REDE DE INSIGHTS | Conectando ideias

9 de December de 2013
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Nós acreditamos no poder da rede. No poder de conectar pessoas para pensarem juntas em soluções para um mesmo dilema. Assim nasce a REDE DE INSIGHTS, com o objetivo de unir pessoas e empresas a solucionarem dilemas.

Em nossa longa jornada trabalhando com inovação em diversas empresas (mais de 10 anos) e estudando as grandes soluções inovadoras vistas no mercado, notamos que a inovação nada mais é do que ligar os pontos. O grande desafio está em ligar pontos que ninguém nunca conectou. São dessas conexões inesperadas que nascem ideias inesperadas. Essas conexões inesperadas redesenham relações.

No redesenho das relações entre a empresa e o produto (ou serviço), o produto e os usuários, os usuários e o meio, o meio e a empresa, e por aí vai, é que surgem as inovações.

A Take a Tip propõe identificar estas relações, conectar novos pontos, gerar questionamentos, para redesenhar estas mesmas relações gerando ideias para um determinado dilema.

 

O DILEMA

A empresa que se propõe a patrocinar a Rede de Insights tem a possibilidade de ter um dilema de seu dia-a-dia solucionado por um grupo de pessoas interessadas e interessantes.

A solução é de dilemas e não de problemas. Este é o primeiro passo onde a empresa, junto da Take a Tip, transforma seu problema em um dilema. A diferença? Simples: problemas possuem uma única solução exata, enquanto dilemas possuem diversas soluções possíveis.

A REDE

Para cada dilema é criada uma Rede de Insights formada por 20 participantes. São 5 colaboradores da empresa; 5 convidados da Take a Tip; e 10 selecionados por um processo de inscrição onde serão analisadas as habilidades e o motivo de interesse para participar da rede.

RESULTADOS

Para quem participa da rede, o ganho está na experiência e na oportunidade de participar de um processo real para resolução criativa de problemas baseado em metodologias de inovação, como o Design Thinking. Além dos contatos com os convidados da Take a Tip (pessoas das áreas de inovação de grandes empresas) e com os outros participantes da rede que, com certeza, constituirão um grupo diverso e interessante.

Para a empresa que patrocina, o ganho está nas ideias geradas e prototipadas ao final do processo. Além da imagem que passa para o mercado de empresa inovadora, que conta com o poder co-criativo de uma rede externa.

Todos ganham aprendendo mais sobre inovação e podendo levar os conhecimentos adquiridos para os seus trabalhos cotidianos, propagando esse conhecimento adquirido.

PARA PARTICIPAR

Quer participar da Rede de Insights? Inscreva-se na newsletter da Take a Tip (aqui – lateral esquerda da tela) e fique de olho na comunicação das inscrições.

Quer patrocinar uma Rede de Insights e ter um dilema da sua empresa solucionado? Entre em contato com a Take a Tip pelo takeatip@takeatip.com.br para saber sobre valores de investimento e etapas do processo.

 

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O primeiro a gente não esquece!

11 de September de 2013
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Complete o espaço em branco: “O primeiro _______ a gente nunca esquece!”. Assim estou me sentindo com o meu  primeiro Startup Weekend, mesmo uma semana e meia depois. Com a sensação de que levarei essa experiência para a vida toda, de que será única, e de que nenhum outro Startup Weekend será melhor do que o SWUnifei. Os motivos para tanto entusiasmo compartilho contando um pouco o que foram os 2 dias de evento e trazendo as dicas que aprendi para quem está empreendendo ou criando um novo modelo de negócio, afinal, esse é o grande objetivo do evento: ensinar a criar modelos de negócio de sucesso.

Eu (Tati Carrelli) falando sobre Pitch. (foto Sheron Willians)

O QUE TE MOVE

Estar reunida com tantas pessoas, de tantas cidades – e até países – diferentes que, como disse a Professora Juliana Caminha, organizadora do evento, “acreditaram incondicionalmente no empreendedorismo, além das curvas e serras, saindo dos grandes centros”,  desperta dentro de nós algo que por vezes adormece. Nos faz lembrar o que nos move e qual o nosso propósito, afinal. Encontrar pessoas que se propuseram a estar até 8 horas dentro de um ônibus, com ou sem uma ideia debaixo do braço, todos com uma vontade em comum: aprender a construir. Essa é a energia que move um evento como o Startup Weenkend. Pessoas que nunca se viram, apostando e acreditando nas ideias e nas habilidades uns dos outros, estranhos que viraram a noite por uma causa em comum, e no final das 54h, de estranhos se transformaram em sócios e CEOs de novos negócios. De grupos se transformaram em empresas que compartilham um projeto.

