável de imaginação e criatividade.

E onde vai parar toda essa criatividade quando elas crescem e em que momento exato ela se perde, ou se esconde dentro de nós? Foi o que George Land e Beth Jarman pesquisaram em 1968.

Eles realizaram uma pesquisa com um grupo de 1.600 crianças, nos EUA. Esse mesmo grupo foi avaliado em testes de criatividade aos 5 anos, depois aos 10 anos, e por fim, aos 15 anos. Depois dessas avaliações, os pesquisadores aumentaram a amostra para 200.000 adultos e realizaram os mesmos testes. Os resultados são esses:

 

 O declínio da Criatividade

É notável a curva de declínio do potencial criativo das pessoas ao longo dos anos. Enquanto 98% das crianças pesquisadas foram consideradas altamente criativas, aos seus 5 anos, apenas 2% dos adultos obtiveram o mesmo potencial criativo.

As análises e hipóteses para este declínio são exploradas no livro Breakpoint and Beyond: Mastering the Future Today (1992), por George Land e sua colega Beth Jarman. Entre diversas análises, eles concluíram que, ao longo da vida, aprendemos a ser não-criativos. Esse declínio não acontece apenas pelo aumento da idade mas, sim, acontece devido aos bloqueios mentais que vamos adquirindo ao longo dos anos. Seja em casa, na família, ou depois na escola e ainda depois no trabalho, somos ensinados a seguir diversas regras e padrões (o que, infelizmente, é necessário para o bem da sociedade). Esses padrões criam bloqueios mentais que inibem o pensamento criativo.

A boa notícia é que, ao mesmo tempo que criamos esses bloqueios mentais, também é possível derrubar estes bloqueios e resgatar no nosso interior todo o potencial criativo que algum dia apresentamos e que, pelo caminho comum da sociedade, tivemos que guardá-lo e escondê-lo para não sermos julgados ou criticados.

Queremos um mundo de coelhos roxos, árvores azuis e dias mais coloridos e criativos.

E você? Que cor será seu coelhinho? :)

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*A Take a Tip tem um treinamento para ajudar empresas e funcionários a despertarem seu potencial criativo: o Laboratório de Criatividade. Para conhecer entre em contato takeatip@takeatip.com.br. 

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Freebie: Collective Active Toolkit da Frog Design

18 de January de 2013

Oba! Mais um toolkit totalmente free de ferramentas para Design Thinking.

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Desta vez, quem está lançando o guia, chamado de Collective Active Toolkit, é a empresa Frog Design. Apesar de ter sido baseado em teorias e ferramentas de design, o toolkit usa um vocabulário simples e popular, para orientar como deve ser a construção de equipes, realizações de pesquisas, gerar ideias e desenvolvimento de soluções.

O guia pode ser baixado aqui:)

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Merry UXmas – Com muitos freebies e goodies :)

19 de December de 2012

O pessoal da UX Mastery resolveu presentear os profissionais de UX através de um projeto chamado Merry UXMas.

Todos os dias, até o Natal, uma nova parte do site fica disponível contendo freebies e goodies. Pode ser um vídeo, um artigo, modelo de sketch, etc.

Uma pena a gente ter descoberto isso “tarde demais” (afinal, o natal já é semana que vem), mas ainda dá tempo de correr lá e aproveitar os materiais que estão sendo distribuídos.

Nós adoramos :)

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Ah! Atenção especial para os materiais presenteados nos dias:

Dia 1- PDF do Kano Model (falaremos dele aqui no blog no ano que vem)

Dia 7 – Artigo bem bacana “A Primer on User Research” por Jodie Moule

Dia 12 – Artigo interessante “Zen and the Art of UX Design” por David Bradford

Dia 14 – Vídeo “UX Trends for 2013”

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O motor da criatividade de Tina Seelig

29 de October de 2012

O mundo de negócios passa por uma fase de busca constante por soluções criativas. Isso acontece devido ao sucesso incrível de startups inovadoras, tais como Instagram, Facebook ou Twitter. A necessidade insaciável das empresas de replicar este conhecimento e libertar o espírito empreendedor de suas equipes levou a uma série de receitas para aumentar a criatividade.

E quando se fala de criatividade, o nome da vez é Tina Seelig.

Tina é diretora executiva do Stanford Technology Ventures Program (centro de empreendedorismo na Escola da Universidade de Stanford de Engenharia) e também ministra cursos sobre inovação, criatividade e empreendedorismo, no departamento de Gestão de Ciência e Engenharia e na Hasso Plattner Institute of Design da Universidade de Stanford (sim, a famosa d.School).

Recentemente ela participou de um TEDx falando sobre o tema onde apresentou um gráfico que chamou de “O motor da criatividade”, explicando “o que” e “o como” da criatividade segundo a sua perspectiva.

O gráfico tem 6 elementos: imaginação, conhecimento e atitude (atributos internos de cada um – o indivíduo); e recursos, cultura e habitat (atributos externos). Os atributos externos influenciam o processo pelo qual a imaginação catalisa a transformação do conhecimento em ideias.

Para entender o estudo, vale a pena assistir à palestra (e sim, vale a pena, mesmo!). E quem quiser ler mais a respeito, a reportagem feita pelo The Creativity Post, está bem legal.

 

Se você ficou interessado no assunto, acompanhe o curso online gratuito que Stanford está promovendo, Crash Course on Creativity, no Venture Lab. Mas corre! Porque já começou…

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