 

Pausa para o cochilo rápido.

AS IDEIAS

Quando fui convidada a ser mentora deste evento, fiquei curiosa com as ideias que seriam trabalhadas. Imaginei que um evento deste, até pela sua natureza, fosse girar em torno de ideias em grande parte de aplicativos e soluções web. Minha (agradável) surpresa? Ver ideias muito elaboradas para mercados complexos. Ideias para o mercado agrícola ou mercado de livros digitais; ideias de serviços, como uma agência de comunicação segmentada; ou de produtos, como a cerveja artesanal com seu modelo completo de negócio. Cada mesa despertava uma vontade de fazer parte do que estava nascendo ali. Também tiveram muitas ideias ótimas de aplicativos do tipo “meeeu, lança isso já que eu PRECISO desse app! Como ninguém nunca pensou nisso?”. Ideias complexas, originais, que eram construídas e desconstruídas a cada momento em que um mentor era chamado ao grupo para orientar em algum ponto. A cada validação com os segmentos de mercado e parceiros, a cada discussão do grupo, a ideia se transformava. Mutante. E ainda, até o final do domingo, minutos antes de finalizar a apresentação final, alguns grupos alteravam a ideia com base em feedbacks recebidos. No talk. All Action.

 

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A BANCA

Todo o trabalho que os participantes realizam tem um objetivo final para o evento: apresentar um produto minimamente viável (MVP) a uma banca de avaliadores. Ou seja, apresentar a ideia transformada em um modelo de negócio que convença que pode dar certo e que seja interessante para o segmento de clientes em questão. Além disso, outras questões críticas são importantes de serem respondidas, como a forma de monetização do negócio, ou seja, como se espera ganhar dinheiro com a solução. Abaixo uma lista das questões levantadas pela banca para as ideias apresentadas. Vale para todo mundo que está criando seu negócio:

    • como você espera crescer?
    • como escalonar a ideia?
    • como lidar com os gargalos e alta procura quando sua ideia se tornar um sucesso?
    • como criar barreiras de entrada no mercado para ideias fáceis de copiar?
    • você possui uma equipe multifuncional para o crescimento e diversificação da empresa?
    • o que você oferece de diferente dos concorrentes?
    • como você pretende ganhar dinheiro?

TODO MUNDO DEVERIA PARTICIPAR

Sim! Todo mundo, deveria participar! Não apenas pessoas que estão pensando em empreender mas todos que trabalham com desenvolvimento de produtos, em projetos, no planejamento estratégico, enfim, em qualquer área que seja interessante observar e vivenciar esta experiência de ver como uma ideia pode sair do papel e se tornar realidade em tão pouco tempo.

O poder do trabalho em grupo; a importância de se validar a ideia com o cliente/mercado; a construção do modelo de negócios; a gestão do tempo e da equipe que se dividia entre programadores virando a noite desenvolvendo aplicativos, enquanto outros membros do grupo ativavam suas redes de contato para realizar pesquisas e validar a ideia e o conceito em campo; o respeito pelas ideias do outro, onde todos que estão ali contribuem; aprender a falar, a ouvir, e a compartilhar suas ideias; networking, networking, networking. Todos esses pontos são lições para serem aprendidas e vivenciadas em um fim de semana único, em um Startup Weekend.

 

Time de mentores e organizadores.

OS LAÇOS

O maior valor que no final se cria, depois de tudo isso, são os laços que nascem depois de um trabalho tão intenso. Laços entre os Startapeiros e mentores, mentores e mentores, startapeiros e startapeiros, organizadores e mentores, organizadores e startapeiros, amigos e amigos. Nascem oportunidades de negócio, trocas de cartões, muitas adições às redes sociais, piadas internas em grupos de whats app, e a certeza de laços para muitos aprendizados futuros e principalmente um laço forte de torcida para que cada ideia, cada empresa que nasceu neste evento, seja um grande sucesso.

E que venha o próximo! ;)

 

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Fotos: Startup Weekend Unifei

 

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Uni-duni-tê, a ferramenta escolhida foi você!

28 de August de 2013
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Como consultora de inovação e como professora, uma das perguntas que mais ouço é “Como faço para aplicar a ferramenta XYZ na minha empresa/no meu projeto/para resolver o meu problema?”.

Para a frustração de quem me pergunta, respondo sempre com outra pergunta “Por que você quer utilizar esta ferramenta?”. Em 90% dos casos as pessoas não sabem porque necessitam especificamente daquela ferramenta, e me respondem explicando o problema em que se encontram. A partir daí iniciamos uma discussão e análise do problema, chegando à conclusão das diversas ferramentas que poderiam ser aplicadas para aquela situação e qual seria a mais indicada e por qual o motivo.

Ferramentas não são a solução de um problema. É preciso que se tome consciência de que existe um conjunto imenso de ferramentas disponíveis no mercado e que estão à sua disposição para que você as utilize quando achar necessário. Uma ferramenta nada mais é do que um template, um guia de apoio que te auxiliará no caminho para encontrar a solução para a seu problema. Portanto elas não são varinhas mágicas que solucionam tudo o tempo todo. Não se prenda a elas como bóias salva-vidas.

No dia-a-dia da consultoria é muito comum criarmos novas ferramentas quando estamos com dificuldade em alguma parte de um processo, pois elas nos auxiliam a enxergar e a pensar de forma mais organizada.

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Mas por que estou falando esse blablabla todo de ferramentas? Pois bem, como esta semana estou na missão de trazer assuntos interessantes para os participantes do Startup Weenkend Unifei (e todos que estejam na jornada de empreender, de maneira geral), o desafio que os grupos irão encarar será tirar a ideia do papel na sexta-feira à noite e entregá-la de forma tangível, transformada em modelo de negócio viável no domingo. Em pouco tempo, eles deverão fazer escolhas rápidas de quais ferramentas serão úteis para auxiliar neste processo. E escolher qual a melhor ferramenta não é uma tarefa fácil. Por isso, o post de hoje é para falar sobre algumas ferramentas que poderão ser úteis.

AS FERRAMENTAS

Para o Startpup Weekend é importante entender que existirão 3 grandes blocos de desenvolvimento onde as ferramentas serão importantes: a criação do Business Plan, a validação com os clientes/usuários, e a execução.

BUSINESS PLAN: a construção de um business plan em si já pode ser vista como uma ferramenta. Para auxiliar na construção do Business Plan, que é um pouco maior e mais complexo para ser preenchido totalmente em um único final de semana, uma ferramenta interessante é o CANVAS. O vídeo abaixo mostra a sequência lógica da ferramenta.

 

Para um Startup Weekend, devido ao pouco tempo, o foco normalmente são apenas nos pontos  “Proposta de Valor” e “Segmentos de Mercado”. Ou seja, o que estou oferecendo e para quem estou oferecendo. O que leva para o segundo grande bloco do evento, a validação com o usuário.

VALIDAÇÃO COM USUÁRIO: é necessário se certificar de que o que sua startup está oferecendo é útil e será bem aceito para o segmento que você está oferecendo. Por isso a importância da validação da proposta de valor com os clientes/usuários. Para isso ferramentas de pesquisa são úteis. Como o tempo é curto, os participantes deverão fazer uso de questionários (sim, questionário é ferramenta e se não for bem feito pode prejudicar o resultado da pesquisa), e principalmente realizar um bom guia de planejamento de pesquisa.

:: GUIA DE PLANEJAMENTO: para realizar qualquer pesquisa com o consumidor, é necessário realizar um planejamento mínimo considerando quem é o seu público-alvo; onde você irá encontrar o seu público-alvo (na rua, na padaria, etc.); quais são as hipóteses a serem validadas.

::QUESTIONÁRIOS: deve ser composto de uma introdução rápida sobre a pesquisa e seguir a sequência de perguntas básicas (dados demográficos/de perfil), perguntas validadoras de hipóteses, encerramento e agradecimento. Caso o público possua uma característica específica, deve-se inserir questões de filtro logo no início.

EXECUÇÃO: depois de validar com o cliente a proposta de valor (ou realizar ajustes na proposta inicial, baseado na validação), hora de executar a ideia. Para isso a melhor forma é prototipar a solução. Dar corpo à ideia. Se a ideia é uma interface (site, aplicativo, tela) a melhor forma é desenhar as telas com os botões mostrando as interações. Para isso existem algumas ferramentas como folhas de Sketch e aplicativos como POP que auxiliam o processo. A startup é de serviço? Utilize storytelling para prototipar, ou desenhe o passo-a-passo do serviço. É um produto? Desenhe o produto ou junte tudo o que tiver na sala e crie um protótipo físico do produto. O importante é mostrar a ideia, tangibilizá-la e mostrar como ela funcionará.


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Estas são apenas algumas sugestões de ferramentas para o Startup Weekend. Existem um mundo muito maior, e espero poder contribuir na mentoria sugerindo outras ao longo do evento. E para quem for participar, esteja preparado para ter suas perguntas sendo respondidas com uma outras perguntas! ;)

 

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Pitch-Fire! Venda sua Ideia!

26 de August de 2013
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No próximo final de semana, entre os dias 31/08 e 01/09, acontecerá o Startup Weekend Unifei, na cidade de Itajubá – MG.

O Startup Weekend é um final de semana de trabalho intenso com um único objetivo: transformar uma boa ideia de negócio em uma startup viável, durante 54 horas consecutivas. Para isso, os participantes contam com o suporte dos facilitadores do evento, de palestrantes e mentores, todos trabalhando para que cada grupo transforme sua ideia em um grande negócio a ser apresentado à banca de jurados ao final do domingo.

O Startup Weekend Unifei possui algumas particularidades: pela primeira vez no Brasil, um Startup Weekend acontece fora de uma capital; Itajubá será a primeira cidade mineira a receber uma edição do evento; e este será meu primeiro Startup Weekend como mentora. =]

E atendendo alguns pedidos de participantes que estarão por lá (oi, Sheron!) e já entrando no clima, esta semana o Inovaqui será temático, sobre pontos importantes para quem quer entrar nesta jornada das startups!

 

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Começando por onde começa o Startup Weekend (SW), vamos falar sobre onde tudo nasce: a ideia!

Para participar de um SW você não precisa ter uma ideia, você pode ter uma habilidade (ser um desenvolvedor, um designer, bom de finanças, marketing, etc.) e formar os times que irão desenvolver as ideias. Ou se você tem uma ideia, pode aproveitar o evento para apresentá-la e torcer para ela ser escolhida pelos participantes para ser desenvolvida.

Nem todas as ideias que são levadas e apresentadas pelos participantes são desenvolvidas. Elas passam pelo processo de apresentação rápida e depois os participantes votam nas ideias que querem desenvolver. Por isso o momento da apresentação, o Pitch-Fire (similar ao elevator pitch), é muito importante. São estes 60 segundos de apresentação, com apenas um microfone na mão, que determinam se sua ideia será ou não trabalhada durante as 54 horas seguintes do evento, e quem serão as pessoas que se interessarão por participar do seu time para ajudar no desenvolvimento da ideia. Vender bem a ideia, garante não só a aprovação no momento da votação, como também atrai talentos para o seu time.

 

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O Pitch-Fire é o primeiro grande desafio para os empreendedores que participarão do SW. Algumas dicas podem ajudar a passar por este momento:

– PRE-PA-RA: não, não é o show das poderosas, mas precisa se preparar, e muito bem. Pesquise o máximo de informações que você puder sobre sua ideia para você se preparar para o seu pitch.

– ROTEIRO: para cobrir todos os pontos importantes e essenciais a serem ditos no momento de vender sua ideia, alguns elementos são fundamentais. É necessário dizer qual problema sua ideia pretende resolver e como; para qual público-alvo; e o que sua ideia tem de diferente das outras soluções existentes no mercado. Além disso, nos seus 60 segundos você precisa dizer quem é você e porque está ali, e não se esqueça de dar um nome para sua ideia, para as pessoas votarem em você. Para facilitar, segue uma divisão sugerida pelo pessoal do SW Rio:

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– ESPELHO AMIGO: depois de se preparar, escrever o discurso, e ter certeza do que você irá falar, é hora de ensaiar como você irá falar. Hora de ir para frente do espelho com o cronômetro do celular na mão e ensaiar, ensaiar, e ensaiar, para ter a certeza de que está tudo dentro dos 60 segundos. Tem problemas de falar em público? Faça alguns ensaios para amigos e familiares!

– ENCANTE: um dos segredinhos para um bom pitch está em mostrar sua paixão. Você não terá que convencer as pessoas de que sua ideia é boa se você contagiá-las com sua paixão. Se você tem uma boa ideia, e você acredita de verdade nela, fale com paixão, entusiasmo e encante a todos com sua ideia. Coloque entusiasmo nos seus 60 segundos o suficiente para que as pessoas que estiverem assistindo queiram imediatamente arregaçar as mangas e começar a colocar em prática seu projeto porque querem fazer parte dele também!

Fim dos 60 segundos!

Ideia escolhida? Ótimo! Pegue seu time e “No Talk, All Action”! Vocês terão 54 horas para transformar tudo o que você vendeu no seu discurso, em realidade.

Não foi dessa vez? Não tem problema! Junte-se a um time e vá desenvolver outra ideia tão bacana quanto a sua. E entre um intervalo e outro, aproveite os momentos de networking para conversar com os organizadores e outros participantes e pedir feedback sobre o seu pitch e sua ideia, e descobrir o que pode melhorar para que em uma próxima oportunidade ela possa ser escolhida. ;)

Amanhã tem mais post com dicas para o Startup Weekend! Aguardem!

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Por que boas ideias nascem em uma mesa de bar?

5 de June de 2013
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Por que boas ideias nascem em uma mesa de bar?

Essa foi a pergunta que fomos responder e o pensamento que fomos provocar em 125 alunos e convidados para a  Semana de Empreendedorismo do Unisal Lorena, que aconteceu no dia 22/5.

Durante uma hora falamos sobre o funcionamento do cérebro humano e como as ideias nascem dentro de nossas cabeças. Abordamos a importância dos ambientes para o estímulo do processo criativo e sua etapas. Falamos dos mitos e verdades da criatividade, e deixamos 7 dicas de ouro para quem quer ter mais ideias e, principalmente, ideias mais inovadoras.

 

PALESTRA

 

Infelizmente não nascemos com um botão que nos coloque na função “modo gerar ideias” que ligamos e desligamos, e facilmente as ideias vem.

Por outro lado, a partir do momento que conseguimos compreender como se dá o processo de geração de uma ideia podemos estimular esse processo com mais facilidade e, principalmente, podemos aprimorar a qualidade das ideias que são geradas neste processo, passando a ter ideias mais criativas e inovadoras.

O material, elaborado pela nossa querida Isabel Oliveira e seu talento em transformar informação bruta em lindas ilustrações, está disponível para consulta no SlideShare e pode ser conferido logo abaixo:

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E porque a mesa do bar? Bom, essa resposta completa só quem assistiu nosso blablabla para saber! ;)

Mas podemos resumir que o segredo está nas conexões que fazemos com pessoas diferentes, onde não há rótulos ou o medo de falar besteiras, e todos estão em um ambiente mais livre e com uma diversidade de pensamentos e experiências.  Neste ponto, o desafio está em construirmos este ambiente de bar dentro das salas de aula e dos escritórios para que boas ideias possam nascer em qualquer e todo lugar!

Outro ponto é a importância de que essas conexões surjam de forma natural e espontânea. Para isso, você precisa ter um conteúdo relevante para a rede de outras pessoas. As conexões se formam quando existe uma troca de conhecimentos, se você não é uma pessoa interessante, dificilmente criará uma rede de ideias e pessoas interessantes a sua volta. E neste caso não haverá mesa de bar que resolva. Então antes de ir para o bar trocar ideias, seja uma pessoa com conteúdo. Leia mais (e leia de tudo); converse com pessoas na rua, afinal todo mundo tem uma boa história para contar; seja um turista no seu dia-a-dia e observe mais; e deixe sua mente voar livre.

Quando você é uma pessoa interessante (com conteúdo relevante para alguém) e se mostra interessado (no conteúdo de alguém), é só puxar uma cadeira, sentar, relaxar e começar  a conversar que as conexões começam e ideias brilhantes surgem em uma simples mesa de bar. ;)

*Quer levar essa palestra para seu evento, sua empresa, ou para uma tarde inspiradora? Entre em contato takeatip@takeatip.com.br

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Redesign 2013 | Top Four

21 de May de 2013
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Na última semana estive no Redesign 2013, o maior evento de Design de Varejo da América Latina, acompanhando as principais tendências do retail e os grandes cases nacionais e internacionais.

Foram dois dias de muitas referências, muita coisa interessante, difícil de compartilhar em um único post. Por isso, aguarde muita novidade sendo compartilhada por aqui sobre o assunto. ;)

Para começar, vou fazer um breve panorama dos quatro principais pontos abordados e debatidos por praticamente todos os palestrantes.

1. Experiência: não se trata mais de comprar e vender, mas, sim, de gerar experiência.

Não é nenhuma novidade, afinal os donos de lojas estão enfrentando uma concorrência cada vez mais acirrada com o comércio eletrônico. Se é para ter um ponto físico, que ele vá além das compras, que gere uma experiência para o cliente. Esse foi o ponto unânime de todos os palestrantes, porém cada um trazendo um ponto relevante da experiência.

– Experiência criando contexto: existe uma diferença entre criar um espaço (space) e criar um lugar (place). Segundo David Kepron, da Retail (r) Evolution, quando você cria um lugar  você está criando um contexto para o cliente durante as compras. Para a diferença ficar clara, ele ilustra explicando “Um armário é o espaço onde eu guardo um sapato, mas a mesa de jantar é o lugar onde estão as lembranças de todos os Thanksgivings (jantar de ação de graças)”.

– Experiência se aproximando da vida do cliente: se celulares hoje são utilizados até no banheiro, por quê manter uma loja com foco em tecnologia e fria? A Oi apresentou sua loja-conceito (no Rio de Janeiro e em São Paulo) mostrando um ambiente mais próximo da sala de estar, com painéis touchscreen por toda a loja, permitindo o cliente escolher onde quer ser atendido, e com foco nos serviços que o celular+operadora podem oferecer para facilitar a vida do cliente – ao invés do antigo foco nos aparelhos.

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2. Storytelling: sell the history, then the product. Essa foi uma das frases mais repetidas. Contar histórias, criar cenários para envolver o cliente. Transformar o processo de compra em algo divertido e experimental. Mas fica um ponto de reflexão de que não adianta criar ambientes encantadores, que envolvam o cliente, contem histórias, se o processo não se converter em venda. Contar histórias sim, mas com final feliz para o cliente e para o lojista.

3. Millennials: a nova geração foi pauta de muitos palestrantes internacionais. Para eles, quem quer construir o varejo alinhado com as tendências de consumo, deve criar uma loja focada para atender essa nova geração. E principalmente, as jovens desta nova geração, pois o poder de decisão de compra delas será muito grande nos próximos anos. As dicas para atender esta geração: customização dos produtos, precificação personalizada de acordo com o poder de influência nas redes sociais (ex. Facedeals), e apostar nas impressoras 3D.

4. Tecnologia: o varejo do futuro tem que ser tecnológico. E a tecnologia deve estar presente para entregar todos os pontos anteriores – contar a história, gerar contexto, gerar uma experiência mais próxima da vida do cliente – além de facilitar o processo de compra e agregar valor ao cliente, principalmente através da informação. A tecnologia amigável e intuitiva será o grande diferencial que levará as pessoas ao ponto de venda e fará a convergência entre a venda on line e a venda off line. Um dos grandes cases apresentados ilustrando o bom uso da tecnologia foi o caso da Mistral Vinhos. Uma importadora de vinhos online que optou por criar uma galeria de vinhos, projeto do Studio Arthur Casas. Arquitetura, design e tecnologia se convergem para gerar uma experiência única para o cliente da Mistral na loja inaugurada no shopping JK, em São Paulo.

Nenhum destes pontos é uma grande novidade e já havia surgido em um ou outro momento antes. Mas ver durante dois dias, grandes nomes do varejo brasileiro e do mundo, reforçando a mensagem e trazendo ótimos exemplos de como esses pontos já estão sendo colocados em prática por muitas empresas mundo a fora, nos faz ver que o futuro do varejo já está aí e que não há tempo a perder. O jeito dos “Jetsons” de fazer compras já começou, só está faltando mais varejistas brasileiros despertarem para todos esses pontos e colocarem em prática.

 

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Google e suas (várias) novidades

16 de May de 2013
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Está rolando o encontro anual de desenvolvedores do Google, o  I/O . E como sempre acontece neste evento, são apresentadas as novidades da empresa.

E dessa vez eles capricharam e apresentaram, no primeiro dia, muitas novidades em vários de seus produtos!

Para facilitar, aqui vai um resumo das principais novidades:

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– Google Wallet: em funcionamento nos EUA desde 2011, para a realização de pagamentos através de um app nos smartphones, o Google Wallet ganha funções agora no Gmail. Em alguns meses será possível enviar e receber $$$ pelo email. Assim como você anexa uma foto ou um arquivo, você vai poder anexar dinheiro ao seu email. O dinheiro será debitado do cartão de crédito ou débito cadastrado na sua carteira virtual. A taxa de administração será de 2,9% por operação. Assista o vídeo demonstrativo:

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– Google Play Music All Access: enquanto serviços de streaming musical vem crescendo como o Spotify e chamando a atenção como Superplayer, o Google não poderia ficar de fora. E claro que a solução deles teria que ser no mínimo genial. Imagine você ouvir uma música que você adora, uma única música, e a partir desta única música toda uma rádio é formada utilizando todos os dados que o Google tem sobre os seus gostos e preferências. O usuário ainda pode adicionar músicas que já tem, refinando a lista do Google. O serviço foi anunciado com o preço de US$ 9,99/mês nos Estados Unidos, podendo ser testado por 30 dias de graça.

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– Google+: nova cara e 41 novas funções (0.O). Nã0 descobrimos ainda todas as 41 novas funções mas pelo que vimos, a cara nova ficou bem legal dividindo a timeline por colunas. Lembra até o (quase esquecido) Pinterest. E falando em Pinterest, o Google Plus traz vários filtros e recursos de edição de foto (falaram até de ser o fim do Photoshop – exagerados!), além de fazer uma seleção e priorização das fotos que ele considera serem mais importantes e com melhor qualidade para terem destaque na rede. O Hangouts agora tornou-se o serviço integrado de mensagens do Google, independente, ganhando versão em aplicativo (já disponível para download).

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– Google Maps: apesar do Waze estar conquistando muitos usuários, principalmente em São Paulo, o Google Maps continua sendo o queridinho. E até por isso mereceu destaque no evento, apresentando suas mudanças e a maior atualização desde seu lançamento há 8 anos. O Maps agora passa a ser mais recomendação do que apenas busca. Ao invés de apontar diretamente um endereço ele passa a cruzar informações com recomendações de usuários do G+, com endereços mais buscados, e outras informações para gerar uma busca mais precisa, personalizada, adicionando valor à busca do usuário. Além de mudanças de usabilidade, como por exemplo, agora o mapa ocupa a tela toda do navegador, entre outras alterações.

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– Google (buscas): “É o fim das buscas como as conhecemos”, disse Amit Singhal, vice-presidente sênior e engenheiro de software do Google.  São três pilares que justificam essa afirmação: “respostas”, “conversa” e “antecipação”. “Respostas”: você pergunta, o Google responde. Ao invés de trazer milhares de links com referências e suas palavras, o Google trará a resposta da sua pergunta. E além de responder sua pergunta ele vai “Antecipar” outras perguntas possíveis sobre o mesmo tema e já trazer essas informações (hum… isso me lembra o WolframAlpha).  “Conversas”: buscas por comando de voz. Além disso, recursos integrarão a busca ao Google Now, que agora terá funções similares ao Siri, da Apple (como por exemplo, adicionar compromissos ao calendário conectando ao mapa e aos seus contatos).

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Ufa! Resumindo, essas foram as principais novidades anunciadas no primeiro dia do encontro anual com desenvolvedores do Google. Se quiser ver uma cobertura completa do evento, dê uma olhada na do Olhar Digital, que acompanhou minuto a minuto. ;)

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REDESIGN | Design de Varejo

13 de May de 2013
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Com o consumidor migrando suas compras para o ambiente on line, está cada vez mais claro o desafio do varejo em transformar suas lojas físicas em verdadeiras experiências para o cliente, indo além do consumo. Nesta equação entram o entretenimento, a educação, a informação e a conveniência, transformando os pontos de venda em locais de convívio dos consumidores com a marca.

Para entregar esta experiência completa é preciso estar conectado com as últimas tendências de consumo, comportamento, arquitetura, design, e tecnologia. E com o intuito de expor e debater estas tendências, acontece nos dias 16 e 17 de Maio, em São Paulo, a segunda edição do maior evento de Design de Varejo da América Latina, o Redesign.

Uma iniciativa da consultoria GS&MD – Gouvêa de Souza, em parceria com a BYSide Eventos, e curadoria de Manoel Alves Lima, o Redesign é o terceiro maior evento de design de lojas no mundo, ficando apenas atrás do GlobalShop, que acontece nos EUA, e do EuroShop, na Europa. A edição deste ano conta com seis palestrantes internacionais, especialistas em design para varejo: David Kepron, Ken Nisch, Robert Hocking, Alison Medina, Angela Rumsey e Steve Collins.

 

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Serão dois dias de palestras, debates e exposições de cases de sucesso mostrando como inovar e se destacar no varejo. Entre os cases, executivos da Riachuelo, da Oi e da Chilli Beans apresentarão as estratégias adotadas por suas empresas para atrair o consumidor.

Conteúdos como o painel “Saia Justa do Varejo”, onde mulheres contemporâneas irão debater o que as atrai em uma loja; e a palestra sobre o poder transformador do design, do genial Marcelo Rosenbaum, trarão insights sobre comportamento e tendências de design que deverão servir de guia para quem quiser se manter na liderança do jogo do varejo nos próximos anos.

Ainda dá tempo de se inscrever e aproveitar todo este conteúdo.

#ficadica para estudantes: meia entrada!!! ;)

 

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Quando | 16 e 17/05   das  8h30 às 18h
Local | Rua Doutor Plínio Barreto, 285 , São Paulo
Inscrições | R$ 1.480,00 (desc. 50% para estudante)
Informações | http://www.eventoredesign.com.br   ou  (11) 3405-6679

 

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School of Life e o próximo Steve Jobs

25 de March de 2013
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Um clube de empreendedorismo anda fazendo barulho. É o School of Life.

A proposta do projeto, que está situado nos EUA, se inspira no mesmo modelo do “La Masía”, a escola de futebol que forma e descobre os talentos do clube Barcelona. Segundo o idealizador e fundador, o brasileiro Ricardo Bellino, “buscamos os Messi, os Dani Alves, os Xavi do mundo do empreendedorismo”.

Na última semana, durante o “Global Entrepreneurship Congress” que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, a School of Life lançou o concurso “Finding the Next Steve Jobs – Global Challenge”. A proposta ambiciosa do concurso é selecionar jovens talentos que queiram montar seu negócio e que tenham habilidades similares as que Nolan Bushnell reconheceu em Jobs quando o contratou em seu primeiro emprego na Atari.

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Bushnell, fundador da Atari, é o presidente da School of Life, e recentemente lançou o livro “Finding the Next Steve Jobs“. No vídeo abaixo, ele explica mais sobre a School of Life e sobre o concurso:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xoap8tOCKok]

Para se inscrever no concurso é necessário entrar no site da escola www.schooloflife.com, enviar um vídeo de três minutos justificando porque será um bom empreendedor, fazer uma doação mínima de US$ 25 (que irá ajudar a custear o projeto), e torcer para ser um dos dez candidatos que serão selecionados para passar 111 dias em Miami na sede da School of Life recebendo treinamentos e consultorias, incluindo palestras com o empresário americano Donald Trump e com Bushnell.

O vencedor recebe US$ 1 milhão para montar o seu negócio.

E aí? O que acha de ser o próximo Steve Jobs? ;)

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Festival de Ideias 2012

8 de November de 2012
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Nos dias 9 e 10 de novembro vai acontecer em São Paulo, no Museu da Casa Brasileira, o Festival de Ideias 2012.

Depois de dois dias repletos de co-criação, 10 ideias serão escolhidas para receber um investimento em dinheiro para virarem realidade. O evento também conta com a presença do ex presidente Fernando Henrique Cardoso para uma conversa sobre sociedade interativa.

[youtube=http://youtu.be/zt4yTfGN-T4]

O evento é gratuito, basta fazer sua inscrição no site ou por email, conforme a divulgação acima.

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